Poemas sobre a Ironia do Sorte
Mas não te esqueças: vivo numa época louca e em circunstâncias loucas. Que sorte a minha poder escrever o que penso e sinto. Se não fosse isto, sufocava, de certeza.
Você já se perguntou ‘Onde está o meu destino?’ É tudo sorte ou destino? Ou é um caminho que escolhemos para nós mesmos?
Engraçado, costumam dizer que tenho sorte. Só eu sei que quanto mais me preparo, mais sorte eu tenho.
Não há acaso, destino ou sorte que possa contornar, obstruir ou controlar a firme resolução de uma alma determinada.
Os tais homens cachorros tem certa sorte; sempre tem aquelas mulheres de coração mole que ainda os adotam. No começo sentem peninha, depois ficam apegadas, e começam a ter um certo afeto. Mas sabe, no fundo, elas sempre vão saber que é só mais um vira-lata, e que igual a ele tem mais umonte andando ai pela esquina. Mas atenção com aquelas que não tem coração mole e sequer sentem peninha. Portanto, aos cachorros de plantão, cuidado. Na minha mão o destino é certo: virar sabão.
Sempre desconfie do Sultão, do mar, da sorte e do amor. Principalmente se estiverem sorrindo pra você.
Não era amor. Era uma sorte, uma travessura, uma sacanagem, dois celulares desligados. Não era amor, era melhor.
Nota: Trecho de crônica de Martha Medeiros.
Não é que eu esteja procurando no infinito a sorte para andar comigo. Se a fé remove até montanhas, o desejo é o que torna o irreal possível.
Para mim, um homem rezando e outro portando um pé de coelho para lhe dar sorte são igualmente incompreensíveis.
Força é a sorte de poucos, coragem, perseverança e atitude é o dom que os fracos usam para vencer os fortes.
A sorte de muitos, é que os animais não tem advogados para defendê-los aqui... Mas aos olhos de Deus, nada escapa!
Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti.
Amor não tem nada a ver com grandes gestos, ou a lua e as estrelas. É só sorte mesmo.
Todos vamos morrer, e é isso que nos torna pessoas de sorte. Existe uma imensa maioria que nunca vai morrer, pois nunca vai nascer. As pessoas que em potencial poderiam estar no meu lugar, mas que nunca verão a luz do dia, superam em número os grãos de areia do Saara. Entre esses fantasmas com certeza há poetas superiores a Keats. E cientistas superiores a Newton. Disso sabemos porque o conjunto de pessoas possíveis que nosso DNA permite supera maciçamente o número de pessoas que existem. A despeito dessa probabilidade chocante, somos você e eu, em toda nossa banalidade, que aqui estamos
"Sei que lembrar esse reencontro me faz esquecer qualquer outro abandono. Sorte grande essa de saber amar um digno de ser amado. Minha e dele."
