Poemas que Falam quem eu sou Evangelico
Hoje é dia dos namorados,
E quantas vezes eu namorei ela...
com seus trejeitos passando pela passarela
Hoje é dia dos namorados,
Quantas vezes a namorei entrando pelo ''busão''
não me cabe na mão !
Mas nosso namoro foi só durante a viagem...
Ou foi só uma viagem , minha.
No ''nosso'' namoro fomos passageiros
ela desceu primeiro .
Logo agora que decidi leva-la a sério...
Mudou sua rotina
E sem saber me tirou dela
Nunca mais eu a vi, enfim ,
se foi ...mas permanece dentro de mim.
Estou com você somente pelo prazer,
pronto falei...
prazer aquele que eu tenho de te fazer sorrir
e pela reciprocidade deste gesto
prazer de ter alguém para contar do meu péssimo e cansativo dia de trabalho
prazer de ser falho!
mas tu me conhecer e saber que sou humano...
assim como você, mas não tão perfeito
não que você não tenha defeito
mas foi o mais perfeito encaixe que achei pra mim
enfim,
não vá embora.
-Macedo
Hoje eu vou beber todas,
todas as minhas mágoas,
todos os amores que eu deixei pra trás,
ou que me deixaram...
*beba com moderação
"É que quando eu penso em você a lágrima escorre,
e não há nenhum porre,
que me faça voltar naquela noite."
Saudade...
O quão vazio fico sem você...
A saudade que me sufoca
Sem eu ter certeza do porque
Sem ao menos você ter partido
Eu acabei de acordar do seu lado e, já sinto saudade...
Saudade talvez resumida em medo...
Medo de ter que ir, sabendo que volto..
Em milhões de grãos de areia no maior deserto, talvez infinitos..
Eu saberia escolher o qual te representaria.
Arrepios, gelos na barriga, só de te ver!
O quão bom seria viver uma vida só ao teu lado, e se for pra escolher vidas,
Escolheria todas em que meu coração encontra o teu, só pra poder viver e sentir, tudo de novo, ao seu lado!
Eh Saudade, que me toma, me inspira...
E que só me faz pensar em quando te terei de novo...
se voce quer jogar
eu quero jogar tambem,
se voce quer paz
eu quero paz tambem
se voce quer morrer
eu quero matar voce.
Bênçãos
Vou contar a você sobre a pessoa que eu amo
Ele é mais alto do que eu
E também é baiano
Seu pele bronzeada
Seu cabelo é uma beleza
Sua roupa passada
Sua fala era cheia de clareza
Arnoldo
Ar foi o que me faltou quando o vi
Ele era radiante
Ele é estonteante
Ele é o que me faz querer existir
Quando pela primeira vez o vi
Seu olhar era penetrante
Tão penetrante
Profundo
Fiquei cheia de vergonha, queria ter uma desculpa para ir embora
Meu rosto me entregava, meu coração palpitava
Enquanto meu rosto corava
Descemos
Ele me olhou
Respirou
E então falou
- Já não tenho tempo e nem idade, quero algo que duro. Algo de verdade.
- Diga-me o que quer então.
Ele se aproximo
Suspirou
E com vergonha e clareza
Ele disse
- Quer casar comigo? E ser minha realeza?
Voltaria no tempo só pra dizer sim
Voltaria no tempo para viver tudo aquilo de novo
Voltaria para o dia que eu te vi
Meu Arnoldo
Eu realmente te amo
Meu pai
Minha mãe me ensinou o que é o amor
Meu pai a forma como eu mereço ser tratada
Hoje em dia tenho minhas paixões
Que insistem em me tratar mal
Na real...
Não me tratam mal
Papai me ensinou
Que mesmo batendo em minha cara
Não é para haver dor
Ele não para de me bater
Mas é tudo amor
Sorrio para ele
Queria realmente que fosse amor
Mas desde quando o amor
É demonstrado pela dor?
Obrigada papai
Vazio
Já sentiu saudades de algo que não teve?
Eu as vi, nascer, crescer, aprender e se desenvolver.
Tudo isso com você.
Mas eu era uma sombra, um vazio para você
As noites calorosas, eu só poderia ver
O espetáculo onde a atração principal
Só fazia doer
E que dor, um peito vazio
E cheio de rancor
Só vejo cor
Se houver dor
Mas sinto saudades
Saudades do seu amor
Amor que crescia e se desenvolvia
E que ironia
Estou falando do seu amor
O amor que para mim se escondia
Isso doeu muito, pai...
Não sei se digo 24/06/2015
Não sei se digo
Tudo quanto eu sinto,
Ou se simplesmente mendigo,
Por dizer, tudo o quanto eu penso.
“Novos tempos, novos ventos”
Novas luzes, novas ideias,
Quis a vida me encostar nos cantos
Por isso sobrevivo-me das doces lágrimas.
Não foi por ter me calado
Ou por sentir o que eu não podia dizer,
Foi por dizer o que sinto e ter guardado
As minhas doces palavras nestes poemas.
Haaa! Se eu pudesse revelar
Se os centavos me bastassem para poder editar,
A alma de Nelson Bandela, descansaria em paz
E as palavras de Alda culminariam, eu sou capaz.
“Há tempo para tudo. “
Sim! Só não há um tempo para o tempo,
Por tanto esperar fiquei mudo
Então, eu não posso dizer, eu vou escrever.
Autor: Ezeqeuiel Barros
Estilo: Indo, vindo e vivendo.
Não sei se errei 01/07/2014
Tudo quanto eu tive
Tudo o quanto eu fui,
Me tornou neste patife
O medonho representante do Rui.
Outrora esta vida falhada
No cordão da Baía de Ana Chaves,
Trouxe-me a tristeza, que balada
Foste tu, hooo! Vida vivida por amores.
Sondada pela imporesa
Da satisfação iludida,
Pelo amor com génio de alteza
Este mal feito mais que bem faz a vida.
Não era para que ter
Tudo o quanto eu tive que viver
Se o que sou, foi porque errei,
Então, errei por viver o que eu sou, um ser.
Autor: Ezequiel Barros
Estilo: Indo, vindo e vivendo.
Eu lamento
Ter estragado
todos encantos
dos meus sonhos
sem antes ter acordado.
Lamento,
ter cido o que fui
e por não ter a honrá
de ser-te homem, e tanto,
pois eu nunca á merece.
Lamento ainda,
olhar pra trás e ver que lutei,
esforcei e mudei
por um amor maior,
e não soube onde procur-lo.
Serei a te grato
por ter mi dado
este horizonte, sendo
tu, o rio que atravrsa o ociano.
Serei grato,
porque em te encontrei
a essiencia do amor,
e nunca ter cido amante.
Eu lamento em dor
por aquilo que não fiz,
e por tudo que fiz
em prol do nosso amor,
Hoje eu sei o que amor
é o íman que me atrai, pra você.
Me perdoi por te amar.
Tu és o luar
Tu és o luar
No qual,
Eu pode selecionar
Na mente,
Os grão de alegrias
Que eu vivi.
Te encotrei
Numa noite clara
Onde eu pude
Achar a luz o astro
Que em mim
Reflete o amor.
Então Pai
Pois bem que eu sei
Tu tens os meu olhos
Postos ao mundo, em sonhos,
E sonhas ser eu, o rei.
Num reino
Onde o teu reinado
É só isto,
Seres imortal.
Feliz dia dos pais, Martinho pita, Geneciano Filipe Batista.
Autor: Ezequiel Barros
Estilo: Ezbnadyideias.
" É, na tua nascente que eu preciso
Poder afogar a minha tristeza
E matar a minha saudade,
É, nós teus olhos coloridos
Que eu me visto em Picasso,
E pinto com as cores da realidade
Os meus dias imaginários,
É, do teu inspirar que eu respiro
É, de te sonhar que hoje eu vivo,
Háaa! mãe minha, Maria meu viveiro
Os meus dias longe de te perdem a luz."
Filhos...
Serão sarilhos
Cadilhos!?…
Eu sei que não!
São apenas estribilhos
Dos coros afinadinhos
Inspirados, rebeldinhos
Da nossa mais bela canção.
SAUDAÇÃO DE UM BICHO
Nunca eu vos enganei
Ó gentes do meu amar
Porque haveria eu de vos lograr
Se não sei o que sequer serei?
Tal e sempre por bem vos amarei
Com raízes espetadas no coração
Que alimentam como se fosse o pão
Vivo de esperança, ai, eu o hei!
Trago-vos vivos no meu olhar
Aqueço-vos na minha fogueira
Mesmo que ela apague a noite inteira.
É este o bicho homem a saudar
Outros da mesma massa de amassar
O pão da vida ainda por levedar...
Carlos De Castro
Finisterra, 26-05-2022.
TANTA PAZ DEITADA FORA
E eu tanto queria tê-la
Absorvê-la
Como moribundo
Das dores do coração
Senti-la como divina graça
Como luz rápida que passa
No instantâneo
Naquela desintoxicação
De a sentir ao bebê-la
Nesta taça de emoção
Ainda que momentâneo.
Escorre a paz em sangue esvaída
Nas sarjetas
Da vida
Com os dejetos que expelem fedegosos
Os poderosos
Pelas bocas e rabos proxenetas.
Tanta paz deitada fora
Pura e tão cristalina
E eu tanto queria tê-la
Agora
Neste coração de má-sina.
(Carlos de Castro, In S. Pedro de Aldriz, 30-06-2022)
SE EU MANDASSE
Oh, se eu mandasse nos tempos
E nas vidas das mentes
Decretava aos quatro ventos
Mesmo que cinzentos
E sem mais lamentos:
Quem for de mente que não mente
Nem demente
Nunca deve morrer depois dos poetas!
Deve partir ao mesmo tempo de todos,
Porque os poetas
Mesmo que anacoretas,
Nasceram para escrever a rodos
Imagens de pinturas primárias
Que animam o mortal
A viver uns tempos mais
Na vida dos arraiais
Porque afinal,
É no sonho de outras vidas planetárias
Que os viventes cantam outras árias
Cantigas, a uma só voz
Por mim, por ti e por nós.
(Carlos De Castro, in Morra A Censura, em 19-07-2022)
PLENA MADRUGADA
No calor tórrido da noite
Dos lençóis suados,
Eu fujo para o pátio velho
Cá fora, em plena madrugada.
Ali, eu oiço a cantiga das corujas
Rabujas,
Vejo as estrelas em rodopios
Bailando para todos os lados,
No reluzir dos pirilampos vadios
Prateados e dourados.
Aspiro aquele alísio vento
Quente mas húmido que refresca
O rosto que arde num tormento
De quentura
E formatura
Vampiresca.
A manhã, apanhou-me a dormir
Na velha cadeira
Muito usada e costumeira,
Minha confidente de anos
De tantos enganos.
Meu Deus, como é bom fugir
Aos lençóis do calor dantesco
Meter os pés ao caminho
E de mansinho,
Pela calada vir
Apanhar o fresco,
Cá fora, em plena madrugada.
(Carlos De Castro, in Poesia num País Sem Censura, em 20-07-2022)
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