Poemas sobre Relógio
A cada dia é um dia a menos, é o relógio perdendo a força, moremos um pouco mais a cada segundo que passa, e você ai gastando tempo com bobagem... aprenda a morrer bem.
A nossa vida é como um reloginho.
O relógio conta o presente, mas o relógio das nossas vidas conta ao contrário e uma contagem regressiva.
Ser médico não é ser o dono da vida, mas o guardião da esperança quando o relógio insiste em correr contra.
O relógio físico e o mental batem todos os dias as vinte e quatro horas, o físico pode quebrar...mas o mental não, a não ser que o relógio perca o valor para você, mas sempre estará funcionando mesmo atrás da cortinas.
Na vida, tudo carrega um propósito, mesmo aquilo que parece parado ou sem sentido. Até um relógio que não anda mais ainda cumpre sua função: duas vezes ao dia, ele marca a hora certa. Talvez o valor não esteja no movimento constante, mas no significado que existe até nas pausas.
O relógio Rolex ainda é e vai ser durante muito tempo, o relógio mais cobiçado do mundo, principalmente nos mercados emergentes. Por que, tudo que é muito valioso, muito se copia. Não é o relógio mais caro do mundo mesmo em ouro e brilhantes na sua versão mais completa mas é comparativamente como o dólar, que também não vale mais que outras moedas mas internacionalmente é sempre usado, em vários países, como o índice padrão financeiro. No mundo da relojoaria mundial não existe marca nenhuma mais estável e comercial que a Rolex.
Uma porta consegue portar muitas outras, por isto existe porta-fotografia, porta-relógio entre outras.
"O momento passa rápido, mas o que nos marca fica num tipo de eternidade que o relógio não alcança."
O relógio é esmagador. Ele tenta enganar os olhos do tempo. Tempo esse tão rápido, preciso e inquietante. Armaguras soltas decidem pintar a tela branca da vida, que num piscar de olhos, chega no fim.
O tempo não nos espera, mas convida-nos a florescer. Não tentes parar o relógio; aprende a caminhar com o vento, pois quem se demora na dor, esquece-se de que a vida é um eterno agora.
Uso relógio apenas como acessório, depois que a tecnologia chegou. Hoje, o tempo pisca nas telas e some no coração.
O relógio suspirava em espirais douradas enquanto a bússola dormia de bruços, agulha perdida em seu próprio coração. A cachoeira subia em silêncio — gota a gota, nascendo do rio, voando para as montanhas, esquecendo que um dia foi nuvem. A lua, então, era apenas o reflexo de um tabuleiro de xadrez jogando sozinho há milênios, onde brancas e pretas trocavam segredos de boca fechada. A dama de copas tirou a coroa e virou rio, depois vapor, depois pergunta suspensa no ar. Os pensamentos, esses, nunca existiram de verdade — eram apenas o eco de movimentos que o relógio prometia mas nunca cumpria, horas que se recusavam a nascer. E quando a bússola despertou, finalmente soube: norte é onde a cachoeira descansa, sul é a lua fingindo ser lua, leste e oeste são as duas cores do tabuleiro dançando em círculos. A dama sorriu, porque entendeu — ser rainha era nunca ter sido peça, apenas água disfarçada de coroa, tempo disfarçado de estratégia, direção disfarçada de perda. Tudo faz sentido quando aceitamos que é o sentido natural da existência.
