Poemas sobre Pássaros

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Tem dias que
não vejo flor
não vejo anjos
não vejo pássaros
não vejo nada ... nem quero !
Quero respirar meus espinhos .
Gosto de me cavar lá no fundo
sozinha
e trazer à tona minha glória .
Quando quiser voltar ...
Volto !
Já sei o caminho.

É tão bom acordar cedinho
Escutar a melodia
dos pássaros
O pousar do alento
O tilintar dos ventos
O primaveril das auroras
A imensidão do agora
O cheirinho da paz de Deus .
Não é hora de chorar e
no vazio perder .
Sou feita de sonhos e eternidades !
Estou de pé !
Já fiz minha Prece
e mais uma vez ...
Me faço menina faceira e
mulher guerreira
sem que nada mais
me regresse !
A minha estrada inda
pulsa
canta
baila
vibra .
E nesse momento de silêncio ...
Escuto minha própria alma dizer :
"- Acorda pra vida menina!
Estás blindada para o mal ... Amém e
pronta mais uma vez ....
Pro que der ,
vier
e merecer ! "

📩

Serpentes sem máscaras trocam de pele.

A origem de um pássaro revive nas cinzas.

Felinas não ingerem leite, conservam as garras e os dentes.

Olhos passarinhando
ruas e arranha-céus.
Respiro passado.
Odes doutros idos.
Peripateteando em zigue-zagues
no centro do mundo.
Voláteis sensações:
vida!

Se eu fosse um passarinho
Morreria no espaço
Beijaria sua boca
E morreria nos seus braços

Olhos passarinhando ruas e arranha-céus.
Respiro passado.
Odes doutros idos.
Peripateteando em zigue-zagues:
centro.
Voláteis sensações:
vida!

Ah olhe só como o dia está lindo
Levante abra sua janela e observe
Pássaros voando e cantando
O ar puro q vai até vc
Raios de sol o iluminam oo dia
Melhora td um viver
A positividade toma conta
Sorria isso melhora o seu ânimo
E de quem estiver ao seu redor
Esqueça td de ruim q já viveu
Hj é um novo dia
Viva ele....

Sem solidão

Nunca te sinta em solidão,
Pois o perfume das flores,
Os cantos dos pássaros
São perfeitas companhias criadas
Por Deus para que jamais
nos sentimos sozinhos

Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês. @omarioquintana

Há muito pássaro
que pensa ser livre
só porque
aumentaram o tamanho
da gaiola!

25/11/2015

Eu queria ser um
pássaro
anjo
borboleta ...
Algo que tivesse asas
Só pra poder voar agora
ao teu encontro
e fazer ninho
no teu carinho.

Tenho fascínio pela liberdade!
Amo tudo que tem asas
Anjos
Pássaros
Borboletas...
Nascí com o dom do atrevimento
e de alçar voos toda vez que sinto- me
presa em casulos.

Sou feito passarinho
Ainda que com o coração
magoado ,
triste ,
vazio e
sozinho ...
Insisto sim no amor!
Ando voando até um dia
quem sabe pousar
num ninho onde ...
Eu me sinta
segura
livre
leve e
com as asas bem
pairadas para sinceros
laços de amor e
de carinho.

MEU AMOR
é um passarinho menino
quieto
calado
matuto
acabrunhado ...
Solitário por ter sido
num canto esquecido.
De dia ele voa por entre medos.
De noite ela pousa por entre desejos .
Quer amar !
Voar
por ai sem destino .
Só não tem um ninho
de carinho por onde
seguro
suas asas de menino
possa repousar.
Então prefere silenciar
e se acarinhar !

Por aqui ando escutando
O som do mar
A melodia dos pássaros
O pousar do alento
O tilintar do vento
O primaveril das auroras
A imensidão do agora
O cheirinho da leveza de Deus !
Por aqui ando desenhando
Poesias
Eternidades
Silêncios e
Nuances de paz
num imenso Mar de
bem querer
me Amar .

Você


Você é a canção doce de um amanhecer desconhecido – é o lamento dos pássaros que cantam, sinalizando, em meu coração descompassado, o amor. Amo-te assim, neste silêncio contemplativo, quase impassível, um tanto cálido, como o chão quente de quem pisa e sente. Esse menino espevitado, de sobrenome Diligência, escala os troncos das veias do corpo e, tenaz, na cavidade do peito, desembuça presença, agita tudo por dentro, na incoerência que desfaz a razão: ora paz, ora torrente, dias que me deixa dormente, sem mente para naufragar em outros barcos soltos no mar. Ávida por chegar aos braços do nada, desmancho-me, ancorada, entre fios de água que formam contas de terço, difundem-se em fé, correm pelas bocas castas como ladainha de beatas e rogam, como quem pede a santos, ateando-me nos braços da esperança, que vai de encontro à serenidade do seu corpo. E, assim, por fim, reencontro-me na lucidez do seu gosto e no chão firme da sua alma.

Vou subir num balanço de corda amarrada num galho d'arvore e ali vou sonhar que sou um pássaro
Sem vôos demasiado altos nem tampouco rasantes
Serei como um beija flor
Pairando no ar para beber o néctar da flor
Após o impulso, subir com a perna bem esticada
Sentindo que o ar me chega leve
E, lá do alto, pedir aos céus que não me falte forças ao dobrar os joelhos para voltar e num novo impulso, alçar outro vôo. Leve, confortável, alegre!

Eu amo esse contraste entre o urbano e o natural, a calmaria dos pássaros se misturando às rotinas caóticas dentro dos apartamentos.


A mãe que corre para levar o filho à escola.
A senhora que acabou de receber a visita da filha para um café.
O CEO estressado com as reuniões do dia.
O casal que vibra com a notícia de um bebê a caminho.


Enquanto isso, as folhas das árvores balançam lentamente com a brisa de uma manhã nublada.


Contraste.
É ele que nos faz perceber o quanto tudo é paralelo, vidas inteiras coexistindo em tempos e mundos diferentes.


Enquanto uns sorriem, outros choram.
Enquanto o mundo gira em sua rotina incessante e cansativa,
a natureza permanece plena, intacta,
sempre disposta a nos acolher na calmaria.


Contraste.
O que nos move e nos desperta gratidão.
Sem ele, talvez nunca perceberíamos a diferença entre o caos e a paz.


E é por isso que eu o amo tanto.


Respira… há um universo inteiro de paz ao seu redor.

Se eu fosse um passarinho,
Com duas asas para voar,
Eu ia sair do meu ninho,
E voar no seu caminho,
Batendo asas sem cansar,
Até um dia te encontrar,
Bicar seu lindo rostinho,
Fazendo carinho sem parar.

Depois de tantos anos, voltei a me sentir vivo.
Observei ao longe os pássaros que cantarolavam,
o vento suave que acariciava meu rosto
e secava as lágrimas que teimavam em cair.

As árvores balançavam com uma beleza perfeita,
as flores espalhavam perfumes pelo ar,
a lagoa refletia o brilho do sol,
enquanto os peixes nadavam livres
e os patos deslizavam serenos sobre a água.

Ao fundo, um pescador trabalhava em silêncio,
e, mais perto, uma garota sorria, brincando com seu cachorro.
A natureza abafava todo o ruído da cidade,
e a paz que reinava naquele instante


me fazia redescobrir a vida.⁠