Poemas sobre Mulher Sereia
Um homem de verdade é aquele que cuida, dá valor e faz de tudo para ser único na vida de uma mulher.
Homens: vocês nunca sabem o quanto a gente sabe...mas tenham a certeza de que a gente sabe muito mais do que vocês pensam que a gente sabe.
" -- Juca Mulato! Esquece o olhar inatingível! / Não há cura, ai de ti! Para o amor impossível. / Arranco a lepra ao corpo, extirpo da alma o tédio; / só para o mal de amor nunca encontrei remédio... / Como queres possuir o límpido olhar dela? / Tu és tal qual um sapo a querer uma estrela... / A peçonha da cobra eu curo ... Quem souber / cure o veneno que há no olhar de uma mulher! / Vencendo o teu amor, tu vences teu tormento. / Isso conseguirás só pelo esquecimento. / Esquecer um amor dói tanto que parece / que a gente vai matando um filho que estremece, / ouvindo, com terror no peito, este estribilho:/ "Tu não sabes, cruel, que matas o teu filho?"/ E, quando se estrangula, aos seus gemidos loucos, / a gente quer que viva... e vai matando aos poucos! / Foge! Arrasta contigo essa tortura imensa, que o remédio é pior do que a própria doença / pois, para se curar um amor tal qual esse ... / Juca Mulato, esquece!" (feiticeiro) ("Juca Mulato")
Me aguarde, estarei aí em pensamento. Deixa eu tocar sua alma com a superfície da palma da minha mão. Sou mulher, sou livramento, sou doce, sou lua, sou do mundo e sou tua. Sou anjo, sou guerreira, sou princesa, domo dragões, sou fada, sou bruxa, sou adulta e sou criança.
Sou entre flor e nuvem. Sou a calmaria duma tarde silenciosa, num tempo tão distante. Sou sorriso e sou lágrimas, sou amor e esperança. ( Eliani Oliveira )
As pessoas estão sempre interessadas em emagrecer, mas poucas estão interessadas em parar de comer alimentos que engordam.
Estamos cansados de saber que nem na escola, nem nos livros onde mandam a gente estudar, não se fala da efetiva contribuição das classes populares, da mulher, do negro do índio na nossa formação histórica e cultural. Na verdade, o que se faz é folclorizar todos eles.
Somente a maturidade nos permite olhar sem pressa; olhar com mais leveza, mais clareza, mais ternura. Só mesmo a maturidade nos permite saborear a vida devagar, apreciando as minúcias, os detalhes, sem deixar que nada se perca ou passe desapercebido ao radar da nossa alma poética. Só a maturidade nos dá a displicência de andar sem rumo, sabendo exatamente onde queremos chegar. Ainda é a maturidade que nos ensina a dizer não sem culpa e também recebê-lo sem mágoas. Só a maturidade nos dá leveza suficiente para abrir mão de tudo que não acrescenta; nos rouba e tira a paz e receber com gratidão o que chega. Somente a maturidade nos dá a elegância necessária para pular vírgulas e reticências desnecessárias e sem nenhuma culpa ou remorso ir direto ao ponto.
Apesar de tantas lutas, a violência contra as mulheres ainda subsiste, faz parte do nosso convívio hodierno, de nossas raízes socioculturais, algumas vezes veladas, silenciosas e difíceis de ser identificadas, outras totalmente ostensivas.
A nós, mulheres guerreiras que lutamos, sofremos, amamos, rimos, choramos...enfim, encaramos a vida e não nos deixamos ser vencidas no primeiro round...muita força, coragem e fé para que consigam os realizar tudo o que almejamos...Parabéns a nós todas e em especial às mulheres que muito tem marcado em minha vida, minha Mae Raimunda Enes e minha filha Richelle Kauanny.
As mulheres humildes me parecem o passatempo principal dos poetas. Como se não houvesse história a menos que rastejássemos e chorássemos.
É comum dizer que as mulheres são criaturas delicadas, flores, ovos, qualquer coisa que possa ser esmagada em um momento de descuido. Se alguma vez acreditei nisso, já não acreditava mais agora.
Entre em sua própria sintonia: Se ache linda, se aplauda, se elogie, se assovie, se arrisque, se eleve, se realize! Confie em seu poder. Gaste seu batom vermelho. Apague os outros “se”. A responsável por sua felicidade é você!
_____Cleonio Dourado
Sou como um navio pirata que anda a deriva pelos mares da vida,sem rumo,sem ter um porto seguro para aportar. Meu capitão é meu coração solitário, que segue procurando histórias para sorrir, viver e sonhar sem saber ao certo o que é direito, tentando se livrar talvez da maldição que é a solidão, mas continua seguindo...
Uma vez, perguntou-se, em minha presença, em que consistia o maior prazer do amor. Alguém naturalmente respondeu: "em receber". E um outro: "em dar-se". Um outro ainda: "prazer de orgulho". E mais outro: "volúpia de humildade". Houve, por fim, um descarado utopista que afirmou que o maior prazer do amor era o de formar cidadãos para a pátria.
Quanto a mim, digo: a volúpia única e suprema do amor está na certeza de fazer o mal. E o homem e a mulher sabem, desde o nascimento, que no mal se encontra toda a volúpia.
Mãe, nesta lembrança que abraça meu coração, toda minha saudade, todo meu amor e toda minha gratidão eternamente. Te amo!
se eu não errasse tanto, nunca teria chegado aqui e nunca teria te conhecido, acho que erraria tudo de novo e recomeçaria sempre nessa perspectiva de sempre duvidar do que é certo
