Poemas românticos pequenos
Ciranda
Cirandinha
Já não quero cirandar
Vou dar meia volta
Espairecer
Anéis de vidro
Cortam
Como amores poucos
Quando se acabam
Tomei café com você
Durante anos
Na mesma xícara
Quando ela partiu
Não foi só a xícara que ficou em pedaços
Ignore o que não te edifica
Não dê ibope àquilo que te machuca
Não colecione rancor;
Seja saudade e amor,
Por onde for. ...
Tinna Barbosa.
Queira alguém por inteiro,
sem precisar viver de migalhas.
Se envolva com alguém
que possa viver
tudo que o amor tem a oferecer.
O perdão é um antibiótico para alma
nos livra de amarguras e solidão
nos cobre com asas perfumadas da serenidade
nos coloca em harmonia e conciliação.
Por definição desmedida
profunda e enraizada
família não é só morar na mesma casa
mas habitar em todo o tempo
em um só coração.
Quietude emocional
são passos da caminhada
libertadora e auto-educativa
de nossa evolução espiritual.
Nada é campo arrazado.
Força interna é atrever-se a enfrentar pacificadamente o inesperado.
O escudo...sim o escudo é o estudo da paciência, convivência sem perder de vista os atributos do amor
A cada qual seu próprio entendimento
sobre o céu
sobre a terra
sobre o espaço
Mas uma coisa é certa, tudo que amamos cuidamos.
A escrita é um acorde da alma, ergue-se em porções
para edificação dos átrios interiores,onde habita
verdadeiramente vida em amor.
Mágicos tentam mudar o mundo.
Palhaços tentam mudar o mundo.
Com truques e gargalhadas.
Há varias maneiras de caminhar.
Ser criança é uma questão de tempo?
alguns são apenas por um período, outros por momentos, e outros, a vida inteira.
Quando estamos numa guerra, ou numa pandemia, ficamos todos desnivelados. Resta o poder dos misericordiosos.
Quando só há política, o amor se perde. Não existe lugares melhores e piores. Existem pessoas
que fazem a diferença nos lugares.
Se as labaredas tentarem cercar o seu jardim, regue-as com água.
A água desmancha qualquer chama que ameaça.
Quando as calçadas estiverem quentes, reze para a chuva, depois da chuva vem o alívio.
A prece de amor é como água, desmancha qualquer fúria como devoção.
Se seus olhos penetram a invadir-me...
Tempestades de sentimentos caem sobre mim...
Como choro... Regurgitadas...
Se seu coração bombardeia a fuzilar-me...
Emoções caem inquietas sobre mim...
Não há nada q possa fazer...
Não há lugar q possa correr...
Mas agora eu uso a tua ausência como um casaco: grande demais, pesado demais e cheio de coisa tua.
Ainda me aquece.
Mas só machuca.
Tu chegava como quem acende as luzes da sala e pergunta se eu quero ficar.
Mas a cada resposta minha, desligava uma lâmpada.
E eu, tateando no escuro, comecei a achar bonito tropeçar em você.
Pior: comecei a achar que amar era isso.
Tentar caber em alguém que já está cheio de si.
A verdade é que eu não queria ouvir a voz dela. Eu queria ouvir a minha voz com a presença dela no fundo.
Porque a gente aprende a falar diferente quando é ouvido com amor.
E desde que ela foi embora, eu desaprendi até a me explicar.
Eu sofro com um medo ridículo de te encontrar por acaso e o coração me entregar antes do olhar.
De você me tratar com a leveza de quem já esqueceu tudo — e eu ainda carregando cada detalhe como se fosse ontem.
De te ver feliz demais… e perceber que quem te fazia mal era eu.
