Poemas que Falam quem eu sou Evangelico

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Desculpe contrariar a sua faculdade de teologia,
mas quem morre aguarda a volta de Cristo...
Até a trombeta tocar, ninguém entra no céu!

Quem seria tão excelente em ciência para sondar as profundezas do âmago humano?
Quem seria tão complacente para mergulhar voluntariamente em suas complexidades?
Quem seria tão clemente para se comprometer com seus paradoxos?
Quem seria tão amável para minguar seus sofrimentos com um sofrer partilhado?⁠
Quem seria tão suave para compreender sua poesia, senão o amigo; o companheiro de alma, cujo fôlego para amar é o próprio amor?
Quem há de ser tão amigo assim senão seu próprio Criador?

⁠A reciprocidade e a sólidão

A imensidão da solidão,nos faz está sempre procurando quem possa preencher o vazio, a falta de amor, carinho. Muitos procuram corpos, são insaciáveis cada dia buscando a beleza de um novo corpo. Procuram corpos como objetos de satisfação de seu ego e nem os vê como pessoas a quem ama, e se saceia seus desejos como animais famintos. Nunca estão satisfeitos. E procuram cada dia mais um rosto ou outro corpo que seja mais bonito. Né saciar seus desejos primitivos. Eu procuro a conexão de olhar, que quando ele me encontrar diga pra si mesmo é com ela quero está, e com ele um colo que possa deita, uma mão possa acariciar, que o desejo seja continuo, que seu amor me faça sonhar, ainda seja por um minuto viver o amor absoluto. E não alguns minutos de prazer com alguém que em primeiro poste de um rosto e maís um corpo mais bonito e assim em segundos já teria me esquecido.


Quem promete amparo sem compromisso não estende a mão; estende o tapete para a ilusão desfilar.


A Crueldade do Fingido “Conte Comigo”


Pouquíssimas atitudes conseguem ser tão medonhas e adversas quanto as dos que oferecem ajuda sem a real intenção de fazê-lo.


Há gestos que ferem mais do que a recusa explícita.


A ajuda oferecida sem a real intenção de ser cumprida carrega um peso extremamente silencioso, quase cruel.


Ela acende uma esperança frágil em quem já está cansado de lutar sozinho, apenas para deixá-la apagar no abandono seguinte.


Esse mau exemplo de atitude a não ser seguido não nasce da generosidade, mas da necessidade de parecer bom, útil ou moralmente elevado.


É um afago no próprio ego travestido de solidariedade.


Quem promete amparo sem compromisso não estende a mão — estende o tapete para a ilusão desfilar.


E ilusão também machuca tanto quanto a desilusão.


Para quem recebe, o dano é duplo: além da dificuldade original, soma-se a frustração de ter acreditado.


A decepção não está só na ajuda que não veio, mas no tempo, na confiança e na dignidade que foram colocados à espera.


Talvez por isso a honestidade curta e grossa — àquela sem rodeios e desculpas esfarrapadas — de um “não posso” seja infinitamente mais humana do que a encenação de um “conte comigo” vazio.


Porque a verdadeira ajuda não se anuncia; ela se concretiza.


E quando não pode ser feita, ao menos não fere fingindo existência.

⁠⁠⁠Quem não se curva aos caprichos dos apaixonados — não precisa mendigar respeito, sobretudo de gente tão confusa.


Especialmente das que confundem coisas tão simples como: arrogância com bravura, autoritarismo com autoridade, discurso de ódio com liberdade de expressão e bajulação com admiração.


Salve as Forças Armadas brasileiras!


São tão confusos a ponto de trocarem princípios por gritos, razão por devoção cega, e coragem por brutalidade.


Chamam arrogância de bravura, como se elevar a voz fosse prova de grandeza.


Confundem autoritarismo com autoridade, sem perceber que a verdadeira autoridade não se impõe — se sustenta.


E ainda se vestem de discurso de ódio com o rótulo de liberdade de expressão, ignorando que liberdade não é licença para ferir.


E, pasmem, confundem descaradamente bajulação com admiração, porque nunca aprenderam a respeitar sem se ajoelharem.


O problema não está em ter convicções, mas em permitir que elas substituam o discernimento.


Paixões desenfreadas não constroem — atropelam.


E quem vive de idolatria costuma se ofender com qualquer espelho que revele a própria incoerência.


Respeito não se implora.


Se pratica, se demonstra, se preserva.


E quem sabe disso não se curva a histerias coletivas nem se deixa intimidar por certezas barulhentas e vazias.


Salve as Forças Armadas brasileiras —
não como instrumento de paixões momentâneas,
mas como instituições de Estado,
que existem para servir à nação, à Constituição e à ordem,
nunca a delírios, vaidades ou projetos pessoais.


Porque maturidade democrática também é saber distinguir força de violência,
autoridade de abuso,
e amor ao país de fanatismo disfarçado de patriotismo.

⁠Quem sugere que a justiça se valha de outro crime para se cumprir, pode ter qualquer sede, menos de Justiça.


Tentar legitimar um crime, em detrimento de outro, revela muito mais sobre suas próprias carências do que sobre qualquer virtude moral.


Porque a justiça, quando precisa caminhar sobre as sandálias do delito, já não é justiça — é vingança disfarçada de princípio.


A verdadeira justiça não nasce do atalho, nem se sustenta no erro alheio.


Ela se constrói justamente no compromisso de não reproduzir aquilo que condena.


Do contrário, perde o direito de apontar o dedo, pois passa a caminhar no mesmo terreno que finge combater.


Há quem confunda sede de justiça com fome de punição.


Mas justiça não se alimenta de excessos, nem se satisfaz com a quebra das próprias regras.


Quando alguém aceita um crime como meio legítimo, o fim já se encontra corrompido.


No fundo, quem defende esse tipo de lógica não clama por justiça — clama por triunfo, por alívio emocional, por aplacar ressentimentos.


A justiça, ao contrário, exige sobriedade, limites e, sobretudo, integridade.


Porque só permanece justa aquela que se recusa a se tornar aquilo que combate.

⁠No jogo democrático, quem precisa diminuir, demonizar ou desumanizar o outro para sustentar uma opinião, pode — também — acreditar que a única ideia válida seja a dele.


Mas há um vício muito silencioso neste jogo: quando alguém precisa diminuir, demonizar ou desumanizar o outro para sustentar uma opinião, já não está defendendo ideias — está protegendo certezas.


E toda certeza que não suporta a existência do contraditório passa a exigir exclusividade, como se o debate fosse ameaça e não fundamento.


É nesse ponto que a democracia deixa de ser arena de escuta e vira palco de monólogos.


Não se argumenta para convencer, mas para calar.


Nem se discorda para construir, mas para anular.


Quem acredita que só a própria opinião é válida, não busca diálogo; busca submissão.


E onde a divergência é tratada como inimiga, a democracia não perde só o tom — perde o sentido.

⁠Quem sabe a dimensão do barulho de um diagnóstico é só quem o vive, os que fazem disso um espetáculo, só imaginam.


Os que atravessam o instante em que um diagnóstico cai sobre a própria vida, sabem: não é apenas uma palavra, é um estrondo que reverbera por dentro.


O barulho não vem do som, mas do silêncio que se instala depois — aquele em que o futuro precisa ser reaprendido, os planos se recolocam em caixas frágeis e o coração passa a ouvir demais.


Para quem vive, o diagnóstico não é manchete nem assunto de corredor.


É matéria de oração, de medo contido, de coragem silenciosa.


E é o peso de ter que continuar respirando enquanto a alma tenta entender o que mudou sem pedir permissão.


Já os que transformam isso em espetáculo ou comentário ligeiro escutam apenas o eco distante.


Imaginam o impacto, mas não conhecem o abalo.


Confundem curiosidade com empatia, opinião com presença e ruídos com cuidado.


Talvez por isso, diante do diagnóstico alheio, o gesto mais humano não seja perguntar, expor ou explicar — mas silenciar, respeitar e permanecer.


Porque há dores que não pedem palco, mas abrigo.


E há barulhos que só quem os escuta por dentro sabe o quanto ensurdecem.

⁠Quem prefere guardar dinheiro do que recorrer à medicina particular, certamente tem muito pouca vida para tentar salvar.


Há uma diferença sutil — e muito profunda — entre economizar por prudência e economizar por medo de viver.


Os que preferem guardar dinheiro a recorrer à medicina particular, mesmo quando a urgência bate à porta, talvez não estejam apenas protegendo o bolso; talvez estejam, sem perceber, revelando a dimensão da vida que acreditam merecer preservar.


O dinheiro, em si, é ferramenta.


Pode comprar conforto, segurança e oportunidades.


Mas quando ele passa a ocupar o lugar da prioridade absoluta, a saúde vira detalhe contábil — e a existência, uma planilha.


A pergunta que fica não é sobre cifras, mas sobre valores: que tipo de futuro alguém imagina ter quando hesita em investir no próprio presente biológico?


Há quem acumule recursos como se estivesse comprando tempo, mas se esquece de que tempo não se negocia, apenas se vive.


Guardar dinheiro pode ser sinal de responsabilidade; negligenciar cuidados essenciais por apego ao saldo pode ser sinal de que a vida já está sendo vivida pela metade.


No fim, não se trata de julgar escolhas individuais — cada realidade tem suas dores e limitações —, mas de refletir sobre prioridades.


Quem trata a própria saúde como gasto supérfluo, talvez esteja dizendo, ainda que em silêncio ensurdecedor, que sua existência é adiada, que seu corpo pode esperar, que sua história não é tão urgente.


E a vida, quando não é urgente para quem a vive, torna-se insignificante demais para ser salva.


Quando a segurança financeira supera a autopreservação, o indivíduo deixa de ser o senhor do seu patrimônio para se tornar o vigia de um tesouro que ele mesmo não usufruirá.

⁠⁠Não há cuidado mais Bonito e Charmoso que cuidar de quem não está doente.




Porque a declaração de amor mais cheia de charme e beleza é aquela que cuida, mesmo sem precisar.




Há cuidados que nascem da urgência — e há outros que florescem do afeto.




Cuidar de quem está bem é tocar o invisível: proteger a saúde com ternura, manter o riso aquecido antes que o frio chegue.




Quando o cuidado não vem do medo, mas da vontade de permanecer, ele se transforma em poesia.




É um gesto que se adianta à dor — um afeto que não espera a ferida abrir para se apresentar.




Porque o verdadeiro cuidado é assim: não grita, não exige, não visa retorno — apenas se oferece, como quem descobre beleza no simples ato de permanecer por perto.

Quando a descuidada Vale do Rio Doce conseguiu tornar imbebível as águas de um rio, do qual quem bebeu jamais esqueceu, eu já suspeitei que ela era muito mal seletiva.


Mas quando ela fingiu indenizar uma parte da população valadarense, fingindo não ter aniquilado o Doce do Rio que também era da outra parte, ela aniquilou também a suspeição.


Há indignações que não nascem apenas do que vemos, mas daquilo que sentimos ser arrancado de todos nós.


Quando a lama tornou imbebível as águas de um rio cuja doçura acompanhou gerações, não foi só o sabor que se perdeu — foi a memória líquida de um povo, sua identidade, sua história escrita em correnteza.


Naquele instante, já não era preciso grande esforço para desconfiar da seletividade de quem, por dever, deveria zelar e reparar.


Mas o espanto maior veio depois, quando o teatro das indenizações começou a escolher rostos e CPFs, a dividir dores, a parcelar perdas como se um rio pudesse ser fatiado em zonas de sofrimento e leiloado por migalhas.


E ali, naquele gesto que soou mais como cálculo do que como cuidado, não foi apenas o Rio Doce que se viu diminuído — foi a própria confiança que secou…


Que foi para a lama.


Porque quando uma parte é acolhida apenas para que a outra seja silenciada, deixa de existir dúvida: o que se aniquila não é só o rio, mas o respeito que deveria correr com e como ele.


No fim, a indignação que sobra é também a que educa.


Ela nos obriga a olhar para além da superfície barrenta e perguntar: que tipo de sociedade permitimos construir?


E que tipo de humanidade ainda queremos salvar do fundo dessa lama contaminada que insiste em não decantar?⁠

"Ai de quem está sozinho"


É melhor estarem dois juntos do que um sozinho, porque tiram vantagem do seu trabalho, se um cair será apoiado pelo outro. Aí do que está sozinho: quando cair, não terá quem o ajude a levantar-se. Se alguém prevalecer contra um que está sozinho, dois juntos resistirão ao agressor. A corda tripla não se arrebenta facilmente.
(Eclesiastes)

Café Frio e Silêncio


A ex chegou sem avisar,
a atual ficou no sofá,
uma perguntando quem era a outra,
e a outra sem nem respirar.
O café esfriando na mesa,
o clima pegando fogo no ar,
três mulheres e mil problemas
dentro do mesmo lugar.
Uma saiu batendo a porta,
jurando nunca voltar,
a outra saiu no silêncio
que faz qualquer peito afundar.
E no meio daquela fumaça
de ciúme, tensão e azar,
ela percebeu que amor confuso
só serve pra atormentar.
Porque quem cobra mas também esconde,
quem ama mas vive a duvidar,
transforma beijo em labirinto
e cansa qualquer olhar.
Então pegou o celular cansada,
pensou: “ninguém vai me endoidar”,
deletou as duas da cabeça
e voltou pro Tinder sem pensar.
Porque às vezes é mais tranquilo
tatuar dragão, cobra e punhal,
do que tentar entender
relacionamento emocional.


— Lucci Santz

Esquece o que passou de ruim.
Perdoa quem te magoou.
Segue acreditando que tudo vale a pena, que sua alma não é pequena e que sua luz brilha mais forte e que você consegue iluminar qualquer escuridão.
Não deseje o mal para ninguém e o bem estará sempre presente na sua vida.
Deus abençoe sempre você 🫵


Amém!

Doa a quem doer!
Verdade é verdade.
Se você tiver a capacidade de elogiar uma pessoa que faz a maldade só para ter créditos com ela, você se torna cúmplice e faz dos outros refém das suas mentiras!
Não compactua com aquilo com o que você não concorda.
Distribua verdade e jamais falsidade!

Quem me decepcionou?
As minhas opiniões ou expectativas 🤔
Não! Quem me decepcionou foi a minha confiança.
Depositado na pessoa errada.
É como um banco que rouba seu dinheiro, só que nesse caso não faço questão de ressarcimento!
Não te darei mais nada!
Porém, a minha confiança nasceu novamente.
Ela é minha!
Quem a perde é quem não a tem e, juntamente, perde todos os acessos à minha pessoa.
A confiança é um bem precioso.
Só tem quem merece lealdade e respeito.

Quem não é visto não é lembrado....
Quem é visto e não tem porte
É só lembrado após a morte....

QUEM É VOCÊ 🫵


A vida é engraçada
A gente vive querendo o melhor para os outros e, na maioria das vezes, não desejamos o mesmo para aqueles que vivem o mesmo cotidiano que nós. Hoje tudo é mídia, quase ninguém não usa filtro e praticamente ninguém pula corda na rua e brinca de queimada. As pessoas não se cumprimentam olho no olho e, quando se esbarram, nem se reconhecem!

No céu
estradas
traçadas
pela fumaça
do bafo do avião.
Quem passeia
por elas
vê as estrelas
brilhando
no chão?

1 João 2:6
Quem diz que está nele também deve andar como ele andou.

Mais importante do que falar de Jesus é viver como Jesus.