37 poemas sobre o tempo para pensar na passagem dos dias
Sei que não era para mim.
Talvez nunca seja.
Mas vibrava uma energia no espaço-tempo
que me provocava a existir
e a desejar o pertencer.
Tempo e sua constante necessidade de viver.
Lágrimas secas num mundo inerte atônito todavia seus caminhos são pesares.
Nunca mais voltará das profundezas.
Mesmo assim contemplamos olhos no vazio extenso.
Amargo momento irônico.
No tempo de outras eras eram deuses miticos que controlavam a Matrix sendo horizonte do mar final do mundo.
O mar criaturas e monstros guardavam os mares.
Meros arficios de manipulação.
Hoje em dia conflitos sociais e éticos são expostos no novo conceito da existência contemporânea.
O prelúdio do capitalismo somos sombras dos deuses esquecido.
A conciliação da conceito da consciência livre e do pensamentos fragmentos.
A terra é um pássaro numa gaiola..
A terra seria plana até que cubismo político e moral tenha a narrativa da verdadeira da natureza.
Dentro da alienação social somos fragmentos fragis...
Toda fake news trás um pássaro no profundo sentido do ser alienado.
Tese do relativismo na Internet e suas experiências nas star tapes. Terceira parte.
Tempo de uso excessivo do celular traz falta de sono ou troca do dia pela noite.
O trabalho em casa e nas impressas o stress do deslocamento até trabalho fazem do celular o escape de euforia.
Os perfis das redes sociais sao muitas vezes cenários de crimes virtuais desde crimes pacionais, crimes assédios sexuais entre outros artigos da lei,
Os golpes pelo aplicativos são corriqueiros e sofisticado dando alienação intelectual e moral um vasto reino...
O cubismo político também é um problema social em que alienação conta com deepfakes e resenha fakes news...
A religião nas lives online dão partido novas crônicas do conto do vigário,
E enriquecimento ilícito e predatório.
O tempo é escoamento do real momento da vida
Se existimos em algum ponto crucial da história respiramos o instante da eternidade.
Nossos pensamentos são fragmentos na memória sanguínea.
Então estamos ligados pela eras de experiências na existência so quando temos essa experiência relembrada temos o ar mais profundo de nossos ancestrais...
O tempo é a extensão que somos..
Dentro deste contexto tempo e real e constante.
No linear da consciência a liberdade de pensar se torna nobre nos dá o recanto.
Entre dilúvio das almas perdidas na ilusão da alienação religiosa e social.
Um labirinto moral se abre...
Questionar as grades da prisão intelectual sera te livra das garras do silêncio da sua consciência?
O vazio da existência social é opcional...?
Distância no despertar o silêncio cruel e libertador...
Se conhecer a ti mesmo dentro de um mundo de conceitos te dá opinião própria, Suas escolhas são suas...
Ate onde a ostentação vai te levar ?
O consumismo é seu ou é opção deles que escolhe o que consuma e seja consumado?
Dia apos dia a mente floresce num arco vespertino.
Somos apenas pulmas num resplendor de um tempo em movimento crescente.
Criamos e fomos criados pelo momento da criação e mesmo ainda somos um sopro da imensidão.
Por Celso Roberto Nadilo
Fruto de um pensamento
Nos caminhos dos sonhos somos relíquias perdidas no tempo...
Somos bem aventurados ate que nos tornamos poeira,
Somos esquecidos pois o tempo passou e ao mesmo tempo parece que nunca existimos...
Apenas um nome e uma data de nascimento e morte.
?além quem foi... Embora ninguém o conheça?
O moribundo ninguém sabe quem era nada mais do que poeira deixada num canto escuro....
Seria possível seus fantasmas serem seus atos insanos.
Loucura que habita cada um de nós são fantasmas da manipulação.
Todo gênero é classificado e rotulado nas sombras da fogueira.
Tudo que dito esta no seu apogeu.
Em teu epílogo teu ego é o domínio das garras da dominação e alienação.
Vulgar o seja mente cega e obediente torna se escrava do sistema escravagista do clero burguês
A horda do continuo fluxo do espaço e tempo realça a virtude da floresta negra.
Nas órbitas mais longínqua temos o teor de cada novo caminho para iluminação de cada ser...
O cubismo muitas vezes nos dá sonhos de realizações no limiares do cosmo.
Na alquimia do tempo e o espaço.
Se abrange a conexão do ser humano com desconhecido...
Sendo detalhado o uso transhumanismo e é ilusão por baixo de disfunção os robôs inteligentes.
Desde da caverna e suas sombras o ser humano ainda tem a vivência de estar acorrentado a dogmas.
Para novas descobertas se tem sem curiosidade e raciocínio lógico aprimorado.
Vemos iluminação nas contas do universo.
Sendo a lua um percentual absurdo da ilusão ate iluminação.
O embarque a ilusão dos acontecimentos, cordas são puxadas para que boneco tome o próximo movimento.
As danças de bonecas ainda intertre o ser humano.
A faceta torna se corriqueira...
Mas, a humanidade ganha novas possibilidades diante o fanfarrão.
_Arco do forte_
Um título perdido no tempo pois ignora quebrou o arco.
Novos capítulos do estado inerte atônito todavia unidos
Seria simplório a balelas decorrentes a desconstrução do mundo é pujante.
Sendo digno ate da loucura...
Continua no poder
Morremos a cada amanhecer.
Somos esquecidos a cada anoitecer.
No murmúrio do tempo, somos compelidos a lembrar que existimos.
Embora existir não se compreenda — pois o tempo passou, e quem fomos se esvai diante dele —,
resta apenas a equivalência da existência cognitiva num instante do espaço e do tempo.
Na tessitura do espaço-tempo,
a geometria ergue seu mosaico de esplendor.
Entre obras notáveis,
encontrei na poesia
o fascínio hipnótico do cosmos.
Nas janelas da alma
Vejo florescer o destino.
Mesmo que tempo seja uma flor.
Remanejos as obras do amanha.
Sobre olhares os seres sombrios são meros pássaro da consciência.
Virtuosos seres remotos num estado enerte como estatua que simboliza a liberdade ainda assim as penas caem ao longe.
Transfigurando o passado num sino de liberdade no chão rachado e enferrujado dando aspecto que foi arrado do coração.
Os direitos dos deuses místicos foram esquecido pois alienação os fez morrer no espaço do continuo po para o po.
Num suposto enigmático alvorecer sinto frio mesmo tempo a ternura de estar num tempo que nada existiu apenas o vicio de olhar tempo passar diante das contas as cordas munumentais esguian se na escuridão.
Muitas nuvens e luzes que sao lampejos de vida.
Nas entrinhas paz e liberdade.
Velho sino foi lembrado nos esbolsos do tecido da realidade.
Ouço que espaço tem sons para humanidade grite estamos aqui venham ou corram pois somos o somos e podemos ser.
Abrace que alucinação da teoria das cordas seja mais um conto da fragilidade humana.
E perceba que o sino so é poeira no espaço que te faz compania enquanto ressoa a existência do seu ser diante o que somos.
O tempo passo o metrô chegou. Tenho ir ao trabalho. Pois nem tudo nasce no jardim.
Os sinos tocam as portas se fechamento muitas pessoas aglomerados. Como estrelas no novo espectro que luz celeste revela a liberdade de sois.
Revelace telas cabeças olham o vazio.
Na síntese da otopia fotossíntese humana se mistura se mistura com ar acondicionado. Alguém ainda pensa na liberdade ou fato que estrelas brilham pois ignora é tempo que foi marcado pela gravidade dentro de uma singularidade.
Aonde a astrofísica so pode ver tempo passar e deduzir que vida tão rara que suspiro nos tornou ferramentas do universo. Mesmo assim somos alienados e apaixonados pelo instante avançamos sem olhar nem mesmo porquê, ainda existimos.
O Eco do Caos e o Arco do Tempo
A evolução é som e sinal que se propagam pelos astros; o mundo grita para o universo. Seríamos nós servos dos sons que ouvimos, ou reduzimos a imensidão desse conceito a algo corriqueiro, disperso em qualquer lugar? Dentro do ambiente social, ainda somos marcados pela sonoridade — que, na verdade, é a própria luz propagando-se pelo espaço. Paradoxalmente, vivemos na escuridão.
No entanto, a verdade é que lampejos de vida transmutam o tempo e o espaço. Somos capazes de mudar diante das adversidades do caos. Compreendemos que o tempo pode fazer o espaço comprimir e esticar, dependendo do caminho percorrido. O tempo torna-se o efeito de um paradoxo, pois atravessa até as linhas da imaginação: o tempo aqui jamais será o mesmo tempo de um lugar distante.
A causalidade que pensamos dominar pode já ter se tornado passado; afinal, o que foi escrito, lá está, consolidado. O futuro, por sua vez, permanece como um arco de possibilidades. Diante disso, quando olhamos para trás, vislumbramos um leque de futuros que poderiam ter sido, ou apenas contemplamos o presente?
Toda ação precisa de uma reação, independente do estado da matéria. As verdades que enxergamos são apenas a linha da continuação. Pois até o som pode se tornar eterno, deflagrado na imensidão, até que sua constante seja ampliada ao infinito ou reduzida a quase nada.A luz parada no tempo sendo sentelha da vida na sua plenitude como podemos viajar ou imaginar essa vida se expressando no exato momento da criação. Pois nada mais belo que flutuar nas fronteiras da existência ainda reflir o que somos diante o somos.
Temporal
Se viajamos no limite do espaço e do tempo relativos, a diferença em casa já não existiria. Talvez as crianças — que outrora estudavam a origem da vida e os frutos da alienação — seriam agora apenas pontos ancorados na sua própria mente. Uma mente que se manteria em uma forma constante, pois o coma o reteve exatamente ali: no último e eterno instante de consciência.
— Por Celso Roberto Nadilo
"O tempo é o efeito da reação do que foi para o que é. Assim como o cheiro fica gravado na mente, a luz e a cor também podem ter aroma, pois a manifestação do som pode ser entropia. Do que foi para o que é, resta o amarelo das lembranças e dos dados envelhecidos.
A falha no componente da matriz da cor com o cheiro gera uma defasagem, onde a ferrugem se mistura, resultando na ausência das experiências passadas. Uma voz ao longe e as limitações dos outros fótons de luz no fluxo do caleidoscópio fazem o universo bidimensional desatar-se em um astro cubista.
Muitas vezes, cenários iluminados provocam a difusão do escuro, e pingos de luz revelam-se como frutos do conhecimento e de suas expectativas. No fato intrínseco do ar, na percepção do passado e do futuro, construímos imagens em cubos; mas, no amanhã, nem o som poderá ser visto como o é no presente e no passado. As ações compilam cada fase com o contraste da ação lógica de espaço e tempo relativos."
— Celso Roberto Nadilo
Os atributos da cor manifestam-se estritamente no espaço e no tempo.
A visão da viagem temporal confere funcionalidade e pragmatismo sobre a matéria que constitui o tecido do espaço-tempo. É essa percepção que dá vida à animação alegórica da existência, pois o movimento só se realiza através dessas coordenadas.
Sob essa dinâmica, as figuras possuem cores, nuances e pensamentos distintos, cada uma operando dentro da carga natural e singular do ser que nelas foi estabelecido.
ATÉ A ÚLTIMA LUZ.
No claustro azul da noite silenciosa,
onde o tempo sepulta antigas eras,
a alma contempla as sombras austeras
da marcha humana, trágica e grandiosa.
E, entre ruínas da jornada dolorosa,
recolhe as vozes frágeis das quimeras;
mas vence os vendavais das primaveras
com a força imortal e misteriosa.
Não é a chama efêmera da aurora,
nem o fulgor que o mundo reverencia,
mas o lume interior que a dor aflora.
É a centelha da própria consciência,
que mesmo quando a existência se evapora,
persiste além da última aparência.
Marcelo Caetano Monteiro.
O homem que era o viajante do tempo... encontrou seu avô...
Seu avô morreu diante no dia encontrou sua vó lapsos temporais começaram.
Deste mesmo lapsos a alienação começou...
Diante esse pensamento o tempo se dobrou diante a gravidade sendo o homem parte da sua própria existência.
Se a relatividade é simplicidade continuo espaço tempo..
A grávida escapa da luz distorcendo o homem que viveu até outras mais profundo torna navegante do paradoxo.
O psicológico se tornou parte de tantas existência que as ondas temporais fazem ser alienado entanto cópias do seu no infinito construído um ser sem duas definições apenas uma mais o homem é feito na barriga de sua mãe apenas por um sentido biológico.
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