Poemas sobre o Mar
Quantas vezes fui dormir com a mente um "Turbilhão" e acordei como com vista para o mar com maré baixa.
Na passagem de ano!
O mar é mágico e sempre atende aos sete pedidos, nos pulinhos sobre as ondas, na passagem de ano feita por quem cultiva o amor no coração.
Como um oceonógrafo que pesquisa o fundo do mar, assim deve ser o cristão em relação às Escrituras, a Palavra de Deus.
Palavras inundam meu pensar, quais as ondas de um agitado mar, sigo às serenas águas, preciso descansar.
Caminhar e curtir a paz deste mar tão intenso.Rever as amigas, tentar fazer uma coisa nova à cada dia, nem que seja para mudar a posição dos vasos.
Seu mar pode virar felicidade; mas, seu rio deve ser constância, fidelidade, perseverança e retidão.
Cada vez que nossos olhares se cruzam, sinto uma intensidade que é ao mesmo tempo desafiadora e maravilhosa. A maneira como você me observa vai além das palavras e toca algo profundo dentro de mim. Seu olhar tem o poder de revelar sentimentos que nem sempre consigo expressar, mas que são infinitamente verdadeiros.
Cada passo é escolha, cada olhar, um mar,
E o coração insiste em navegar sozinho. - Frase da música Entre o Querer e o Amar do dj gato amarelo
O que éramos nós, sem o assombro, o espanto, a sensibilidade? Conchas do Mar Morto? Perfeitas por fora, mas sem trazer o som do mar encostado ao ouvido, apenas o sussurro seco do próprio deserto.
Uma Gota de Leitura permite um acesso incrível a uma Praia de Literatura e assim começa um Mar de Aventura que corre para um Oceano de Cultura.
Naturalmente as tempestades do mar da vida induzem-nos a fazer grandes petições. Quem não reza morre pecador, quem reza se transforma num grande pescador.
Insistir em algo que lhe destrói é o mesmo que entrar num mar bravio, tempestuoso, sem saber nadar ou colete para, quem sabe, evitar sua morte.
No impossível mais azul do nada, onde o abstrato se desfaz em si mesmo sem eco ou sombra, o mar engole o tempo como um pássaro que não voa, mas devora horizontes inteiros. Ondas de eternidade se entrelaçam em penas de relógio derretido, e o agora se afoga em plumas salgadas, levando embora os venenos da alma humana; invejas que se evaporam em espuma quântica, ódios que viram conchas vazias girando no vórtice do nunca. Pássaros sem corpo, feitos de minutos partidos, alçam os males do mundo em asas de esquecimento: guerras que pesam como nuvens de sal, tristezas que caem como gotas de ontem, tudo arrastado para o abismo onde o mar e o tempo se beijam em silêncio impossível. Ali, no núcleo do intangível, o mal se desfaz em nada, e o mundo renasce leve, como um voo que nunca pousa.
Em meio ao mar de inseguranças, eu continuo navegando; por isso o barco que eu navego se chama Resiliência.
Todos temos um rio a correr dentro de nós. Passamos a vida a tentar encontrar um mar para ele desaguar. As tempestades fazem-nos constantemente mudar o seu curso e nem sempre o mar aparece
Ali inerte, nas águas limpídas do mar.
Invadida de silêncio, buscando um significado para a palavra amar.
