Poemas Saudades do Emprego Antigo

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⁠FILOSOFIA NILO DEYSON MONTEIRO

A maior parte da vida perdemos a vida entre os dedos do tempo; sem tempo, nem percebemos os que se vão perdendo de nós, em nossas atenções ficam prioridades, afã, vaidades e o tempo passado se foi, não virá à menos que nele voltemos no pesar do pensar.

⁠#NOSTALGIA

E no correr do tempo...
No eco vazio a que me enfeito...
Partiram sem se despedir...

Partiu minha infância...
A pureza também se foi...
O brilho do olhar foi quebrado...
Quando em certo dia...
O coração foi magoado...

Chegou a adolescência...
E tão rápida também se foi...
Se houvesse uma despedida...
Mais triste seria talvez...

Tudo era descoberta...
Confesso que às vezes tenho melancolia...
Desejos partiram...
Muito deles foram embora sem me avisar...

Vejo o tempo de cada minuto como uma eternidade...
Bate a nostalgia do passado...
Vem a certeza de ser o que fui...
E feliz novamente estar...

Onde foi que fiquei?
Onde foi que me deixei?
O que foi que me fiz?

Não quero no tempo, não preciso, voltar...
Só me restam as lembranças e sonhar...

Feliz pelo o que ainda não veio...
Esperando o melhor dos agoras...
A vida é essa arte...
O que antes foi esperança...
Hoje são saudades.

Sandro Paschoal Nogueira

Conservatória - Caminhos de um poeta

Emprego é fonte de renda e trabalho é fonte de vida. Meu trabalho é minha obra. A noção grega de obra é poiesis. De onde vem poesia, que é o que você elabora. Eu gosto dessa idéia. Tanto que não há estresse no meu trabalho, só cansaço. Cansaço resulta de um esforço intenso e estresse resulta de um esforço para o qual você não vê sentido. Cansaço se cura descansando. Estresse só se cura se houver mudança de rota.

Uma casinha bonita. Um emprego que eu adore. Uma pessoa que me entenda. Um par de pés pra me guiar. E um de braços pra dias frios. Um chão pra quando meu mundo desabar. Um colo eterno de mãe. Um lugar pra voltar. Outro pra ficar pra sempre.

O melhor programa social que o governo pode oferecer ao povo brasileiro é o emprego.

Talvez nunca mais se cruzem. Talvez ela mude de emprego, alugue um apartamento novo de frente para um pracinha com uma única árvore, comece a acordar às cinco da manhã, passe o café enquanto procura um par de meias, venda o carro, comece a pegar duas lotações para chegar no novo emprego, ache até bonito o uniforme, quem sabe canse no fim do dia, chegue atrasada no ponto de ônibus, não tenha o dinheiro para o táxi. Ele deve ter escolhido ficar em São Paulo, ou no Rio de Janeiro ou em Brasília, não importa aonde ele tenha ficado, talvez ele queira ganhar muito dinheiro, comprar um flat de frente para o mar, viajar para Dubai no próximo feriado, comprar um carro novo, pedir para alguém fazer seu café, ter uma sala só para ele no andar mais alto do prédio, sapatos de couro, meias bem alinhadas, talvez ele preferisse ternos mais claros, um cartão com limite mais alto. Eles não souberam quando começaram ou terminaram, se por algum momento a mágica do “nós” chegou a acontecer, se podia ser amor ter vontade de dividir uma pizza. Talvez ela quisesse somente uma companhia, alguém para chamar de “amor”, um par de meias novas no Natal e passear na pracinha que tem apenas uma árvore. Ele quis um apartamento maior, a estabilidade que pode ser superficialmente alcançada, um salário mais proveitoso. Nunca disseram adeus, nem até mais, nem qualquer outra coisa que desse possibilidade de um fim ou de um próximo encontro; terminavam as conversas com beijos, quando mais frios com abraços. Talvez ele a ame. Talvez ela quisesse saber disso. Por causa da mudez das emoções que sentiam, eles não sabiam que destino davam a si. O bonito deles é a coisa mais simples em suas histórias: de alguma forma silenciosa e cheia de esperança, eles esperavam um pelo outro, embora nenhum pedido tenha sido feito.

Nada de roupa,nada de carro, sem emprego, não tem ibope , não tem role sem dinheiro.... sendo assim sem chance sem mulher você sabe muito bem o que ela quer é, encontre uma de caracter se você puder... é embaçado ou não é.

A emoção mais antiga e mais forte da humanidade é o medo, e o mais antigo e mais forte de todos os medos é o medo do desconhecido.

Pensa que eu não me achava mais inteligente que meu antigo patrão? E eu era, mas esperei minha vez.

Eu briguei com meu coração. Disse que jogasse o amor antigo fora. Ele deu nó. Coração não entende ordens. De um lado a razão exigindo. De outro o coração tentando. A verdade é que nem tudo sai como o planejado. Mas a gente tenta. Um amigo meu me disse que fica surpreso como eu racionalizo os sentimentos. Eu perguntei se falava de mim. Acho que sofro calada. Calada. Maquiada. E de salto alto. Mas manter a pose cansa. Cansa ser racional. Cansa enganar o coração. Cansa ser forte. A verdade é que hoje eu vi um livro que você me deu e chorei calada. Porque é feio chorar por amor perdido. Mas… quer saber? Estou com sinusite. E não estou nem aí para escrever bonito. Quero respirar de novo e amar alguém como um dia eu te amei. Alguém aí acredita em segundo amor?

Esse é um ditado antigo e sábio: "Não gaste tudo o que você tem, não acredite em tudo que ouve e não faça tudo o que pode".

Era por volta da meia noite, achei um chip antigo meio riscado no fundo da minha gaveta, resolvi testar pra ver se ainda prestava pra alguma coisa, e pra minha surpresa ele funcionava muito bem. Comecei a vasculhar a memória e achei uma sms que tinha ficado salva, e li algo muito curioso, era de 2010, e lá dizia: “Saiba que indepente de qualquer coisa, eu estarei ai do seu lado te protegendo.” Dois anos se passaram desde então, e a pessoa que me mandou essa mensagem simplesmente sumiu da minha vida. E não era que o maldito chip prestava mesmo? Prestava pra me fazer lembrar que promessas escritas viram memórias abandonadas num piscar de olhos.

Dizer a alguém como você se sente é tão difícil quanto traduzir um documento antigo.

O Deus do Antigo Testamento é talvez o personagem mais desagradável da ficção: ciumento, e com orgulho; controlador mesquinho, injusto e intransigente; genocida étnico e vingativo, sedento de sangue; perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, filicida, pestilento, megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo.

Richard Dawkins
DAWKINS, R. The God Delusion (p.51). Boston: Houghton Mifflin Harcourt, 2008.

Eu vivo um refrão antigo, feito às pressas, plágio de uma bela melodia. Eu vivo um sonho toda noite, eu vivo a noite todo dia.

O oceano é mais antigo do que as montanhas e está cheio com recordações e sonhos do tempo.

O homem antigo se chegava a Deus (ou aos deuses), como uma pessoa acusada se aproxima do juiz. Para o homem moderno, os papéis se inverteram. O homem é o juiz e Deus está no banco dos réus. O homem moderno é um juiz extraordinariamente benévolo: está disposto a escutar a Deus se Este for capaz de defender razoavelmente o porquê das guerras, da pobreza e das enfermidades. O processo pode inclusive terminar com a absolvição de Deus. Porém o importante é que o homem está no tribunal e Deus é que está no banco dos réus.

A disciplina é uma conquista que necessita da aquisição de novos hábitos e do abandono de antigos.

Te mostro um trecho, uma passagem de um livro antigo
Pra te provar e mostrar que a vida é linda...

Eu apoio o caráter, a honestidade, o boa tarde, o chocolate ao fim da tarde, o casamento antigo, as bodas de ouro, a família unida, as amizades verdadeiras, sou do tempo em que as pessoas pensavam mais e falavam menos, os valores do mundo podem estar invertidos - os meus não!