Poemas sobre Frio

Cerca de 4815 poemas sobre Frio

Eu sinto
Que nunca vai dar certo sem um pouco de amor,
Que cada dia longe de você é assustador,
Medo, frio, palavras, sinto essa dor.

Inserida por rafaelacizio

Estar com você me encanta...
Logo hoje à noite, quando vem o frio...
Vou preparar um bom vinho e uma manta...
E o resto? Nem se preocupe, é secundário!

Inserida por PMarcos

Parolando com Lola.
...
Eu continuo a esperar pela chuva.
Fico triste na demora.
Vem um calorão besta,
de arder, de suar as tampas.
Na planície é assim.
Dia desses vou morar na montanha.
Respirar mais alegrias..
Faz um friozinho ruço..
Não.
Jeito não tem não.
Só vontade.
A vida não é a gente que governa.
Andei muito por aí.
Quis fazer morada noutros cantos..
As minhas raízes me firmaram
e eu voltei pras minhas vacas.
Agora calço botinas de chumbo.
Qualquer distância ficou muita.
A vontade é um quase poder tudo.
Só que por dentro,
no imaginável.

Inserida por ranish

Sorriso de frio


Sorriso que sorri vazio, sorriso de frio...

Sorri como quem já sorriu, mas sorri de calafrio.

Ri diante do frio, range os dentes, treme os lábios.

Por hora o riso sombrio, disfarça a cova nos orvalhos...

Mas seus olhos não mentem… Seu sorriso não sorri…

Somente prendem a mente, de quem o olha rangir.

E que não vê a névoa por trás do colibri.

Pobre sorriso vazio, breve sorriso de frio...

Inserida por AlvaroAzevedo

Outono

Sol acorda cedo
Orvalho fresco sobre a grama
No cantar dos passarinhos
Chimarrão e um programa

O verde predominando
O colorido se escondendo
Não esquece do casaco
É o outono florescendo

A folha cai no chão
Céu azul toma forma
É a positiva vibração
A natureza se transforma

A noite se adianta
Céu aberto, lua cheia
Brilho que nos encanta
Outono, singela brisa passageira

Inserida por guilhermebertollo

Toque Vivaldi, Josh, Gotye...
Abra a janela, deixe entrar um vento gelado.
Esquente um chá.
Onde estão os bons livros?
Preciso dos meus casacos, das minhas luvas, das boas conversas.
Quero sorrisos charmosos, visitas sem pressa.
Simplifique novamente a capela, a música, o sermão.
Eu tenho que observar o asfalto que piso, e contar as estrelas que vejo.
Ando enfadada do que tenho que ser, pra acompanhar a loucura que o mundo tem sido.
Sinto falta da singularidade minha.
Ando com muita saudade de mim.

Inserida por Lizzyauer

Um completava o outro
Ele era uma mistura de frio com geada
E ela, o cobertor com um filme de madrugada

Inserida por AlefNascimentosz

Trago em minh'alma
um passado frio e dolorido
de muitos espinhos
gemidos e saudades
Arrepios eram meus silêncios
ansiando felicidade.

Cacos quebrados
Tecidos descosturados
Pés machucados
Olhos tristes
Viço enfraquecido
Dias solitários ...

Mas nem por isso
me permiti ao infame
descompasso
Me aprumei
Me libertei
Me reassumi
Me vesti de fortaleza...

Por mais que o passado
me ponha num mar de desalinho
Meu coração não é menino
E não anseia mais
vagar por entre correnteza,
Mesmo o tempo
por vezes sendo tão arredio ....
Aqui eu mando!

E se quer saber?
Hoje subo
danço
e encanto com alma de borboleta .

Inserida por Paulamonteiro

Apenas mais um dia

Muitos dias levanto
e apenas sigo indiferente
não vivo e nem canto
muito menos acordo contente

Entre idas e voltas
sorrisos e lamentos
mares e revoltas
vazios e tormentos

Somente me vejo no escuro
não há claro por perto
nem há nenhum muro
que eu possa escalar de certo

Apenas vazio
por dentro do meu eu
uma alma posta ao frio
que pouco a pouco apodreceu

Inserida por eleonora_avello

Estamos sempre sozinhos
Como copos vazios
Transbordando amores
Como corpos frios
Que hospedam flores

Inserida por abrucezzi

Noites frias

A chuva bateu na porta de casa
Pensei no homem de rua e nos ventos gelados que em seu peito afagava
Gritando desesperadamente por calor
Vivendo em um silêncio insolente que sufoca a sua dor
Não era sua voz que gritava, era o seu pensamento
Ele sofria, pois congelava por dentro
Ele nada dizia...
Não quis incomodar a burguesia que ali dormia
Enrolados nos cobertores de seus aposentos.

Slá, só mais um café.

Inserida por JoseTurin

Depois de,

Um frio de rachar...
Entre vales de lençóis,
As tuas vestes irresistíveis,
Desejei não desejar!...

-- josecerejeirafontes

Inserida por JoseCerejeira

Perdi o guarda chuva,
que nem era meu,
perdi seu amor
que eu achei que era,
começou a chover,
vou me molhar,
já te desejo,
já não te tenho
nem guarda chuva,
nem você,
nem seu calor,
sinto frio,
sinto saudade,
sinto vontade,
sinto muito...

Inserida por leonel_ribeiro

Ela é chuva,
nos dias mais quentes.
Ela é calor
nos dias mais frios.
Ela é o encaixe dos meus vazios dolorosos.

Inserida por denodado_

No silêncio da manhã

Debaixo de um bruto frio
Sobram-me palavras enfeitadas
Quando deslumbrado, eu m'arrepio!

Neste bosque onde tudo reluz
Encontrei, tão cheio de graça
Meu ai-jesus!

-- josecerejeirafontes

Inserida por JoseCerejeira

Frio; calor
Dia; noite
Seco; molhado
Frente; atrás
Passado; futuro
Leve; pesado
Doce; salgado
Você; Eu
E o amor continua assim, como as leis da física, atraindo os opostos.

Inserida por GustavoAleixo

Quer impressionar uma mulher? Nem todas gostam de flores e cores.
Um simples ramo verde de chá, em um tempo frio, em um canto qualquer, acenda a lareira e bota a chaleira para abrasar.
Aprecie uns aos outros, entrelaçados no sofá, sentido a brisa do vento, contando causos de convento, podem até balbuciar, mas riem dos argumentos, mas não deixe de sentir seus batimentos. Eles podem um dia parar.

Inserida por DrikaLeone

Na noite
encontramos o desejo,
o calor,
o toque,
o beijo
que acelera nosso coração.

A mão
que percorre o corpo,
o desejo
de sentir,
de gritar,
de ouvir.

O corpo
cada vez mais perto,
mais único,
mais entrelaçados
pelo abraço
que nos tornava um

Nos passos da morte,
no toque frio
da noite escura
todos definhamos,
a passos lerdos
do inevitável.

Inserida por astharsharan

SOMÍTICO TEMPO

"Somítico TEMPO que me afaga

Tentando me embaçar

Com espancamentos em flutuosas esperas,

Cobres-me de inculpações,

Aspiras aos restos de mim

E me contornas no fito

De partir-me em sucintos pedaços.

Não outrora me batas,

Muito embora me ostentes,

Sou-te têmpora esparsa,

Adendo do teu sopro,

Estupor cálido de teus gostos,

E me afugento por querer-te frio, alagado, sem cravos,

Longínquo de minhas inspirações."

CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES

Inserida por CAROLINE__GUTERRES

DECÁLOGOS INODOROS

"Elaborei novações costumeiras em incinerações oculares,

Deturpei as condenações dos escalpes

E alvéolos em puberdade,

Exauri as paridades da minha tisna em holofote,

Relaxei as revisões de canais relampejados em honorificências

Decresci as reciprocidades postadas

Na verbosidade fronteiriça,

Arrefeci a animosidade com a vida em decálogos inodoros,

Repreendi a relíquia dos meus fracos

E tabuísmos passadouros

E poluí o esqueleto da saliência mais fria em meus portfólios."

CAROLINE PINHEIRO DE MORAES GUTERRES

Inserida por CAROLINE__GUTERRES