Poemas Revolucionários
O revolucionário é um homem condenado antecipadamente. Ele não deve ter relações românticas, nem coisas ou seres amados. Ele deveria despojar-se até de seu nome. Nele, tudo deve concentrar-se em uma única paixão: a revolução.
O único valor que considero revolucionário é a bondade, que é a única coisa que conta.
O autocuidado é um ato revolucionário de amor-próprio, que nos permite conectar com nossa essência e cultivar a plenitude em todas as áreas da vida.
O revolucionário mais radical se torna um conservador no dia seguinte à revolução.
Manter a ternura em tempos de ódio é um gesto revolucionário. Ser gentil é um ato político. Gentileza é resistência.
A inspiração pode vir de qualquer lugar. O poder autoritário que inspira os revolucionários, a natureza que inspira os monges, o sol nascente que faz o padeiro levantar todas as manhãs. O poeta de cigarro e café vê a poesia em sua própria existência, sendo ela feliz ou triste. A mente que produz tanta inspiração é tão importante quanto alma a qual ela inspira.
Em um mundo que empurra o caos como estilo de vida, conservar valores é o ato mais revolucionário e o caminho mais seguro para a felicidade e o sucesso.
A honestidade comigo próprio é o gesto mais revolucionário. Não falo para impressionar, falo para ordenar a casa. Quando digo a verdade interna, coisas velhas deixam de controlar. É como abrir portas por dentro para que a luz entre. E então o mundo externo se rearranja em conformidade.
Permitir a mudança de mente nos torna revolucionários. Para que a revolução seja visível, temos que ser moldados no invisível. O que vemos são frutos do que mudamos interiormente.
As revoluções são nada mais que fases em que o ser humano pensa e age. Os revolucionarios em muitas vezes são apenas peões que acham que pensam, mas agem sem pensar.
O maior revolucionário de todos os tempos foi Jesus, que só escolheu ''figuras extravagantes'' para ser seus discípulos, e continua até os dias de hoje escolhendo ''figuras extravagantes.''
"O grande fato na vida de um revolucionário, é que suas obras magnas, serão sentidas, apenas por outras gerações e/ou próximas. E mais: os revolucionários as vezes e/ou muitas vezes morrem, ou seja, nem tempo há para ver o feito total. E se morrer: faz parte, porque é também uma transformação, antes de uma missão. E se viver: verá e viu... Em suma, revolucionários nem sempre são beneficiados pelos seus feitos magnos e eminentes, afinal o fito é a mudança objetiva e assim uma idéia valeu um vida e vidas magnas em prol a sociedade certeira."
EU sou um REVOLUCIONÁRIO DO MEU PRÓPRIO SER ...E vou lutar por tudo que minha Alma Almejar nesta existência ..SEM MEDO ....A morte faz parte da vida e cada dia caminhamos de encontro a Ela.Tenho duas Escolhas e viver ou esperar .DEcido VIVEr Livre
Ninguém dorme Reacionário e acorda Revolucionário.
Ideologia é fruto de uma participação efetiva e constante.
Revolucionário é ser do contra porque concordar com o senso comum é trancar-se na zona de conforto, aceitar cegamente o establishment.
"A única, central e permanente fidelidade do movimento revolucionário é à liberdade abstrata, que, com suas irmãs siamesas, a igualdade abstrata e a fraternidade abstrata, não pode encarnar-se perfeitamente em nenhuma forma particular histórica e, não consistindo senão de vazio absoluto, só pode encontrar a satisfação de um sentimento fugaz de existência no exercício da aniquilação, na insaciável 'fúria da destruição'."
"[...] o movimento revolucionário diferencia-se pela constância com que, nas organizações e governos que cria, seus próprios membros se perseguem e se aniquilam uns aos outros com uma obstinação sistemática e em quantidades jamais vistas em qualquer outro tipo de comunidade humana ao longo de toda a história. A Revolução Francesa cortou mais cabeças de revolucionários que de padres e aristocratas. A Revolução Russa de 1917 não se fez contra o tzarismo, mas contra os revolucionários de 1905. O nazismo elevou-se ao poder sobre os cadáveres de seus próprios militantes, imolados ao oportunismo de uma aliança política na 'Noite das Longas Facas' em 29 de junho de 1934."
