Poemas sobre Homens Covardes
PARE!
Cheguei a conclusão que você não é covarde, só que sofre a tanto tempo, se ilude a tanto tempo, não acredita a tanto tempo, que acostumou com a ideia de nunca ser feliz.... Você tem medo de sentir o sabor de algo que te garantiram que não existe. ESTAR FELIZ!
POSSO LHE GARANTIR QUE A FELICIDADE NÃO EXISTE... É INVENTADA TODOS OS DIAS E SABOREADA EM TODOS OS INSTANTES.
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Coragem o cão covarde
O Coragem é um cão solitário
num lugar onde o tudo é nada,
e o nunca é elevado ao quadrado,
onde um rancho é a sua morada!
O Eustácio só sabe xingar,
é ranzinza de primeira mão.
A Muriel já é pura inocência,
acredita em qualquer Vilão!
O Coragem é um cão vira-lata,
mas tem na mente a terceira visão.
E apesar do seu corpo franzino,
enfrenta o mal e salva o patrão!
O coragem é um cão mui esperto,
e o Eustácio, um homem vulgar.
Ele só diz: — cachorro idiota!
mas o cão tem muito a ensinar.
[Personagens principais: Eustácio Bagge, Muriel Bagge
e o cachorro - Coragem]
Poema de J.A.Lopes
“A esperança concede força ao fraco, transforma o covarde em herói,
sublima o egoísmo por amor,
converte o medo em convicção,
os sonhos em propósito e o
individualismo em fraternidade.”
Sobre Covardes
Demétrio Sena - Magé
Compreendo as mensagens de cancelamento
em silêncios, distâncias e medo profundo;
é difícil passar pelo meu pensamento
e manter confortáveis os olhos pro mundo...
Só não posso romper as verdades do assunto,
quando vestem os panos do nosso momento;
não me deixo calar; quem não quer pensar junto,
não precisa fugir; aspirar outro vento...
Mas entendo covardes; deve ser medonho
esse medo da vida e da busca do sonho
desse mundo de todos e não de alguns donos...
Imagino entre os panos a borra contida
dos que têm que temer a minh'alma perdida,
como mandam dos púlpitos, grupos e tronos...
... ... ...
Respeite autorias. É lei
"Olá 'amiga', olá 'inimiga', olá você 'covarde da internet' que tenta me esculachar no facebook, orkut e sei lá mais o quê... A cada comentário negativo, um jeans de marca tá no meu guarda roupa e um homem aos meus pés..."
-Aline Lopes
Às vezes erramos.
Às vezes erramos, e como somos covardes; e não queremos assumir o nosso erro. Quando somos punidos, então procuramos colocar sobre alguém a culpa da nossa sentença.
Isso me faz ver o quanto somos covardes a ponto de não ser capaz de assumir que erramos e o nosso erro nos puniu. Aí, em vez disso, nos fechamos dentro de nós e botamos a culpa do nosso erro em alguém que apenas fez justiça, nos fazendo pagar pelo crime que cometemos contra alguém.
Desistir de você e ir embora foi um ato de coragem. Ou fui covarde?
Doeu...
É triste deixar quem se ama, mas ficar séria não me amar
Seria cruel comigo e com você.
Essa é a parte dolorosa., sentir e ter que sufocar, tentar esquecer, fingir que não dói. E como está doendo.
Queria que você fosse o último, que nossa estrada fosse longa, que estivéssemos sempre juntos, ainda que fisicamente longe. Que toda mágoa fosse breve. Que fosse leve a nossa caminhada, ainda que pesasse a gente não desistiria do nós...
Que nossa vontade fosse livre.
Queria que pudesse me escolher sempre. E mesmo que eu seja minha, eu sempre seria tua. Mas, não foi assim..
Algumas pessoas não perguntam porque são covardes e têm medo da verdade..
Preferem o silêncio porque sabem que a resposta pode destruir a fantasia que sustentam.
Outras não perguntam porque são trouxas e acham que já conhecem a verdade.
Confundem amor com posse e confiança com certeza absoluta.
"Há alguns dias eu chamei um dos meus colegas de sala de covarde.
Só que... eu acho que o maior covarde de todos sou eu.
Eu só queria que todo mundo me deixasse em paz, como se... eu não tivesse aqui."
– Classe dos heróis fracos
"Os covardes morrem muitas vezes antes de sua morte; os valentes nunca provam da morte senão uma vez"
( Júlio César)
A rendição
De joelhos a rendição foi covarde,
Na podridão da futilidade a água suja era servida, mas as suas taças quebraram ofuscadas pelo brilho perpétuo do pecado,
Um grito muito forte umedeceu a sala fria e despertou a inquietude de um corpo teimoso, preso na melodia da recusa,
Na promessa quebrada a confissão veio como canção melancólica e de sabor agridoce,
Quem não soube dividir o mundo comigo, jamais poderia ter levado o meu coração junto a si.
DEUS É FIEL
A vida é uma constante luta
Onde não tem lugar para covardes!
A disciplina valoriza os sonhos...
A fe que nos faz alcançar o céu
O trabalho pelo pão de cada dia
Revela valentia com sorriso no rosto
Mesmo que as vezes lágrimas rolem
Pela saudade ou pelas ausências
Que se fazem necessarias pra viver.
O reflexo nos olhos de uma rainha
Mâe que através dos sentimentos
Na capacidade de amar sem limites
Para que entendam um pouco do amor de Deus!
Precisamos valorizar o que temos
Pois sempre alguém nos espera
Para compartilhar até mesmo do pouco
Para que o mundo se torne melhor
Porque o Senhor é o nosso refúgio!
Entao faça o seu melhor
Porque Deus esta no controle!
Jamais esqueça:
DEUS É FIEL!
Detectando um COVARDE:
Quando você conversa com um COVARDE ele não olha nos seus olhos, olha para o chão!!!
O COVARDE só é valente quando está em turma, sozinho é um Zé ninguém!!!
Fala mal de todos pelas costas!!!
O COVARDE sempre culpa os outros pelos seus erros!!!
Intimidam os mais fracos, pois sabem que não vão revidar!!!
Círculo de amor
Eu vivo um amor no plural, na singularidade e na covarde eternidade,
A proximidade que arrepia, o olhar de águia que atravessa pensamentos e aquele despertador que invade a alma gritando,
Curvas na estrada com neblina, vinho derramado após a quarta taça, sopro de um tal existir sem respirar,
O céu e o mar ficam sem vida no escuro até a lua aparecer mais uma vez,
A persistência trouxe a vitória, a coerência tem regado as rosas e a reciprocidade acontece todos os dias depois do meu achado de uma entre muitas milhões.
O amor real não é um refúgio covarde contra a tempestade, mas o compromisso inegociável de dois náufragos que decidem construir uma ilha de paz no centro exato do furacão. Exige a coragem brutal de mostrar as próprias ruínas sem maquiagem e a paciência de reconstruir, pedra por pedra, o altar da confiança em solo movediço e incerto. Não aceite afetos rasos que temem a profundidade das suas águas escuras e a complexidade do seu arranjo interior mais íntimo e sagrado. Quem não sabe lidar com a gravidade do seu silêncio, jamais terá o direito de reger as sinfonias que pulsam em suas veias abertas. O amor é para os que não temem a intensidade de uma nota sustentada até o limite do fôlego.
- Tiago Scheimann
Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.
Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.
A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!
Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.
Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.
Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.
O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.
Os Covardes e Arrogantes são especialistas em guerra palavrosa: lutam nas Narrativas e Bravatas, sempre na esperança de convencer os tolos a se lascar por eles.
É um tipo de combate extremamente curioso, porque dispensa coragem e, muitas vezes, até coerência.
Basta uma “boa” retórica, um punhado de frases inflamadas e a habilidade de transformar conflitos complexos em slogans simplificados.
Nessa arena, não se exige a presença de quem convoca a luta — exige-se apenas a adesão de quem está disposto a acreditar.
A covardia se protege atrás da multidão; a arrogância se alimenta dela.
Enquanto uns inflam discursos, outros são empurrados para as trincheiras — simbólicas ou reais.
E assim se constrói uma dinâmica perversa: quem menos arrisca é, quase sempre, quem mais exige sacrifícios.
Os arquitetos dessas guerras raramente aparecem quando chega a conta.
Preferem permanecer na confortável distância de suas convicções barulhentas, observando de longe o estrago que suas palavras ajudaram a provocar.
Porque, para eles, o campo de batalha nunca foi o lugar onde se paga o preço — é apenas o palco onde se convence alguém a pagá-lo.
Talvez por isso a prudência seja uma virtude tão subestimada em tempos de tantos gritos.
Pensar antes de aderir, duvidar antes de marchar, desconfiar antes de se indignar — tudo isso parece pouco heroico para quem foi seduzido pela estética da guerra.
Mas quase sempre é assim que se evita morrer, ou viver quebrado, por batalhas que nunca foram realmente suas.
