Poemas sobre Cavalos
Rabeca, pandeiro e ganzá
para tocar o Cavalo Marinho,
Todos nós vamos dançar
cada um com seu cordão
e com com arcos de fitas na mão,
Quem sabe o teu amor
vou encontrar no meio da multidão,
e farei você cair na minha sedução.
Não precisa ser Quaresma
para o Cavalo Invisível surgir,
Fazendo você ouvir
e sentir de outra maneira,
Ele faz da sua consciência
a casa para continuar
a galopar sem parar
e suas ideias inquietar;
Quem vive para desacreditar,
para assombrar e para caçoar,
Sem esforço sobrenatural
acaba assombrado
pelo próprio galope,
Pode ter certeza e esperar.
Com a mesma lealdade
do Cavalo Branco
da lenda campeira,
O meu coração é um
cavalo selvagem
que espera pelo seu;
Não importa quanto
tempo demore,
O importante é que
a chama perdure
até encontrar contigo
e em nós cumprir
o quê é belo e infinito.
Não há diferença entre
o coração e o cavalo,
ambos nasceram
precisando de muito
carinho e confiança;
e não há outro caminho.
O Açoita-Cavalo deste
poema nasceu mesmo
é para crescer no mato,
e não para continuar
do chicote sendo o cabo.
Quem na vida quer um
coração, quer um cavalo
ou ter os dois ao mesmo
tempo tem que ter tato.
O coração e o cavalo
só obedecem quando
são muito bem tratados.
Quem quer despreocupado
um coração, um cavalo
ou ter ao mesmo tempo ambos:
deve ser muito apaixonado.
O coração e o cavalo
só permanecem onde o amor
é generosamente ofertado.
A oportunidade é um cavalo que passa rápido.
E você tem que está desperta e de candeias
acesas para montá-lo, antes que alguém o faça.
E, se ele já vier montado, não pensa...
pula na garupa!
☆Haredita Angel
A minha poesia é o meu
cavalo infinito que levo longe
sempre que for preciso,
seja para as festas do Espírito Santo
ou a de São Benedito,
O importante é continuar indo;
Porque meu folguedo de vida
imparável é continuar
de Cavalhada em Cavalhada
interminável até conseguir
fazer que muita seja acordada
e vir comigo com o seu cavalo
de Cavalhada em Cavalhada
se apaixonando a cada dia
de uma maneira diferente
pelas belezas da nossa Pátria.
Desejo que nada
pare o cavalo
da nossa utopia
expectativa apaixonada
e bela poesia
com aroma de Chimarrão,
Nossos sentimentos
se misturam onde
as estrelas do amor
são mais visíveis
na nossa América do Sul,
minha Pátria Grande,
total maravilha poética
interminável romance
e imparável Primavera.
O dragão
Até quando terei que esperar pelo príncipe em seu cavalo?
Até quando?
Se muito demorar...
Posso pelo #dragão meu coração se deixar domar...
O dragão nos conhece pela profundidade de um olhar...
Ele silencia nossa voz...
Apaga o gesto da procura...
Pode nos fazer arder em insana loucura...
Parar o tempo...
Na brisa de um sopro...
Prometer um ao outro...
Vem e me chama...
Diga que me ama...
O mundo gira sem parar...
Na batida de seu peito...
Quero me encontrar...
Por confiança eu te conto...
Não espere nem mais um pouco...
Gosto de sua companhia...
Vem...
Me chama...
Ainda tenho asas de sonhos brandos...
Ainda tenho o ardume que acende a alma...
Tens um encantamento que a mim me chama...
Teimo em renascer te procurando por todas as ruas...
Caminhando em pedras azuis...
Brilhantes tais quais estrelas...
Sob o clarão da lua...
Vem...
Me chama...
Diga que me ama...
Me dê sua mão...
Me apresente a aurora...
Me ame com loucura...
Inebrie meus pensamentos...
Me faça esquecer os tormentos...
Vividos por mim um dia...
Em que eu não te conhecia...
Vem me chama...
Diga que me ama...
Sandro Paschoal Nogueira
Homero e Hesíodo atribuíram aos deuses tudo aquilo que para os homens é objeto de vergonha e baixeza: roubar, praticar adultério e enganar-se... os mortais consideram que os deuses nasceram, e que possuem roupas, vozes e corpos como os seus... os Etíopes acreditam que seus deuses possuem narizes achatados e que são negros; e os Trácios que os seus deuses possuem olhos azuis e cabelo vermelho... mas se os bois, cavalos e leões tivessem mãos e soubessem desenhar... os cavalos desenhariam figuras de deuses semelhantes a cavalos, os bois semelhantes a bois."
— Desejo-a sexualmente e de todo outro jeito possivel – Murmurou Holt, Correndo o olhar pelo rosto espantado de Diana.
Gostar de alguém nunca foi tão difícil pra mim e, agora, eu não tenho mais a desculpa do príncipe encantado me esperando. Eu que já não sou princesa florida há tanto tempo. Sou a plebéia de cabelos desgrenhados, vestida com maltrapilhos de hipocrisia. É a vida real, é a minha vida, apesar do linguajar não é um conto de fadas, poderia ate ser, mas eu que pedi tantas vezes a Deus pelo príncipe encantado montado a cavalo branco e de pura raça, com a crina lisinha e alinhada, acabou dando tudo errado. Deus até que me ouviu, mas não direito, talvez ele tenha entendido errado e me mandou um cavalo mestiço com a crina espetada ao invés de um lindo príncipe. Pense, pedi um príncipe e ele me manda um cavalo, acertou no mamífero e errou na questão da raça (apesar de que a ignorância de ambos diferir-se apenas em pequenos aspectos).
E eu fui tola e cega
Nunca consigo deixar o passado pra trás
Não vejo uma saída, não vejo uma saída
Estou sempre carregando esse cavalo nas costas
CASA DE BICHO
Casa de bicho é liberdade
ventania
luar em sinfonia
de divindade
estar a passar
estar na paisagem
de passagem
correndo
pelos olhos o véu do tempo
voando
avoado
sem lamento
sem tormento
somente o céu e o relento
Bateu-me um besouro na testa
e me contou o segredo da festa:
_ Não esperes da menina o sorriso,
vá dançando a valsa da loucura,
que dela iras roubar o desejo obtuso
de tratar um apaixonado sem cura.
Era uma vez,
E eu comecei a perder
E assim, abri mão do que ficou.
Era uma vez,
E eu cheguei a dialogar
E agora não paro de não falar.
Era uma vez,
E fui embora por mim e por elas
E não sei quando voltarei.
Era uma vez,
E derrepente minha angústia se foi
E se transformou na paz agitada que eu preciso.
Era uma vez,
E meus olhos estão sempre brilhando
E o cavalo ganhou a corrida.
A história que eu mesmo criei francisco carlos barboza
Os três animais que vão votar dia 7 de outubro
O cavalo tem força, é dominado pelo homem, carrega carroça, mais por causa da viseira ele não olha para os lados, no dia da eleição não pesquisa quem são os candidatos e vota em qualquer um, no dia da ELEIÇÃO ele pega um papelzinho no chão perto da escola e vota.
o burro só tem nome de burro, mas não carrega nada, se carrega é uma criança para tirar foto, e passa o resto do dia no pasto enchendo a barriga, no dia da eleição ele vota nulo ou em branco, depois não pode exigir e nem cobrar nada de nenhum politico, pois não exerce seus direitos de cidadão.
O TOURO é diferente, tem força, é bruto, selvagem, e pode até alguém subir em cima dele, mais fica por pouco tempo, logo ele derruba ele no chão, começa a querer enviar os chifres podendo leva-lo a morte, no dia da eleição ele é eleitor de verdade, pesquisa, vê se o camarada não esta em corrupção, ele pesquisa quem são seus apoiadores, e no dia do voto ja tem seus candidatos.
Amigos diante dessa simples história quem você é
o Cavalo, o Burro ou o Touro
GARIMPAR ESTRELAS
Procurando o verso no peito
eu sou como um garimpeiro
cravado no ventre da terra
– em suor e solidão –
buscando sua salvação.
Tal qual esse homem de fé
não me falta esperança na lida
nem me tem o amor de partida:
a palavra é meu tesouro
e meu verso, meu ouro.
Cada dia é uma despedida
e cada queda uma ferida,
mas quem vive da busca não morre
– em tempo Deus socorre –
vai garimpar estrelas.
DIA A DIA
Queria ter uma orquestra de sapos, cigarras e grilos.
Queria um céu de vagalumes, borboletas, canarinhos.
Queria criar tigres, sereias e golfinhos.
Queria tanto, queria encanto.
Mas venha cá, não se assuste, seja amigo.
Vou contar-lhe um segredo, não espalhe, guarde consigo:
– Eu tenho isso e tenho mais, menos paz.
Converso com anjos e sinto demônios, dia a dia.
Vejo mundos, ouço cânticos, por mania.
Eu tenho um buraco embaixo da cama
que dá na rua, dá na lua, em Berlim.
E não adianta correr, esconder-me, está em mim.
Eu digo sim, abro o peito, abro a porta,
pra uma vida curta, pra uma vista torta.
