Poemas sobre a Ironia do Sorte

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⁠"Os fatos da vida são algo externo a você e nada pode fazer sobre eles! Eles só interferiram na sua vida, quando você conferir a eles importância! Pois, só assim é que eles se tornam interno e muda o seu estado de anima(alma), seja na dor ou na alegria!"

Em resumo: Para Fabrício von Beaufort-Spontin, inclusive no livro, o juiz decide sobre o que está trazido, provado, ou seja, onde 'dói'. Se a sua petição não mostra a "dor" (o prejuízo), o juiz pode decidir pelo caminho que lhe gera mais conforto (menos trabalho ou decisão padrão), que é legal, ignorando a verdade fática que não foi devidamente "gritada" nos autos. Pois quem alega tem que provar.

Em um momento de aflição, você questiona Deus, pedindo explicações sobre um fato que lhe atingiu, anos depois Deus coloca na sua frente toda verdade dos fatos e você rejeita, porque prefere viver na fantasia mentirosa de suas explicações que lhe bastaram naquele momento.

⁠Sobre não ser correspondido: o verdadeiro problema está no fim das esperanças e expectativas que se alimentou. Pois você não apenas idealizou a pessoa — idealizou também a si mesmo e a relação que poderia existir. É um caso de desilusão tripla.

Quem exige muita luz sobre si quase sempre tenta esconder alguma escuridão interna.

A monogamia é o maior triunfo do direito de propriedade sobre o desejo biológico. Juramos exclusividade eterna para alguém que mal conhecemos, apenas para garantir que o nosso tédio não seja compartilhado com mais ninguém.

Negar verdades absolutas é fácil; difícil é amar a realidade o suficiente para não mentir sobre ela.

A vida é curta, confusa e cheia de pessoas muito confiantes sobre coisas erradas.

O Natal não é sobre luz ou esperança; é o inventário anual da falência moral. É o momento em que a sociedade confunde o vazio existencial com o vazio debaixo da árvore, tentando preencher com compras e excessos o buraco deixado por uma vida que, no fundo, não tem propósito algum além do consumo.

O ateísmo ri das cruzes quebradas, erguendo bandeiras de razão que flutuam alto sobre cemitérios de crenças mortas e enterradas.

Deus é apenas o nome que o medo dá para a ignorância sobre o funcionamento do universo.

Refletir sobre a consciência é sair do modo automático que a maioria chama de viver.

A ciência e religião nunca caminham juntas, quanto mais sabemos sobre a natureza, menores se tornam as chances de qualquer divindade existir!

Uma entidade superior te oferece a verdade absoluta sobre o universo. O custo: o amor da sua vida e toda a humanidade morrem diante de você. O que vale mais: a verdade ou o amor?

Deus não é uma entidade, mas a contingência lógica de uma arquitetura tripartite, operando sobre um substrato de partículas proto-conscientes.

As pessoas fazem um monte de suposições erradas sobre o que eu penso. Mas se eu pensasse do jeito que elas imaginam, eu não seria Bob Kowalski.

Aquilo que depende de validação externa nasce instável. Não se edifica sobre si, mas sobre o movimento do outro — e o olhar alheio, por natureza, nunca se fixa. Âncoras móveis não sustentam estruturas duradouras; apenas mantêm o equilíbrio provisório de quem já não sabe onde está o próprio centro. E assim, quanto mais se busca firmeza fora, mais se intensifica a instabilidade dentro.

Toda decisão jurídica é também uma escolha sobre quais silêncios serão ignorados.

Superar o medo não é apagá-lo da memória, é retirar o poder que ele tem sobre as suas escolhas.

Caminho sobre os destroços de quem eu costumava ser, procurando um reflexo que já não reconheço mais.