Poemas sobre Alma
Corpo e alma.
Descartes via dois em um
Aristóteles um
e eu vejo apenas em minha frente
sentido apenas pelos piscar de seus olhos
que me denunciam o iceberg de emoções aí dentro
a cor deles me dizendo pra ser forte
e aguentar os dias quentes
que os frios que juntos passaremos
aqui ou acolá
há de chegar
Descartável...
De malas prontas,
está a alma
que cavalga livre
sobre nuvens dispersas,
levadas pelo vento forte
na direção do mar
que agora,
vai empurrando
para as ilhas desertas
e abandonando por lá,
pedaços de tudo
o que é descartável.
by/erotildes vittoria
nvento-te num sonho só meu e sem pudor, desvendo-te os segredos que minha alma ainda encerra… Mostro-te sem rodeios os desejos sentidos, expostos nos arrepios que só teu olhar consegue provocar. Seguindo sem medo, as estradas traçadas na pele para te levar ao mais infinito sentido de prazer…
Dispo-me das incertezas para abraçar a cor da paixão que me envolve o corpo com seu manto quente, feito de vontades urgentes. E em gestos inquietos, guio-te nesse fogo que me queima por dentro…
Revelo-te na minha nudez, o desejo da entrega que me assalta como uma tempestade e num último suspiro de lucidez, diante desta loucura que é amar-te, transparece toda a timidez deste meu ser!
A tua ausência invade minha alma…e agora sei que o teu nome é… Solidão !!!
E dentro dela, o silêncio que cala tua voz, enche o vazio com palavras esquecidas…
Não me deixes só…
Invento-te num sonho só meu e sem pudor, desvendo-te os segredos que minha alma ainda encerra… Mostro-te sem rodeios os desejos sentidos, expostos nos arrepios que só teu olhar consegue provocar. Seguindo sem medo, as estradas traçadas na pele para te levar ao mais infinito sentido de prazer…
Dispo-me das incertezas para abraçar a cor da paixão que me envolve o corpo com seu manto quente, feito de vontades urgentes. E em gestos inquietos, guio-te nesse fogo que me queima por dentro…
Revelo-te na minha nudez, o desejo da entrega que me assalta como uma tempestade e num último suspiro de lucidez, diante desta loucura que é amar-te, transparece toda a timidez deste meu ser!
Foto: Invento-te num sonho só meu e sem pudor, desvendo-te os segredos que minha alma ainda encerra… Mostro-te sem rodeios os desejos sentidos, expostos nos arrepios que só teu olhar consegue provocar. Seguindo sem medo, as estradas traçadas na pele para te levar ao mais infinito sentido de prazer… Dispo-me das incertezas para abraçar a cor da paixão que me envolve o corpo com seu manto quente, feito de vontades urgentes. E em gestos inquietos, guio-te nesse fogo que me queima por dentro… Revelo-te na minha nudez, o desejo da entrega que me assalta como uma tempestade e num último suspiro de lucidez, diante desta loucura que é amar-te, transparece toda a timidez deste meu ser!
ALMA DE CRIANÇA
Queria pra sempre em mim
Uma alma de criança, pra
Que eu nunca pudesse ter
O entendimento do mal.
Momento fugaz
Espelho d´alma
de suave transparência
reflete a pele escamada
no oco vazio do tempo
invólucro sensível
meus lábios não magoam
silenciam a surdez
não é preciso cegar
a luz navalha
numa velocidade finita
tudo é fugaz
o tempo
o momento
o agora
o nada
Bom Dia! Que a cada amanhecer.
Raios de sol penetrem na sua alma.
Enchendo-a de paz e da certeza;
que a vida é feita de esperança.
A cada manhã temos a chance e a
oportunidade de um recomeçar.
Que seus sonhos se realizem.
Um “toc toc” à sua porta, traga de
presente, a felicidade.
Tenha Um Lindo Dia.
Adoro sol , o calor na pele, roupas leves,
mas meu corpo e alma reagem com alegria
ao perceber chuva se formando.
Gosto de chuva!
O vento começando a bater diferente, com mais vigor.
Ouvir do céu barulhos de trovão.
Sentir os primeiros pingos .
Frio ou calor, não importa a chuva é sempre bem vinda.
Mas as vezes a vida nos coloca em tempo que se fecham rapidamente.
A princípio as primeiras gotas causam euforia,
mas acompanhadas do vento,
fazem todos os sentidos ficarem em alerta.
E depois de começada a chuva,
única coisa a se fazer e esperar o tempo bom voltar,
e assumir cada gota de água que molhou o corpo.
Assim como dizem,
"que quem sai na chuva é pra se molhar",
também os sentimentos são para serem vividos até a última gota,
mesmo que essas gotas venham acompanhadas de ventos fortes.
Tão fortes que te tirar os pés do chão...
Quando ficarmos velhos
Há que dor na alma, há que dor...
Diante do velho, diante do ancião, eu o mais novo, ele o mais velho; há que dor...
Diante daquela figura enrugada, sua pele murcha, seus olhos fundos e seus cabelos brancos; há que dor...ha que saudade...
A idade, o tempo, a ingratidão, o relógio e seus ponteiros que não param, giram sem titubear, a milésimos, a segundos, a minutos e horas... É o velho tempo insano, incorruptível, sem pena, nem dó, ha nos espiar a passar e nos engana como quem nos remeda a dizer `` Faz alguma coisa, aproveita, você vai desaparecer em breve´´ E nós, iludidos sorrindo como quem diz ``Há, velho tempo a quem quereis enganar é tú que estais a passar´´ E o tempo a rolar sorridente e corrente sempre novinho enquanto o bobo iludido age feito inocente e só se dá por gente quando no espelho se depara e vê que seu tempo já se foi não há mais tempo pra nada.
E segue há rolar o tempo, como se não estivesse nem ai, pra mim, pra você, pra todos. Põe-se a passar sem se quer notar que eu hoje novinho e amanhã igual a um maracujá, de canto, de lado, esquecido desiludido a chorar, por lembrar que desperdicei beleza e vigor nem imaginava em aproveitar.
Nilton Mendonça
INFERNO
Em um inferno uma alma...
Sucumbida, ferida
Chicoteada e dilacerada
Dentre o fogo
Gritos, gemidos
Dentre lamentações
Labaredas e ardor
Em um vazio espesso
Um Silencio...
Em uma visão distorcida
Tropeços e cambaleios
Entre quedas duvidas e decepções.
E a ti túmulo?
Ora...
Sucumbis o que o inferno Levou
E tu alma?
Ora...
Esvazias tua cólera
Praguejas teus desejos
Seca-te voz
Silencia teus gritos e gemidos
E por fim oh alma
Encerra-te
Neste abismo onde nem tu e o
Inferno apenas cinzas.
(Marta Freitas)
A IRA
Oh ira o que sois?
Se não um prato indigesto!
Porque assolas a alma
E maltratas o corpo?
Porventura não sois tu
Prima da dúvida?
Com o ventre ferido
Dentre vermes e agonias?
Porventura não sois a
Incompreensão e o choro?
Cheio de ignóbeis e
Frutos amaldiçoados?
Entretanto ira...
Fora apenas num
Instante que nascestes
E infelizmente terás uma vida
Inteira para morrer.
(Marta Freitas)
Minha imaginação enriquece minha alma, me enche de felicidade quando consigo expor os pensamentos que em mim estão trancafiados, e que me castigam quando a vida não me traz inspirações.
Viver é mágico, e minha tese muda quando percebo que a vida é a própria inspiração que nos faz querer viver.
Meu interior é tão confuso, que as vezes caio em contradições com meus próprios pensamentos, mas mesmo assim, continuo a proliferar o amor que habita em mim.
as dores dessa vida,
mortas,
nessa alma,
em pura solidão dessa alma,
tão perdida dessa doce desejos de realidade,
tangentes obscura da minha alma,
esta nesse relato perdido,
muito desejos apodreço,
por senti tanta dor desse vida maltrata,
por mais que queira tudo
relevante, tão obtuso,
perco que mais desejo,
em fatídica obtenção de futuro
como tudo pode tão obvio,
num jogo de cartas marcas,
compreendo cada forma possível,
que como simples com uma palavra,
deixo tudo acontecer por ser um jogo...
de cartas marcas tento ter a sabedoria,
que muitos desejam obter...
em observo com austero desejo,
obtendo o real valor...
que conheço, minha posterior verdade,
pelos quais desdenho o primor...
polivalente tal sentimento.
CONTRADITÓRIO:
O poeta expressa toda sua alma
Num instante de infinita euforia
Na mesma velocidade toda sua aura
Num toque de tão pura magia
De certo não finge sua verdade
Oculta deveras, sonhos e desencantos
Exibindo com ardor, toda sua vaidade
Por ser matrix de todo o encanto
Recuso-me, desatrelado ao pudor
De entender a razão da métrica e simetria
Quando se diz em refrão, o poeta é fingidor.
Uma canção para mim...
Aqui, sozinha
Eu que sempre tive medo de um dia ficar só
Aqui, minh'alma
Calada pelo tempo que eu perdi o tempo só
Aqui, tão calma
Eu que a vida inteira tive medo de pirar
Aqui, tão minha
Eu que muitas vezes me entreguei sem me amar
Há tempos se esperava um sorriso ou um carinho meu
Olhar pra dentro e me assumir
Dizer pra mim essa sou eu
Há tempos se esperava um momento de ficar assim
Olhar bem fundo e permitir
Meu coração olhar pra mim
Há tempos que eu me nego essa coragem de me revelar
Há tempos que eu desejo muito mais do que me apaixonar
Há tempos que eu caminho em linha reta sem poder parar
Há tempos que eu não paro pra pensar
Há tempos que eu tô loca pra me amar
Caminho
Na beira da estrada da saudade...
A minha alma grita de agonia.
De dor
Alma em desassossego.
Pela ausência
Pela falta
Do toque dos teus dedos.
Do silêncio.
Dos lençóis acetinados.
Perdido no brilho.
Brilho do teu olhar doce.
Onde toca o meu coração quente.
Percorrendo cada canto do teu corpo.
Arrepio inimaginável desejo partilhado.
De memórias
Emoções
Suspiros de ternura.
Unindo os nossos corpos.
Como um raio de sol.
Magia dos sentidos.
Sentidos das as almas dos corações unidos!
Senhor dá-me a tua mão.
Paz à minha pobre alma.
Porque é chegada a minha hora.
Senhor dá-me a tua mão.
Neste mundo, onde tudo é incerto.
Menos a morte, que ela é certa.
Senhor dá-me a tua mão.
Sinto o aumento da minha solidão.
Pois não há ninguém, que chora por mim.
Senhor dá-me a tua mão.
Até que o amanhã me resgate.
Talvez não exista, ou demore-se.
Senhor dá-me a tua mão.
Pois perdi a idade.
E não possuo ninguém.
Senhor dá-me a tua mão.
Aconchego-me de mim mesma.
Sou solitária a viajar sem bagagens.
Senhor dá-me a tua mão.
Socorre-me do vale das sombras.
Porque é chegada a minha hora!
Esse frio que agora sinto desassossega minha alma.
Não sei como ela está, mas sei de mim.
Estou com falta de alento daquela mulher que aquecia meu viver.
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