Poemas sobre Calma

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Não é apenas fogo, é a calma do entardecer,
É o calor que me abraça quando a noite vem chegar,
Angel , minha vida, meu único e eterno querer,
É ao seu lado, guerreira, que eu sempre vou viver.


----------- Eliana Angel Wolf⁠


E quando o mundo tenta a sua calma abalar,
Ela se volta ao alto, sem nunca hesitar.
Pois é na Fé, raiz de seu sustento,
Que encontra paz em meio ao violento vento.
-------- Eliana Angel Wolf⁠

"Apreciar é como folhear as páginas da própria existência — cada instante lido com calma revela que a beleza não está no final da história, mas nas entrelinhas do agora."

Luzíria Amarante

Fatos da vida real:

Desperar pra quê?...

Vá com calma companheiro! Certa vez eu estava muito desesperado por uma grave situação financeira pela qual passava à época, e, minha cunhada Isabel, me disse mesmo assim: "Vai com calma Borges que vai dar tudo certo", e eu um tanto desanimado a repliquei: "E se não der certo?', ao que ela de imediato me respondeu: "Pelo menos você ficou calmo." E não é que tudo deu certo Graças a Deus. Abraços fraternos.

Com toda
a calma possível
me convenço
que não sou
um cara fácil
e é minha
a barganha
de querer
me aproximar
sem deixar-se seduzir
pelo universo
que nos cerca.⁠

⁠Bom dia

Desejo paz e calma nos momentos de turbulência,
cada um cultivando em si um pouco mais de esperança,
tudo de ruim há de passar quando cessar a violência
e voltarão nossos sorrisos em novo tempo de bonança

Canta inquieta e solitária uma ave,
talvez em busca de companhia,
aprecio com calma a voz dela,
temendo que cesse a melodia

Ela só quer sozinha ficar
num jardim de flores perfumadas,
esperando que chegue o anoitecer,
para partir, voando sobre a invernada

Ave que sabe bem seu rumo,
como ela deveríamos ser,
ter um bom momento especial,
depois seguir, simplesmente viver !

Era apenas um bilhete.

Noite fria, e o choro não cessava. Medo! Reflexão me apavora. Calma, é apenas minha alma se mexendo na cama da tempestade.

Maltrapilho e esquecido!
Abandonado e desconfiado!
E nas andanças da vida, percebo a dúvida ao meu lado. Incansável e insistente, ela querendo saber mais das minhas Procrastinação.

Sombria e demorada.
Presa em castelos de papel timbrado. Ouso em dizer, são versos, são letras de um coração pensativo em meio as trevas da dúvida.

Quero, mas não posso!
Desejo, mas não compartilho!
Sinto, mas não permito avançar! Amo, mas dúvido desse amor! Investigada minh'alma, magoada por ter escolhido eu. Paradoxol me apavora, mas como tentar explicar a Carência e a solidão se não forem versos em caixão. Não me refiro a morte, mas o luto que inflamar ela.
Quero. Quero tanto!
Quero. Mas querer o quê
Quero ser feliz, amado, lembrado e admirado. Não pelas virtudes que insisti em não me querer, mas pelo simples fato de ser lembrado. E em meio a objetos duradouros. Estou eu, de vidro e porcelano. Aguardando a realidade me visitar.

Ódio

É uma coisa engraçada
E também complicada
Perder a calma sem perceber o lugar
Mas falam que é só se acalmar

Lembrar e sentir tudo de voltar
Tentar esquecer e só piorar
Isso é um erro que se permanecer
Que infelizmente eu não consigo esquecer

"Para dias bons: sorrisos!
Para dias ruins: calma e coragem!
Respire, o melhor está cada vez mais perto!

Te amei com a calma de quem entrega a alma sem medo,
mas teu silêncio foi virando
inverno dentro do peito.
Cada promessa tua ficou
perdida no tempo,
e o que era carinho virou
lembrança machucando por dentro.


Ainda lembro do brilho
dos teus olhos nos meus,
do jeito que tua voz fazia
o mundo parar.
Mas hoje existe um gosto
amargo entre os “nós” e os “adeus”,
como se o amor tivesse cansado
de tentar ficar.


Carrego ressentimento
nas partes que ainda te amam,
porque esquecer você nunca
foi tão simples assim.
Te culpo pelas noites em que
minhas lágrimas me chamam,
mas no fundo também me culpo
por querer você perto de mim.


E mesmo ferido, meu coração
ainda pronuncia teu nome baixinho,
como quem procura abrigo na própria tempestade.
Porque o ressentimento é só um amor perdido no caminho,
tentando sobreviver no meio da saudade.

Com sete dias de morte,
Putrefez a carne,
Evadiu-se a alma,
Nada mais além da calma.

Rarefeito ar do cemitério,
Quente é o mistério,
Quem o matou?
Dizem que o esquartejou.

O caixão foi fechado,
O velório cancelado,
Fadado ao esquecimento,
Sua alma vive em lamento.

O autor da sua partida,
Disseram a ele na despedida:
“Quem pode te tocar e viver para contar?”
Homem influente e destemido.

Amigos dizem que foi o patrão,
Tudo por um comentário em reunião.
“Quem é esse que pode ser?”
Ele é o algo além do enlouquecer.

Mística é essa frase,
Todos ficaram em análise.
De fato, o patrão pirou,
Não suportou o peso e surtou!

Afrontosa frase intelectual,
Pelo visto, ele a entendeu mal,
O questionamento era sobre o eu do patrão:
Quem ele poderia ser se fosse tudo o que pode.

O amor

É doar-se em alma,
Manter-se a calma,
Conexão mortal,
Casamento final.

Matrimônio único,
Ato benéfico,
Compreender o nós,
Desatar o entre nós.

Vibração somática,
Por vezes errática,
Cultural é sua prática,
Monumental e metálica.

Sou intensidade disfarçada de calma…
quem me sente, nunca esquece.
Helaine Machado

A saudade de quem partiu deve ser vivida como uma Sonata ao Luar: calma, profunda, levemente triste, mas infinitamente bela e reconfortante para a alma. O luto não é o fim do relacionamento, é a transformação dele em uma presença invisível que nos acompanha em cada gesto de bondade. Honre os que se foram vivendo a vida que eles gostariam que você vivesse: com coragem, com brilho e com amor. Eles vivem em cada nota que você toca com intenção e com a memória do que foi vivido.


- Tiago Scheimann

O SOSSEGO DA ALMA


​"Não permita que a pressa do mundo roube a sua calma. O que é para ser seu, encontrará um caminho até você. Cultive a paciência, pois as melhores colheitas exigem tempo e cuidado."


​Lucia Reflexões &Vida

Dia 1 — Presença não é sobre calma. É sobre integridade.
Existe uma ideia perigosa circulando por aí: a de que estar presente é estar sempre em paz, centrado, quase iluminado.
Isso não é presença. Isso é cenografia emocional.
Presença não exige que você se sinta bem; exige que você seja honesto.
Estar presente é parar de desertar de si mesmo quando o clima aperta. É a coragem de habitar o agora, especialmente quando o agora é inóspito.
É perceber a ansiedade sem tentar "consertá-la" como se fosse um erro de sistema.
É reconhecer a raiva sem transformá-la em martírio ou culpa.
É admitir o cansaço sem pedir desculpas por ser humano.
Quando você se força a parecer bem, você se abandona por dentro. Quando você se permite sentir o que realmente está aí — o caos, o tédio ou a fúria — você finalmente volta para casa.
A presença é um ato de integridade.
É o alinhamento bruto entre pensamento, emoção e corpo no mesmo instante — mesmo que esse instante seja desconfortável.
Não se trata de silenciar a mente. Trata-se de parar de mentir para si mesmo.
A presença começa quando você encerra a divisão interna:
Uma parte vivendo, outra se julgando;
Uma parte sentindo, outra se reprimindo.
Estar inteiro é permitir que tudo o que você é hoje entre na sala. Sem edição. Sem maquiagem. Sem fuga. E, paradoxalmente, é essa aceitação que cura.
Porque o que dói não é a intensidade do que você sente.
O que dói é a solidão de se abandonar enquanto sente.
O Convite
Hoje, renuncie ao papel de seu próprio editor. Não tente melhorar nada; apenas observe com integridade.
Em que situação você costuma se abandonar para parecer forte, funcional ou aceitável?
Onde, hoje, você pode estar mais inteiro — mesmo que não esteja confortável?


Diane Leite

Isso me basta...


— Mãe, estou assustado com o seu nível social…
Ela sorriu com calma, como quem já entendeu o mundo há muito tempo.


— Não se assuste, respondeu. Eu não subi degraus nem disputei lugares. Não carrego títulos, nem rótulos. O que eu tenho é nível humano.


Fez silêncio por um instante e completou:
— E nisso, meu filho, todos somos iguais. Quem se acha acima, já se perdeu de si.

Você não sabe…
mas toda vez que lembro de você,
meu corpo esquece de fingir calma.


DeBrunoParaCarla

MANUSCRITO


Ora sou calma, ora tempestuosa,
selando a minha manumissão.
Sou coerência, às vezes contradição,
o equilíbrio entre o sim e o não.
Tenho momentos de dor
e algumas cicatrizes de amor;
faço-me menina-mulher:
ora angelical, ora insana.
Enquanto isso, sigo incrustada
na obscuridade desta forma humana.


Lu Lena / 2026