Poemas sobre Nós Mesmos
É que eu adoro o que eu digo. É impressionante como eu me encanto com o que o eu mesmo falo, é impressionante o quanto eu entendo quando eu mesmo explico. Porque tem gente que condena, as pessoas consideram isso arrogância. Mas pare para pensar: Se você vai ter que conviver com você mesmo até o fim, se você vai ter que se aguentar até o fim, se você vai ser espectador de você mesmo até o fim, é melhor que se encante com o que faz.
Eu queria que você soubesse o que se passa aqui dentro, mas até eu mesmo me sinto confusa muitas vezes. Mas saiba, que ninguém nunca ocupou o espaço que você ocupa, eu tento fugir do que sinto, mas só basta você se aproximar e tudo muda. Você tem um poder inegável sobre mim.
Me pergunto como pude sucumbir nesta vertigem que eu mesmo provocava e temia. Flutuava entre nuvens erráticas e falava sozinho diante do espelho com a vã ilusão de averiguar quem sou. Era tal meu desvario, que em uma manifestação estudantil com pedras e garrafas tive que buscar forças na fraqueza para não me colocar na frente de todos com um letreiro que consagrasse minha verdade: Estou louco de amor.
Eu sou grato a todos aqueles que disseram não para mim. Por causa deles, eu mesmo fiz.
Não sei o que se fez ou o que eu mesmo fiz depois. Sei, e isso com certeza absoluta, que não teve a menor graça. Desde então, tenho uns agostos por dentro, umas febres. Uma tristeza que nada, nem ninguém conserta. É assim que se começa a partir?
“Prefiro acreditar que o cupido existe. É menos idiota que saber que eu mesmo escolhi as pessoas que gostei.”
“Desculpa, é que nem eu mesmo gosto muito de mim. Fico meio assustado quando alguém me diz que consegue isso.”
Se melhorarmos a nós mesmos, contribuiremos positivamente para a comunidade em que vivemos e até para a evolução da humanidade.
Quando você souber separar quem você quer ser e quem você tenta transparecer para os outros, você ira se entender!
A vida é como um tiro de uma pistola,é atirada por alguém e é seguida em uma direção reta com um fim indefinido.
