37 poemas sobre o tempo para pensar na passagem dos dias

⁠Vivemos muito pouco, realmente...
Passamos grande parte do nosso tempo na escola da vida aprendendo a viver. Quando a gente acha que aprendeu tudo e vai receber um Diploma da Vida, a Morte nos acena com um Atestado de óbito.

꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂

⁠A conquista e primeiro desafio
O desejo de ter o corpo quente mesmo no tempo mais frio ciúme na incerteza
se será um romance ou encontro casual coisa do mundo atual no final cada um segue
Um caminho há uma vontade de amar e ter amores e um jardim com pouca água e muitas flores.

So de pensar, no espaço tempo;
Curto período de tempo;
Uma troca de olhar;
Uma troca de sorrisos;
Uma demonstração de carinho;
Um final de tarde juntos;
Um momento sem igual;
Se limpando ao fim do dia;
Como se fosse tudo tão natural;
Um momento sem igual;
Uma vontade natural;
E no final de tudo;
Um beijo surreal...

⁠O que se pode esperar de um tempo inesperado?
Relógio parado,
tempo nublado,
suspiro cansado...
Lembranças de um momento amado.

O sorriso se torna presente ao te ouvir
Não apenas no tempo presente do agora
Mas por ser presente
Por ser presença física mesmo a distância
O sorriso fica estampado na cara como uma bandeira hasteada a felicidade

Nem sempre é sobre tempo,
nem sobre fazer dar certo dentro de padrões
Às vezes é sobre duas almas cansadas
se encontrando no meio do caos
e decidindo, mesmo com medo,
tentar mais uma vez.
É sobre dor acumulada,
cicatrizes que ainda ardem,
e ainda assim
um desejo absurdo de acreditar no amor.
E então você chega.
Sem aviso, sem cuidado,
invadindo tudo que eu levei tanto tempo pra tentar reconstruir.
E por falar em verdade
me diz
você me ama?
Porque eu não sei amar pouco.
Eu te amo no volume máximo,
com a força de um impacto que tira o ar…
mas também com a delicadeza de quem segura o seu rosto
como se você fosse a coisa mais preciosa que existe.
Eu te amo no caos e na calma,
na urgência e no silêncio,
no toque e na saudade que já nasce mesmo quando você ainda está aqui.
Você chegou com pincéis e tintas,
e sem perceber, devolveu cor pra uma vida
que já tinha aprendido a sobreviver em tons de cinza.
E é estranho
como a vida nos quebra, nos testa, nos esgota
pra só depois, quando a gente já não espera mais nada,
colocar alguém como você no nosso caminho.
Um amor que não só fica
mas que reconstrói.
Que me faz pensar em futuro de novo,
no mesmo futuro que eu já tinha desistido,
enterrado junto com tudo que um dia eu acreditei.
Minhas lágrimas já contaram histórias que ninguém leu,
mancharam palavras que ninguém ouviu
Eu já me perdi em noites longas,
já me refiz em manhãs vazias,
já fingi força em tantos entardeceres
que até esqueci como era sentir de verdade.
Até você.
E agora
não é só sobre amar.
É sobre não querer mais fugir.
Porque se for pra me perder
que seja em você.

𝙿𝙾𝙴𝙼𝙰: A Disparidade


Recorda-se do tempo bom
de um dia que sequer existiu
onde aqueles que partilhavam o bem
recebiam em troca aquilo que convém


Quando recorriamos à salvação
de grandes máquinas de punição
Na época em que eram imunes
a qualquer esquema de manipulação


Quem dera que isso realmente existisse
seria uma tolice acreditar afinal
em algum tipo de carma triunfal
para toda maldade que viesse.


​Cabe a você, então,
abraçar sua singularidade
e aceitar, enfim,
A eterna disparidade:


​De finais felizes
e dos destinos de elite,
aos que mentem sem limite
até aos que atacam com apetite.


Poesia pessimista escrito por César Hioli.
11/02/2026.

Sonhar, Sequer Tempo Deu...
Posto antes do apaixonar...
Eu jé estava a Amar...


(Vinnicius Pinto)

Entender o que dói parece uma estrada de difícil acesso, interditada há muito tempo. Muitos desviam do caminho, buscando se manter seguros, mas ainda carregam uma curiosidade silenciosa sobre o que existe ali.
É como um monte vazio e, ao mesmo tempo, singular, uma expressão doce e sutil da natureza que confunde e bagunça a mente de quem se aproxima.
A dor invade de forma brusca. Arranca o fôlego, distorce o que parecia normal, sufoca, atinge, paralisa. E, de repente, tudo perde o sentido.

"Carrego um chamado"


Carrego marcas que o tempo não levou,
feridas que a infância deixou sem cura,
silêncios que o mundo nunca escutou,
e um coração que aprendeu a ser forte na dor mais dura.


Não sou culpado das sombras que caminham comigo,
sou apenas alguém que tentou ser luz no meio delas.
E mesmo tropeçando no mesmo antigo perigo,
Deus insistiu em me levantar,
como quem recolhe estrelas.


Faltou pai… faltou mãe… faltou abraço.
Mas sobrou presença divina nos espaços vazios,
sobrou Cristo nos cantos do meu cansaço,
sobrou fogo no meio dos meus dias frios.


E quando eu penso que sou nada,
que não mereço, que não carrego talento,
Deus sopra em mim aquela voz calada:
“Filho, Eu faço morada no teu sofrimento.”


Porque o chamado é maior do que o peso que sinto,
é maior do que o erro que insiste em voltar.
E quando Ele me usa, eu só pressinto
que o céu inteiro começa a respirar.


Eu não sou grande,
não sou forte,
não sou perfeito.
Sou só barro nas mãos do Rei.


Mas mesmo assim Ele escolheu meu peito
pra acender um fogo que eu nunca acendi.


E hoje entendo:
não sou culpado,
sou escolhido.
Não por mérito…
mas por graça.


E onde o mundo me feriu,
Deus construiu estrada.

Real é o tempo presente. O passado é memória , saudade e lembrança imutável enquanto o futuro é um esboço o projeto que ainda não ganhou vida no viver presente!
Passado: retrato na parede;
Presente: imagem no espelho;
Futuro... Horizonte estampado no infinito!
�

O amanhã não existe, pelo menos ainda não existe.
Aproveitem agora e já.
O tempo é cruel, não aceita trocas e não negocia um segundo sequer.
Apenas vivam.

⁠Inteligência se nasce com ela
Conhecimento se adquire,
Sabedoria só com o tempo.

Por muitos anos, desisti dos campeonatos.
Com o tempo, percebi que troféus e faixas envelhecem e acumulam pó.
Meu verdadeiro objetivo foi provar a mim mesmo que venci o meu próprio ego.

Entre o Tempo e o Silêncio


Ninguém percebeu quando começou. Talvez tenha sido no instante em que o relógio parou, ou quando o último som se dissolveu no ar como névoa. A cidade, antes pulsante, agora parecia suspensa, como se aguardasse algo que ninguém ousava nomear.


As ruas estavam intactas, mas havia uma ausência que doía. Não era medo. Era expectativa. Como se o mundo tivesse prendido a respiração.


E então, veio o sussurro.


Não pelas bocas, mas pelas paredes. Pelos espelhos. Pelos sonhos. Uma mensagem codificada em memórias esquecidas, em gestos repetidos, em olhares desviados. Algo estava voltando. Ou talvez nunca tivesse ido embora.


A pergunta não era "o que é isso?", mas "por que agora?"


Evans Araújo.

Nas estradas da vida,
o tempo transforma o choro em alegria
e as palavras em poesia.

"Houve um tempo em que eu era filósofa. Eu era a maior intelectual e racionalista de todos os tempos. Dava palestras e discursava em público para todos, porém, tudo isso, era apenas na minha cabeça.


— Bruna Belchior, Endy e Edruk

O Apito, a Matemática e o Óbvio


Em Natividade, vive-se um tempo curioso: discute-se muito, posta-se muito, argumenta-se muito — mas o trânsito continua falando a língua bruta da imprudência.
Em tempos de abusos no volante, não é o grito que organiza.
Não é a live que corrige.
Não é o discurso inflamado que reduz colisões.
As armas mais poderosas continuam sendo as mais simples:
o apito e a vigilância institucional.
O apito não é autoritarismo — é sinal.
A vigilância não é perseguição — é presença do Estado.
A matemática é elementar, quase primária:
Ausência de fiscalização + sensação de impunidade = abuso.
Presença constante + regra aplicada = redução do excesso.
Não requer hermenêutica. Não exige tese de doutorado. Não depende de narrativa ideológica.
É conta de soma.
Quando não há quem observe, alguns avançam o sinal.
Quando não há quem registre, alguns estacionam sobre a faixa.
Quando não há consequência, multiplica-se o descuido.
E a cidade paga em risco o preço da omissão.
Enquanto isso, ali perto, em Porciúncula, formam-se agentes, treinam-se procedimentos, aguarda-se homologação. Pode parecer burocrático. Mas é método. E método é a base da ordem.
Em Natividade, o debate muitas vezes se perde entre versões e justificativas. Porém, a rua não entende versões — entende presença. A rua não interpreta intenções — reage a ações.
O apito não é barulho.
É lembrança de limite.
A vigilância institucional não é espetáculo.
É aviso silencioso de que alguém está cuidando.
E quando o poder público hesita em assumir esse papel, a equação se resolve sozinha — e nunca a favor da coletividade.
No fim, a matemática do trânsito é cruelmente simples:
Onde o Estado não ocupa, o abuso ocupa.
Onde a regra não se impõe, o improviso reina.
Não é questão de opinião.
É questão de soma.

De mim pra VOCÊ. (Um pronome quase definido).

Tudo começou há um tempo atrás, Um tempo em que pensei finalmente estar em paz.
Foi quando percebi que tudo era uma ilusão, Ilusão que aos poucos só féria o meu coração.
Foi quando decidi, parar de acreditar no que mais queria crer mesmo sem encontrar VOCÊ.
Foi aí que VOCÊ apareceu em meu viver.
Pude então perceber que VOCÊ já estava aqui, Aqui dentro do meu coração.
Quase me enganei, Quase que não percebi, que o meu coração precisa só de ti.
Foi quando percebi, que tudo era uma ilusão, Ilusão que aos poucos só féria o meu coração.
Foi quando decidi, parar de acreditar, no que mais queria crer mesmo sem encontrar VOCÊ.
Foi aí que VOCÊ apareceu em meu viver.
Pude então perceber que VOCÊ já estava aqui, Aqui dentro do meu coração.

A vida segue sua linha do tempo, e vamos seguindo em frente construindo as nossas memórias, em cada sorriso e em cada lágrima fica um pedacinho de saudades.
Com sorrisos aprendemos como é bom ter e sentir a beleza da presença física, com lágrimas aprendemos como reflete a ideia de que a verdadeira beleza não reside apenas em características físicas imutáveis, mas na energia, no carisma, na conexão acolhedora e nos momentos agradáveis e inesquecíveis.


di matioli