Poemas que Falam sobre o Racismo
Entender as mulheres é impossível, conviver com ela é um sacrifício, mas quando você se apaixona isso vira meros detalhes.
Como sabemos se somos feitos para amar? Sinto que não fui planejada e estruturada para tal dádiva. Me desculpe...
Observar como a dor se molda em poesias puras e dolorosas é algo de se admirar, ver que a transformação encanta seres que respiram a mesma angústia é a pós calmaria do agito de um oceano, também obtemos a percepção da facilidade de como sentimentos se cruzam e encontram semelhanças por palavras tão expressivas e tão guardadas. A beleza da arte é tanta que esquecemos o por traz de cada palavra cantada, as lagrimas escondidas. Esse é o fascínio da arte.
Ando cansado Já faz um tempo; cansado das desilusões, exausto da realidade, do mundo e seus mecanismos. Não sabia que o gosto do desencanto fosse tão amargo, que a saudade fosse tão sufocante, e que tudo é tão completamente sem cor e insuficiente quanto nosso cotidiano insuportável.
O aspecto mais devastador da Depressão é que, ainda que haja o entendimento de que trata-se de uma patologia, como um quadro de diabetes ou de hipertensão, que precisa ser medicado e levado a sério, como qualquer doença precisa, ela não afeta somente o ser humano acometido, mas arrasta a todos que com ele convivem.
É triste constatar que a cada dia que passa é mais raro encontrar pessoas dispostas a dar o melhor de si!
Um dia alguém me disse que entrelaçado ao amor existe a dor. Imaginei que se o amor é tão grandioso então essa tal dor também assim seria. Por tanto decidi que não queria amar. Mas quem disse que podemos escolher? de repente ele chegou, me trouxe sensações que jamais pensei existir. Um vazio que eu nem sabia que sentia foi preenchido. Já não queria mais viver sem esse amor. E foram tantas alegrias, tantas conquistas, descobertas, uma infinidade de coisas boas. Até esqueci daquela dor. Mas não é que ela chegou. Como alguém que conseguiu construir comigo uma vida de cores, brilho e encanto conseguiu me jogar na escuridão? Não acreditei. Não seria possível que eu estava sentindo tanta dor. Pensei que não suportaria. Não sei se já superei, mas aprendi algumas lições: O amor próprio deve estar em primeiro lugar; o risco da dor existe, pois o ser humano é imperfeito; por mais que a dor venha acompanhada de mágoa, raiva e tristeza, nunca devemos esquecer de tudo o que amor nos proporciona, por fim, não me arrependi do amor que vivi. Como disse Vinicius de Morais "Que seja infinito enquanto dure".
Éramos como um barquinho de papel, moldados do início ao fim para velejar apenas em uma rasa poça d'água.
Fantasiei nós dois no incessante exercício de pisar no real,
sou o eu lírico do meu mundo irreal ideal.
Aprendi não exigir de mim, forças que não tenho. Aprendi a chorar, sem ter medo de parecer fraco. Aprendi a viver de uma maneira minha, só minha, sem buscar perfeições. Aprendi tanto, mas tanto que, hoje eu sei que tenho muito mais a aprender, e melhor que isso, ensinar.
A harmonia do corpo e da alma... Nós, na nossa cegueira, separamos estas duas coisas para inventar um realismo vulgar e uma idealidade vazia!
Poucos entenderão meu grito de liberdade. Aos que entenderem saberão que não é apenas um grito, mas, o ressoar de uma canção.
De qualquer maneira até que achei bom eles terem inventado a bomba atômica. se houver outra guerra, vou sentar bem em cima da droga da bomba. Vou me apresentar como voluntário para fazer isso, juro por Deus que vou.
“As pessoas sempre estão pensando que alguma coisa é totalmente verdadeira. Eu nem ligo, mas tem horas que fico chateado quando alguém vem dizer para me comportar como um rapaz da minha idade. Outras vezes, me comporto como se fosse bem mais velho – no duro – mas aí ninguém repara. Ninguém nunca repara em coisa alguma.”
