Poemas sobre o Labirinto que a a Vida
SOBRE A REENCARNAÇÃO:
“A madre Teresa de Calcutá e todos os que trabalham em hospitais, orfanatos etc. seriam malfeitores porque não deixariam cumprir o ‘carma’ dos pobres, dos doentes, dos desamparados...”
SOBRE A REENCARNAÇÃO:
“E se ‘as doenças, dor... são castigo de vidas anteriores’, as plantas e os animais defeituosos, acidentados, vítimas do homem ou de outras plantas e animais estão também pagando por anteriores reencarnações?”
SOBRE A REENCARNAÇÃO:
“O cúmulo: Jesus Cristo, os mártires, os heróis... teriam espíritos de malfeitores?! E (para os espíritas): Chico Xavier foi doente a vida toda; tinha, portanto, um espírito grandemente perverso?”
SOBRE A REENCARNAÇÃO:
“A doutrina católica ensina que Deus permite o sofrimento para colaborarmos com Jesus Cristo na Redenção do mundo. ‘Não tem comparação possível os sofrimentos desta vida com a futura glória que se manifestará em nós’ (Rom 8,18), conquistada colaborando com Cristo na Redenção até com o heroísmo dos mártires.”
SOBRE A REENCARNAÇÃO:
“Como amplamente explicava Leibniz: se este mundo fosse melhor, seria muito: não haveria caridade, paciência, progresso... O sofrimento nos desapega deste mundo tão passageiro, lembra-nos que o realmente importante é preparar-nos para a eternidade...”
SOBRE A REENCARNAÇÃO:
“O catolicismo ensina que cada qual terá a purificação (purgatório), o prêmio (céu) e o castigo (inferno) segundo seus próprios merecimentos; não outra pessoa e sem saber o porquê, como seria no absurdo da reencarnação.”
VOCE FICOU NO PASSADO
Quero saber qual a sua intenção
Sobre nós
Quero saber qual a razão
Da gente não poder ficar a sóis
Você um dia falou
Que tudo tinha acabado
Que eu não servia pra te amar
Que o seu amor Era de outro
Diz o que veio fazer aqui
Diz pra mim
Se quer o meu perdão
Eu já te perdoei
Mais meu amor não terás não
Não não não
Você faz parte do meu passado
O passado que passou
Podem me ligar
Estou a procura de um novo amor
Poeta Antonio Luís
Dica Valiosa:
Quer saber mais sobre os outros?
"Escolha um dia aleatório e tome atenção á reação dos outros, quando você não dá a utilidade do costume"
Poema sobre Panelas.
Panelas, cidade querida,
No coração de Pernambuco,
Teus encantos não se escondem,
Para quem te conhece, tu és um luco.
Tuas ruas calmas e serenas,
Respiram a tranquilidade,
Teu povo trabalhador e forte,
Vive com honestidade.
No centro da cidade,
A praça é um encanto,
Onde todos se reúnem,
E alegria é o canto.
Panelas, teus rios e pontes,
Mostram tua beleza natural,
Tua história e tua cultura,
São tesouros imortais.
Suas ruas de paralelepípedo,
Guardam a história do tempo,
Seus casarões, seus prédios antigos,
São um convite ao pensamento.
Assim é Panelas, minha cidade amada,
Que enche meu peito de emoção,
De orgulho e de saudade,
De ser parte dessa linda nação.
Soneto sobre Resiliência e Angústia
Resiliência não é ser imbatível,
Blindado contra a dor ou a traição;
Não há um coração tão invencível
Que nunca sinta o peso da emoção.
Na angústia mora a chave do caminho,
E aquele que a encara, sem fugir,
Descobre, mesmo em meio ao desalinho,
A força que o ensina a prosseguir.
Não é na fuga que se encontra a paz,
Mas no enfrentar sereno e consciente;
Quem sofre e luta, aos poucos se refaz.
E aprende que o sofrer é inerente,
Pois, como Kierkegaard bem nos traz,
É da angústia que se faz o resiliente.
Edson Luiz ELO
São Paulo, 23 de janeiro de 2025
"O bom construtor não menospreza a construção dos outros.
Edifica a sua sobre a rocha, usando o cimento da humildade e a argamassa do amor."
Maria do Socorro Domingos
Não há mistério
sobre o acontecido
em Pacaraima,
e mesmo que
eu quisesse
esquecer disso,
não há como,
porque isso
tem nome e se
chama terrorismo.
Corre na veia o
sangue nômade,
com o terror não
tenho paciência,
porque só a Deus
doa a clemência
quando não há
autoridade para
investigar e prender,
quem passa a tomar
conta é o destino
e ele nunca
tem medo,
em nem tempo
com gente que
não presta,
pois para ele
não há nada
ali que valha
a pena perder.
Na fronteira sou
maior que todos
os que se
acham grandes,
enquanto eles
naufragam no ego:
eu apenas sou
uma brasileira
com alma de imigrante.
Os meus olhos sobre ti são
as minhas silentes preces
De petição fervorosa à Irene,
para que perene tu retorne
Ao teu solo e [destino;
Inteiro, sólido e divino.
Estes versículos mundanos
são alaridos [discretos.
Que não te toquem os profanos!
Os meus reflexos poéticos são
os meus voos infinitos,
Eu te pertenço
com o espírito de [vinho,
Por tenho te deixado quietinho.
Estes versículos penetrantes
são versos de [paixão,
E batidas do meu coração!
Com fino gáudio eu te ofertei
à Atena para que te proteja
de todo o perigo
És o meu pecado atrevido;
Eu te quero [preservado
e de todo o Mal protegido.
As estrelas riscam o chão,
E escrevo sobre o amor
Na palma da minha mão,
És Universo e intimidade
Vou reverenciar cada minuto
Em nome da nossa paixão.
As estrelas iluminam
Os teus tontos passos...,
Porque no fundo és menino
Pleno e do mundo desprotegido;
Precisando dos meus afagos,
Para não temer o infinito.
Segue os meus passos
Como o Sol descobre a sombra,
Sinal de que não havia percebido
Da libertinagem com pompa,
Rimado pelas estrelas aos estalos.
Pecado inconfessável,
Chama secreta,
Perfume inefável,
Rosa mística,
Oásis no deserto,
Ilusionismo perfeito,
Soneto d'alma,
Porão aberto,
Algema quebrada,
Coração inteiro,
Flutuação perfumada,
Estou hipnotizada,
Completamente dominada.
Os grãos das areias formam:
O nosso castelo sobre a duna.
Os ventos do Norte roçam:
O rastro da Lua marfim.
A pele que o Sol aqueceu:
O amor ela floresceu.
Como a tua mão carinhosa,
Surgida na primavera rosa,
Feita de poesia íntima e corajosa;
Porque amar é ter coragem,
É viver a poesia da vida,
Iluminando tudo a toda hora...
As flores da duna me comovem,
Presas aos grãos das areias,
Lindas tiaras das sereias,
Balançam as pétalas como harpas,
Desse meu amor você não escapa,
E nem do meu verbo que te enlaça.
Sei de tudo um pouco:
- Sei estar entre elas.
Sei te esperar,
Sei te despertar,
Sei ser grão e duna,
Sei viver só, e ser tua
Entre as flores amarelas.
Sei o quê fazer e como fazer,
Dosar na medida certa,
Para assim você não me esquecer.
Sei e sempre sobre estar,
Com as correntes a meu favor,
Você irá me ter no oceano de amar.
As flores sobre o asfalto,
- suspiram
As emoções ao alto,
- inspiram
Multicores descrevem:
os amores secretos,
e os desejos indiscretos.
Em versos sinceros,
- imensuráveis
Não menos belos,
Censuráveis por uns,
- admiráveis
Por alguns...,
Curvados as boas letras
Para que não te esqueças.
Porque me descortinas,
Danço no meio da neblina,
Faço propositalmente rimas,
Canto de menina,
Bordado de senhora,
Cuidado de poetisa,
Passo de dançarina,
Sono de musa repousado
Desdobrado sobre as colinas.
Recolhe o tempo dentro de ti,
Brinca com o tempo adentro,
Recoste sobre o meu ombro
E deixe o corpo falar de tudo.
Retire entre nós as espumas,
Deixe que nasça todas as luas,
Entregue-se aos sons das ondas
Para tomares ciência e as contas.
'Inverne-se' para o verão chegar,
Recrie-se para a paixão balançar,
Liberte-se de tudo o que te prende
E deixe livre só aquilo que sente.
Desce a aura rosa do céu,
Dando sorriso ao mar,
O Sol doce como mel,
- Assim resolveu se entregar
Durante as baixas temperaturas,
Ele resolveu rimar-se com o mar,
Aberto as boas loucuras de amor
Remando no oceano de tanto amar.
Sobre a cadeira de vime,
Suavemente o xale russo,
Repousa certo e sublime,
Tal como um sono profundo.
Sobre o segredo de vidro,
Secretamente tu partiste,
Carinhosa tu deixaste-me,
Sonhando o teu regresso,
E cada pedaço tu repartiste.
Sobre a cadeira de vime,
Fortemente a saudade,
Bate forte e senta o peito,
Com a força da cavalaria
Reclama a tua falta - nostalgia.
Escrita sobre linhas de ouro,
Tranquila em curvas e retas,
Revista na valsa das horas,
Exata como ilhas e terras.
Intensas veias cor de rubi,
Mexendo com as intenções,
Serenas intenções por ti,
Extasiando as intenções.
Consignada rubra estrela,
Brilhante no firmamento,
Flórea e bem vermelha,
Fiel eleita pela beleza.
Comungada com os astros,
Seguindo os teus passos,
Vou vivendo a sua espera,
Só para viver nos teus braços.
Para uns sou o veneno,
Eu te inebrio,
Para outros o remédio,
Eu te acordo,
Sou o mais fino vinho,
Jardim acetinado e vero,
Carrego a grande espera
Do tamanho de tudo e do mundo,
A minha alma não cede, é sincera;
Posso vir até sofrer, mas não em vão;
Nasci para te entregar o meu coração.
Caminhando
pela minha
rua com amor
no coração,
Tenho flores
de pessegueiro
sobre a cabeça
e poemas
de revolução
de uma impossível
latino-americana
alvorada
que nenhum
ofensor há de deter.
Porque sei que
cedo ou tarde,
A vida há
de nos aproximar,
e ninguém
há de impedir.
Tenho fé na vida,
e um sonetário
diferente todo dia
para não manterem
neste caleidoscópio
os nossos sonhos,
E mesmo que você
não mais acredite,
O mundo é nosso
e vamos vencer
esse jogo
que tem nos
afastado
um do outro.
