Poemas românticos pequenos

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De que tamanho é a força do amor que nos permite arrancar a máscara da superficialidade para abrir nosso coração aos outros?

Nossas músicas sempre falam de amor e garotas porque valorizamos demais as duas coisas.

Prefiro abrir mão de "um amor" para vê-la feliz que lutar e vê-la sofrer confusa sem saber o que fazer.

Ame simplesmente, porque nada nem ninguém pode acabar com um amor sem explicação!

Depressão é excesso de amor próprio. O indivíduo se ama tanto que não se aceita minimamente arranhado.

Existe tanto amor em nós, mas frequentemente somos tímidos ao expressá-lo e acabamos mantendo-o encerrado dentro de nós.

O amor é suspiros e lágrimas, fé e fervidão, fantasia, paixões e desejos; adoração, aceitação e reverência; pureza, aflição e obediência.

A família não nasce pronta. Constrói-se aos poucos e é o melhor laboratório do amor. Em casa, entre pais e filhos, pode-se aprender a amar, ter respeito, fé, solidariedade, companheirismo e outros sentimentos.

A maior parte de nós não é tão forte. O que é a honra comparada com o amor de uma mulher? (…) Vento e palavras. Vento e palavras. Somos apenas humanos e os deuses nos moldaram para o amor. Esta é a nossa grande glória e a nossa grande tragédia.

George R. R. Martin
Crônicas de Gelo e Fogo

Quando o amor se tornou tão triste? Quando ele começou a me machucar tanto? Não deveria tê-lo amado...

Perdoar é um ato de coragem. Lutar pela pessoa e demonstrar o seu perdão é um ato de amor.

Quanta história cabe dentro de uma lágrima... sonhos desfeitos, decepções, alegrias, amor, tristeza, saudade, frustrações, felicidade... enfim, cabe tudo o que sentimos em apenas uma lágrima!

“Enquanto o amor humano tende a apossar-se do bem que encontra no seu objeto, o amor divino cria o bem na criatura amada” (Tomás de Aquino).

todo amor deu certo desde que você saiba que amar e ser amado são coisas diferentes.

Tenho espírito justiceiro e entendo que o amor deve seguir estes graus de preferência: Deus, humanidade, pátria, família e indivíduo.

D. Pedro II

Nota: Citação do Diário de Pedro II em: CARVALHO, José Murilo de, Perfis Brasileiros - D. Pedro II, Companhia das Letras, São Paulo, 2007

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Amor era amor, e não havia feitiço que curasse um coração partido sem destruir para sempre a capacidade deste de amar.

Perder um amor não é o fim da capacidade de amar, é apenas o recomeço de novas possibilidades.

Não há amor fora da experiência do cuidado. A vida requer cuidado, os amores também.

O amor é igual a uma borboleta: quando você tenta pegá-la, ela foge, mas quando você está distraído, ela vem e pousa em você!

Resgatar o amor em meio a mágoa, o perdão em meio ao ressentimento, a alegria em meio a dor. Coisas que só um Deus que habita em nós pode fazer.