Poemas sobre o Mar
O brilho das estrelas nem se comparam com o teu olhar,
Neles eu vejo tudo o céu e o mar, o universo está dentro dele,
Entrada sem saída, q me prende noite e dia. -ÁG-
O resto do meu coração
se você quiser pode levar,
nas águas salgadas do mar banhar
pra todo mal acabar...
livrar,
purificar..
perfeitar.
Se você quiser
se me quiser...
Meu coração está vazio,
quebrado e com defeito
foi assim que ele ficou...
sem você, ele não tem jeito.
Com você...
ah! ele é perfeito ;)
A lua em espelho traça um caminho no mar
que me leva até você
neste horizonte noturno
onde o céu e o mar se encontram.
Entrelaçarmos em silenciosos suspiros
velas brancas ao vento e o rangido do barco
Onde, só existe eu e você...
neste momento... e o ruído do mar...
Um cenário de estrelas cintilantes
a iluminar seu semblante...
Sempre vens na lua cheia
raptar meu amor, desejos e suspiros...
Ah! lua...
quando somes na linha do horizonte
me deixas louca com vontade de te ver...
Se vem nuvens em trovoadas
onde não me invoca a você
fujo e escondo-me debaixo da coberta
e espero o amanhecer...
Sou entre flor e nuvem,
estrela e mar.
Por que havemos de ser unicamente humanos,
limitados em chorar?
Não encontro caminhos
fáceis de andar.
Meu rosto vário desorienta as firmes pedras
que não sabem de água e de ar.
E por isso levito.
É bom deixar
um pouco de ternura e encanto indiferente
de herança, em cada lugar.
Rastro de flor e de estrela,
nuvem e mar.
Meu destino é mais longe e meu passo mais rápido:
a sombra é que vai devagar.
Ah, o mar.
Em seus mais diversos tons, não me canso de admirar.
O vai e vem de suas ondas, o balanço das águas e a brisa suave tem o incrível poder de acalmar.
para um coração apaixonado
nada nem o céu
nem o mar, nem fogo ou água
nem mesmo a distância
o impede de falar:
Te amo!
Você sempre estará na minha memória e no meu coração.
Mística
Há coisas que não chegam... acontecem. Como a lua quando toca o mar sem jamais perguntar se pode. Há encontros que parecem acaso, mas carregam no silêncio a assinatura de algum mistério antigo. E há olhos que não apenas olham: reconhecem.
Talvez a alma saiba antes do corpo. Talvez o corpo apenas reconheça aquilo que a alma já sabia, antes mesmo que o coração compreendesse o sussurrar do destino.
Eu não temo o que não consigo explicar, mas paraliso o olhar diante do que não sei nomear. Há beleza demais no invisível para exigir do mistério uma certidão de existência, uma prova, todas as garantias.
Prefiro acreditar que algumas portas se abrem sozinhas, que certas presenças chegam na hora exata, como um soprar dos ventos, sem aviso, sem promessa, apenas porque era tempo de chegar. E que algumas histórias já foram escritas em algum lugar onde o tempo não alcança.
Maktub. Estava escrito. Ou talvez apenas esperando o instante certo para ser lido.
Porque há coisas que não se entendem. Sentem-se. Reconhecem-se.
E quando a alma sente, até o silêncio se torna oração e canção.
E talvez seja essa a mais bonita forma de mistério: não saber de onde veio, não saber para onde vai, mas sentir, no mais profundo de si, que aquilo que chegou já nos pertencia antes mesmo de chegar.
O medo das coisas nos faz parar de sonhar
E construir castelos de areia para o mar.
É uma questão de tempo até ele derrubar...
E quando nas águas os ventos suspiram,
São puros fervores de ventos e mar:
São beijos que queimam... e as noites deliram,
E os pobres anjinhos estão a chorar!
Ai! quando tu sentes dos mares na flor
Os ventos e vagas gemer, palpitar,
Porque não consentes, num beijo de amor,
Que eu diga-te os sonhos dos anjos do mar!
Olhos verdes, azulados
Dá cor do mesclado das águas do mar.
Olhos meigos, tentadores,
Olhos sedutores, como é lindo o teu olhar!
Cabelos castanhos, ondulados.
Lábios rubro, despejados.
Sorriso encantador,
Definição da beleza,
Quem é que não deseja,
Teu coração, teu calor!
Mãos dadas
Quando nossas mãos se tocam
Ao caminhar na beira-mar, vem
Logo um gosto de casa, de calor
Das coisas feitas com amor...
Quando nossas mãos se encontram
Há luz no caminho que percorremos
Céu e mar ganham tons de rosa
E o coração fica em paz....
Quando nossas mãos se entrelaçam
O universo conspira em silêncio
Protegendo-nos de todo o mal,
Guardando este amor para sempre...
De mãos dadas você é meu guia,
É uma alma que abraça outra alma,
Para amar e ser amada,
É tarde cinza de inverno
Que se ilumina na beira mar....
Amor é...
É ter o universo inteiro e querer apenas uma estrela.
É ter água inteira do mar e querer apenas uma gota.
É ter vários olhares em sua direção e desejar apenas um.
É ter várias pessoas caminhando ao seu lado, mas insistir na presença daquela mais especial.
É enxergar todos os defeitos da pessoa e mesmo assim ficar ao seu lado.
É ter um jardim inteiro florido e escolher apenas uma flor.
É ter um arco íris e escolher somente uma cor.
É ser friorenta, mas por aquela pessoa enfrenta qualquer frio.
É ser sol, mesmo que o dia esteja chuvoso.
É ter vários motivos para ir embora, mas basta apenas um, para te fazer ficar.
É quando você tem o mundo inteiro nos braços, mas deseja apenas se envolver nos braços de uma pessoa.
É não ser fã do Nando Reis, mas acaba aprendendo a letra da música preferida dela, pelo simples fato de amá-lo-á profundamente.
Amor é como um pássaro livre, que pode voar além do céu, mas escolhe pousar todos os dias na mesma árvore.
Ó meu amor: eu escolhi você!
{Estranho seria se eu não me apaixonasse por você} trecho da música #NandoReis
Autora: Andrea Domingues
Se quiser
que eu mergulhe
no a(mar)
do seu jardim,
é preciso
que você poda logo
essas suas folhas morta.
Versos rápidos e nada revisado!
Há um mar desnorteado
E um sol amedrontado
Que vejo em dias ruins.
Aparecem no final do dia.
Trazendo em sua companhia
A mulher sem querubins.
Esta donzela muito querida
Que há muito tempo habita
O coração que muito à fita.
De aflita a alma declina.
Declina, aflita e sozinha
À vida que resvala no inverno.
Há uma pouquidade de compreensão
Ela se faz amante e diletante da dor
Ela me descobre do edredom à meia noite.
A noite de sonho perdida!
Talvez pelo medo da encarar a vida
Talvez, por sonhar acordado com a fantasia perdida.
Recife dos corações
Os raios de sol te iluminam.
Vento forte que vem do mar.
De ponte a ponte a cidade é desenhada, dá até pra ver do céu.
Encantamento que fascina.
Nostálgico sabor da infância que paira na sombra da Jaqueira.
Casa Amarela, Casa Forte, Recife Antigo e assombrado.
Parque Dois Irmãos, vida e paraíso.
Da Aurora o Capibaribe é um sonho.
Cidade do frevo e do maracatu atômico.
Pura fonte de beleza e inspiração.
Chora Menino, Boa Vista e Boa Viagem.
Tu és a Veneza brasileira, Recife dos corações.
VIDA AZUL
Me diz que
cor é essa.
É a cor do mar
a cor do céu
do vestido da noiva
Que cor mais do
bela é a cor
da roupa
da fera?
Mas que fera
é essa?
Bela e a Fera
Essa vida azul
não faz sentido
nenhum.
Essa vida é linda
igual a de Cinderela,
mas ai quem dera
Recordar é preciso
O mar vagueia onduloso sob os meus pensamentos
A memória bravia lança o leme:
Recordar é preciso.
O movimento vaivém nas águas-lembranças
dos meus marejados olhos transborda-me a vida,
salgando-me o rosto e o gosto.
Sou eternamente náufraga,
mas os fundos oceanos não me amedrontam
e nem me imobilizam.
Uma paixão profunda é a bóia que me emerge.
Sei que o mistério subsiste além das águas.
Girassol
Mar e Sol
Gira, gira, gira
Gira, gira, gira, gira, girassol
Um girassol nos teus cabelos
Batom vermelho, girassol
Morena flor do desejo
Ah, teu cheiro em meu lençol!!!
Desço pra rua, sinto saudade
Gata selvagem, sou caçador
Morena flor do desejo
Ah, teu cheiro matador!!!
Mar e Sol
Gira, gira, gira
Gira, gira, gira, gira, girassol
Mar e Sol
Gira, gira, gira
Gira, gira, gira, gira, girassol
Eu lembro da moça bonita
Da praia de Boa Viagem
A moça no meio da tarde
De um domingo azul
Azul, era Belle de Jour
Era a bela da tarde
Seus olhos azuis como a tarde
Na tarde de um domingo azul
La Belle de Jour
La Belle de Jour
Era a moça mais linda de toda a cidade
E foi justamente pra ela
Que eu escrevi meu primeiro blues
Mas Belle de Jour, no azul viajava
Seus olhos azuis como a tarde
Na tarde de um domingo azul
La Belle de Jour
