Poemas Sensiveis

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A frieza congela os insensíveis e expulsa os sensíveis para lugares mais quentes.

As mulheres devem ser resistentes, sensíveis, rir o máximo possível e viver uma vida longa.

Não se meta nas coisas dos magos, pois eles são sensíveis e ficam facilmente irritados.

❝ ... que os sensíveis e os puros de coração sejam abençoados com a graça do amor divino... e que a esperança desta renovação seja viva dentro das nossas almas... ❞

Tanto o homem quanto a mulher devem se sentir livres para serem sensíveis. Ambos devem se sentir livres para serem fortes.

Porque nos temperamentos sensíveis as alegrias do coração tendem a completar-se com as sensualidades do luxo: o primeiro erro que se instala numa alma até aí defendida, facilita logo aos outros entradas tortuosas - assim, um ladrão que se introduz numa casa vai abrindo sutilmente as portas à sua quadrilha esfomeada.

Sou irônica e tenho uma veia ácida que pulsa, é mais forte do que eu, pessoas sensíveis se magoam, pessoas fortes riem.

Algumas vezes, encontramos pessoas, que são sensíveis e compreensíveis, a tal ponto, que vêem a vida de uma forma tão compassiva e gentil, preocupam-se com o outro de uma maneira tão amorosa e profunda... Essas pessoas são bonitas por dentro e por fora. Muitas vezes, elas já sofreram, sentiram-se derrotadas, e mesmo assim, esforçaram-se, para que as suas perdas nunca as afastassem do caminho do bem. Quando nos deparamos com pessoas bonitas assim, não é por acaso.

Quando erramos, lembramos que somos humanos, sensíveis, pequenos e imperfeitos. Ser humano é viver bem em um momento e escorregar em outro, mas nunca parar de caminhar, de se aperfeiçoar. Quando desistimos de ser melhor, perdemos nossa humanidade, e nos tornamos muitas vezes piores do que qualquer animal irracional.

Mulheres são flores, regue-as de amor e luz para que elas realizem a fotossíntese.
São sensíveis porém fortes, cada qual com sua cor, tipo, cheiro e beleza.

Os sensíveis deste mundo sim, são os mais fortes, pois além de suportarem suas próprias dores, aprenderam a compartilhar também as dores de seu próximo...

Mulheres são flores sensíveis e perfumadas.
Gostam de fincar raízes em profundidades,amam a ternura,a carícia desinteressada.
São folhagens verdinhas a esbanjar o brilho,a sua força é oculta,mas é enorme. Para defender os seus elas viram feras.
O coração de uma mulher é delicado,é generoso e fiel.
Elas talvez nem saibam,mas são aqui na terra;
Um pedacinho do céu!

Tem gente que se veste de flores
Almas sensíveis e perfumadas
Exalam Aromas pelo mundo. E.P 🕊

As palavras tem significados profundos para pessoas sensíveis.
Não me chame de amor se não me ama.
Me chame apenas pelo meu nome.

Antes do pôr do Sol.

Antes do pôr do sol, como um raio de luz,
Vou declamar para teus sensíveis ouvidos
Na certeza que irá me ouvir com destreza,
Antes que o sol resplandecente desapareça.

Talvez não brilhe ao ponto de encantar,
Mas carrego comigo o fogo da paixão
Sentimentos daquele bendito coração,
Que no horizonte por detrás dos montes
Clama com toda força o amor da moça.

Agora sabes que a tua procura estou,
Imagino comigo teu sorriso de amor
O sol já está se pondo, fecho os olhos,
Ao despertar com teu raio de luz,
Unimos vidas que o destino nos conduz!

Ame as mulheres; não importa os seus defeitos.
São sensíveis e difíceis de entendê-las, mas são elas que
dão continuidade aos seus semelhantes, assim como Deus
as criou, deixou a incumbência da continuidade da vida
para elas. Ame-ás como você ama o criador!

Sem atuar como lascivo pecaminoso, toco na luxúria com palavras sensíveis, porém verdadeiras que desordena o desejo na própria intimidade;
Em silêncio, transbordo com atitudes lhe trazendo para o meu mundo, deixando-a cada vez mais à-vontade;
A ocorrência que nos liberta do arrependimento é a mesma que nos assimila o amor sincero que tanto relata no sentimento verdadeiro;
Mesmo não querendo banhar-se no perdão da imprudência e desejando que não se interrompa os gemidos de prazer que a ânsia grita por entre a calma de amar;

Não existe boas e segundas intenções sem que exista sinais claros, perceptíveis e sensíveisde provocar e instigar a imaginação e os sentidos em uma conexão e sintonia, que una alma corpo e coração em sincronia perfeita












✠Damien Lockheart ¹

Que os bons ventos de agosto nos tornem sensíveis o bastante, para merecermos as flores, com toda sorte de cores de setembro!
Amém!


Lá se vai Agosto…
Se despedindo com seus ventos discretos, carregando ensinamentos que, por vezes, passam despercebidos.


São esses ventos que nos convidam à introspecção, que nos lembram de cuidar da nossa sensibilidade e atenção ao mundo.


É nesse preparo silencioso que encontramos a capacidade de receber o novo, de perceber os detalhes que realmente importam.


Setembro, com suas flores e cores, não é apenas um mês; é um convite à recompensa daqueles que souberam Escutar, Reaprender e se transformar.


Merecer suas cores e fragrâncias não dependem de pressa ou força, mas de estarmos abertos, atentos e delicados o suficiente para reconhecer a beleza que nos cerca.


Que os ventos de agosto nos moldem com suavidade, que nos tornem atentos aos pequenos gestos e às sutilezas da vida, para que, quando setembro chegar, possamos acolher suas flores, ornados de gratidão e plenitude.
Amém!

⁠As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.


Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.


Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.


Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.


Mas a sensibilidade exige pausa.


Exige escuta.


Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.


Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.


Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.


E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.


Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.


Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.


E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.