Poemas sobre Alma
REFLEXÃO DE UMA ALMA
As estrela
na minha noite brilham...
Refulgindo de novo o sol
no meu caminho.
E uma estrela brilhou,
no firmamento escuro de minha alma.
Orientando-me o caminho
que não pode nunca se extinguir.
E eu crescia,e cresci
sem limites de tempo
que não posso definir.
Simplesmente Mulher
Oh doce alma, presente dos deuses.
Sedução é seu dom,
delicadeza seu íntimo.
Amante do Amor,
sacrário da vida,
de intuição mágica e essência singela.
Senhora dos homens
quem não te quer?
Beleza divina;
simplesmente mulher!
Ser mãe não é genética, é alma!
Ser mãe não é só dar a luz a um filho. Ser mãe é dar amor, é ter paciência, é ser tolerante, é saber quando é sim e quando é não. Amar também é não!
Ser mãe é doação, é abdicar de algumas coisas e até se anular em outras, mas sem se esquecer que para ser uma boa mãe é imprescindível existir. Porque se a gente se anula completamente pelos filhos, fica difícil até mesmo para eles se lembrarem que têm mãe, pois tão somente seremos a sua sombra e nada mais!
Ser mãe é ensinar os valores de tudo o que os cercam, não esquecendo nunca de deixar bem claro que o maior de todos os tesouros é a própria família, e nunca bens materiais!
Ser mãe é uma missão. De todas, a mais fundamental, pois nós mães somos formadoras de caráter! Ser mãe é um dom, não é questão genética, é alma!
“Sinta o que aconteceria na alma se você imaginasse crianças dizendo para seus pais: 'Aquilo que você me deu, primeiramente, não foi correto, e segundo, não foi suficiente. Vocês ainda me devem'.
O que estas crianças têm de seus pais quando sentem as coisas desta forma? Nada. E o que os pais tem de suas crianças? Também Nada. Tais crianças não conseguem se separar de seus pais. Sua demanda e suas acusações os ligam de tal forma a seus pais que, apesar de estarem vinculados com seus pais, é como se não tivessem pais. Elas se sentem vazias, carentes e fracas.
(...) que as crianças tomem de seus pais, aquilo que estes podem dar, da forma que vier”.
" Déjà-vu
Viajante do espaço
de alma abatida
coração apertado
e uma saudade doída
que não se explica.
Uma sensação
de não ser daqui,
sem saber de onde veio
ou para onde ir.
A procura do seu
mundo perdido,
por aí, numa das
dimensões da vida.”
Não tenho medo de transbordar. Sigo caindo, me arranhando. Minha alma fica ferida. Carrego cicatrizes que para sempre serão lembradas. E mesmo assim, transbordo. Vou jogando intensidade em tudo o que faço. Em tudo o que sinto. Minhas amizades são cultivadas com verdade. Os meus amores são eternos. Sinto a certeza batendo forte no meu peito. Minha esperança nas pessoas é infinita. Me arrebento, mas não caio
na armadilha de viver nada sem graça.
Sem ritmo. Sem cor. Pela metade.
Por isso a minha gargalhada é alta
e os meus olhos brilham.
"Mas naquele momento minha alma estava à mercê de um desespero tenebroso: eu me afundava, eu mesmo me afundava, então quem é que eu poderia salvar?"
— Duas Narrativas Fantásticas
“— Esta noite eu lhe entrego este corpo — proferiu ele, solene. — Pois a alma que o habita e o coração que aqui bate há muito lhe pertencem. E serão seus, apenas seus, para sempre.”
“Encontrada - À espera do felizes para sempre -Carina Rissi .
- Tu tens a alma bonita, menina.
- Como sabes?
- Quando a beleza da alma é demais, transparece nos olhos.
Gratidão a quem chega e nos olha sem filtro, sem pressa... Com a luz da alma, com o coração.
Rita Maidana
Beleza Rara
Existem raras belezas, das quais só podemos ver com os olhos da alma!
A beleza dos gestos imperceptíveis: das mãos que acolhem, das que abraçam, consolam, amparam, estendem-se...
A beleza da palavra amiga, consoladora.
Do silêncio compartilhado.
Do olhar que acalanta,
do abraço caloroso,
do beijo silencioso,
do aceno que jura: ficarei aqui!
Quando observo, procuro ver com os olhos fechados, para não deixar que a luz ofusque a realidade, aquela escondida, por trás de uma bela estampa, ou distorcida pelas lágrimas.
Há também, aquela que disfarça numa deformidade física, que nada tem de real.
O belo mesmo, este, é invisivel aos olhos.
Por isso, mesmo ante à escuridão, acredite: ainda assim há luz, para que possas ver com os olhos fechados!
Sereias Existem
Num mundo gélido e fatídico eu rastejava
Sofria na alma a não calma
Lagrimas eram maiores que sangue jorrava
Putrefações dos corpos pós traumas
Não deixe minha essência fenecer
Amordaçar a minha fúria antes do amanhecer
Coração batendo 4/4 até doer
Sonos atormentados são assim: Dormimos sem nos mexer
Noites? Dia? Não sei discernir
Tento encaixar as palavras para sentir
Agradeço a todos por me agredir
Arranco meus olhos e enxergo melhor, assim eu não consigo fingir
Poderia este, ser um poema de amor, de dor ou de alegria
Mas nenhuma palavra representaria a melancolia
Explode em ondas minhas reminiscências
De pensamentos indubitáveis, totalidades de sombras e aparências
Os queixos tremulam e mãos petrificadas materializam a dor
Fluidos, pensamentos sugestivos e horror
Destituído da essência comum e sem pudor
Neste turbilhão de exageros retrato a nuance do olor
Eu me pergunto sereias existe?
Queria ludibria-me com um canto épico e sombrio
Jogar-me sem noção de dor atraído pelo doce sombrio assobio
Eu me pergunto sereias existe?
Voce sabe...
Entendo de perdas, da impotência ao ver o sonho ruir.
Choro em silêncio...
Alma ferida pela dor , de não ter tocado .
Despi-me de qualquer preconceito, joguei fora medos...
Só pra te ver caminhar pra mim...
Era só o que queria...
Aquele fio condutor que me levasse ou que te trouxesse ,
e me prendesses nos teus braços.
Queria a tua boca , tua mão na minha , teus beijos...
O eco dos teus passos...
Te dar meu colo, ter-te em mim, horas sem fim...
Amar com o corpo, com o pensamento , amar sem reservas.
Apenas e somente Amar.
Hoje...
Voce sabe...
A falta de você me rouba o ar.
As palavras já não fazem sentido.
No limite de cada uma delas estico as frases , e quando ultrapassa o limite, elas flutuam , como se misturadas em sentimentos, virassem poema.
Noites vazias... toques sem respostas...
Silêncios distantes e amargos.
As horas são nuvens que se desfazem ao menor vento...
Os sentimentos estão aqui , escondidos...
E como se fosse do meu sentir, a epiderme , tudo isso feriu meu coração.
Hoje vai ser assim...
A música é o silencio , a quietude,
nada mais.
8 de MARÇO
Dia Internacional da Mulher
Alma de mulher
Bonita por natureza,
esbelta em sua essência e beleza.
Carrega em si a semente da vida com amor.
Habilidade tem de sobra para conduzir seus entes queridos pela trilha do amor.
Desde seus tenros anos já demonstra seu brio e cuidado
no trato com a vida,
em suas fantasias e pequenos animais,
que os tratam como verdadeiros filhos e protegidos.
Hoje, mais do que nunca,
recebe sua homenagem como trunfo e reconhecimento
de sua incansável missão neste "grande mundo de meu Deus".
Sua missão e graduação se espelha na imagem e grandeza da Mãe do Criador:
Santa e Fantástica... simplesmente "Santástica!"
Que seja livre toda alma feminina!
Livre para sonhar, livre para conquistar, livre para amar...
Enfim, livre para ser mulher!
A fotografia é mais do que o instante congelado — é um pedaço de alma revelado em luz.
Ela não guarda apenas cenários, mas imprime sentimentos, desperta memórias e conecta olhares.
Quem vê além da imagem percebe: cada detalhe carrega histórias, silêncios e emoções que pedem para ser sentidas.
É nesse espaço entre a visão e a sensibilidade que a fotografia se torna poesia para a alma.
E você, o que sente quando olha através desses olhos?
Sete vezes desprezei minha alma
Quando a vi disfarçar-se com humildade para alcançar a grandeza
Quando a vi coxear na presença dos coxos
Quando lhe deram a escolher entre o fácil e o difícil, e escolheu o fácil
Quando cometeu um mal e consolou-se com a idéia de que outros cometem o mal também
Quando aceitou a humilhação por covardia e atribuiu sua paciência à fortaleza
Quando desprezou a fealdade de uma face que não era, na realidade, senão uma de suas próprias máscaras
Quando considerou uma virtude elogiar e glorificar.
Entre o Silêncio e a Fé, há Espera.
Na quietude do tempo, a alma cala,
E aguarda, mesmo sem saber o dia.
O coração ansioso não se exala,
Sustenta em fé o fio que o guia.
A espera dói, mas também semeia,
Ensina o passo lento a florescer.
Na terra árida, a esperança ateia,
O lume oculto que insiste em viver.
É como o mar que aguarda a maré cheia,
Ou o céu, que espera a lua aparecer.
No vão dos dias, a dor que incendeia,
Também prepara o sol para nascer.
Pois quem espera, mesmo sem razão,
Encontra em Deus o pulso da estação.
