Poemas sobre a Temporalidade da Vida
Estamos de partida, e na correria da vida, sem tempo de se despedir. Sim, a qualquer momento vamos partir.
Vem no seu tempo, numa constante, se abre para a vida, toda exuberante, espanhando sua fragrância, em odor marcante, sua beleza é reluzente e sua existência marca para sempre a vida da gente.
As adversidades da vida traz a revelação dos verdadeiros amigos, daqueles que realmente se importam com voce.
Escrever me faz fugir da maldade, fugir do tédio e realidade, da vida que esvaece quais as nuvens ante o firmamento.
Quanto mais a vida pressa tem, mais veloz a morte vem. Correr desesperado, quando calmo e tranquilo o destino pode ser alcançado.
A pressa nos faz presa dos infortúnios que na vida vem. Tenhas calma e tranquilidade para seguir e chegar em paz e bem.
Uma chuva de meteoros e a fecundação da vida, o solo da terra por vezes do céu é atingido, e o óvulo pelo espermatozoide invadido. Espetáculo do universo em suas devidas proporções, quem é o autor de todas estas perfeições?
Dizer que do nada tudo surgiu? Desde quando zero vezes zero resulta alguma proporção? Eu prefiro crer e confiar, no Eterno e toda a sua perfeição. ABBA PAI.
Dizem que tempo é dinheiro, mas o tempo é preciosidade como a vida, e tal como a areia na ampulheta, vai se esgotando naturalmente até ser extinta.
O tempo passa, como a chuva que cai, suas águas seguem seu destino. Assim é a vida, as muitas vidas são como as muitas águas das chuvas, vários destinos sem retroceder nas suas respectivas jornadas. O tempo é riqueza para ser bem gastada, não tem crediário, o pagamento é a vista, imediato.
A vida é luta ou luto. Prefira antes lutar que ao luto se entregar. Não temas, viva, vá e vença. A glória na guerra se alcança de batalha em batalha. Se você perdeu uma hoje mas ainda se encontra vivo, reveja seus conceitos, revise suas estratégias, trace um novo plano, de maneira tal que alcance a glória final.
Vou indo, na estrada da vida, seguindo em frente, em constante partida. Porque o corpo continuamente se refaz, até o dado momento que não mais, terá a capacidade de restaurar a vida, mesmo até, em seus tecidos epiteliais. Sim, os corpos seguem à extinções, e o que fica nesta vida são as memórias, principalmente, as que marcaram os nossos corações.
Cada fase da vida com suas prioridades. Mas chega um determinado momento, que precisamos aceitar a realidade, que estamos neste mundo em breve estadia, que tudo passa de forma repentina que nos assustamos com nossa idade. Sim, os que graciosamente seguem vivos, presume adquirir sabedoria, de modo a compreender perfeitamente que as coisas existem para serem usadas, e as pessoas, para serem amadas.
Nunca é tarde para sonhar. Fazem parte do ser, motivo real do viver. Idealizar algo em sua vida, preparar o ambiente para a realização, persistir nesse objetivo, lutar, lutar e lutar, pois se não estiver dando certo, necessário faz uma revisão, traçar novas metas, novos caminhos, mudar as ferramentas de trabalho, buscar nova direção, inovar, para que dentro em breve, lograr o tão esperado êxito ante o êxodo da trajetória, o rumo norte, doravante o que tanto se almeja, vitória.
Interessante a vida, as pessoas e os momentos. Muitos nos tratam como objetos, nos descartam como lixo, sem importar com sentimentos.
Quiçá nestes tempos hodiernos, influenciados pelo consumismo desregrqdo que suplanta o ser, na ansia tresloucada de tão somente ter.
A vida e seus mistérios, que não podemos discernir. Não soubemos nossa hora de chegada, muito menos o momento de partir.
A efemeridade da vida nos induz ao antagonismo do lapso temporal, quando somos novos queremos apressar os passos e avançar no sobrenatural, já na maturidade, desejosos estamos em nos livrar da fúria cronológica, dos desgastes naturais dos efeitos do tempo, e aí já não há nada que possa ser feito. A variante temporal é uma constante.
É na simplicidade das coisas que estão as riquezas da vida. Num sorriso espontâneo, no abraço inesperado, numa palavra sincera e amiga, num aperto de mão honesto, numa admoestada repreensão, num pedaço de pão quando faminto, num copo de água estando sedento, e bem distante de um falso amigo avarento.
