Poemas que Falam quem eu sou Evangelico

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A saudade de quem partiu deve ser vivida como uma Sonata ao Luar: calma, profunda, levemente triste, mas infinitamente bela e reconfortante para a alma. O luto não é o fim do relacionamento, é a transformação dele em uma presença invisível que nos acompanha em cada gesto de bondade. Honre os que se foram vivendo a vida que eles gostariam que você vivesse: com coragem, com brilho e com amor. Eles vivem em cada nota que você toca com intenção e com a memória do que foi vivido.


- Tiago Scheimann

Há uma santidade quase mística no cansaço de quem deu tudo de si no campo de batalha da própria mente, sem recuar um centímetro sequer diante do abismo que o medo cavou. O verdadeiro herói não é aquele que ostenta uma armadura intocada, mas o que levanta com o peso de mil derrotas nas costas e ainda consegue sorrir para o sol com o olhar de quem já viu o inferno. A melancolia é o combustível dos fortes, o filtro aristocrático que separa o ouro da nossa essência do entulho das expectativas alheias, fúteis e vazias. Seja o regente soberano da sua própria agonia e faça dela uma abertura triunfante para os dias de glória que o destino, por justiça, agora te deve. A dor não é um fim, é o prelúdio necessário para a sua coroação.


- Tiago Scheimann

Quem atravessa fronteiras descobre que o verdadeiro lar não está em paredes ou cidades, mas na coragem de manter o coração aberto para o mundo.


Marcilene Dumont


Londres
2023

Migrar é o ato divino de plantar raízes em solo desconhecido com a mesma fé de quem acredita que qualquer chão pode ser fértil.






Marcilene Dumont

Carreguei mundos sobre os ombros, dores e batalhas no peito, mas hoje sigo com a leveza de quem já sabe exatamente aonde quer chegar.




Marcilene Dumont

"A inveja é a confissão secreta de quem se sente pequeno diante da grandeza do outro.”








Marcilene Dumont

"Quem me subestimou, hoje me assiste de pé."




Marcilene Dumont

Tem abraço que não aperta o corpo,
mas organiza a alma
como quem arruma a casa por dentro.

Quem vive de aparência
maquia até o vazio…
mas espelho nenhum engana o coração.


Cuidado com quem vive de atalhos:
quem corre demais pra chegar
às vezes nem sabe onde está indo.

Deus às vezes fala baixo,
igual brisa mexendo folha…
porque quem tem fé aprende a ouvir sem barulho.

⁠tempo escorre igual café passado na hora:
quente, forte e impossível de segurar…
quem não prova, perde o gosto da vida.

Sempre fui porto seguro, mas a galera curte mesmo é mar revolto. Então demorô: quem quiser atracar aqui vai ter que saber remar no compasso.

#sambaeumabrejagelada.

"Quem se vai a dor morre junto, mas quem fica a dor é renascida novamente como uma maldição que é lançada a quem está próximo demais"


Marcos Coelho.

Por trás do Amor
Quem Ama é tolo ou feliz?
Digo com toda certeza és tolo.
Amar é não se suporta, é querer que outro o ame.
Isso por si só é deixar de nos amar.
Amar é pedir pra chorar, pedir pra nós esvaziar.
Amar é querer sofre por pouca razão
Sinal de grande solidão.

Quem pode amar sem sofrer?
Quem pode amar sem se despedaçar?
Se amas, sorrir com gratidão ou por empolgação?
Se choras, choras por amor?

Das virtudes do amor os sorrisos não se sobressaem
Se amas e nunca chorou por amor,
Como Pode amar?

Se ama e chora por amor como pode ser amor?

Nas noites escuras
As luzes da rua guiam meu caminho
Mudam meu humor, sem terror
não existe medo, não existe angústia
Apenas eu e as luzes da rua.

Decepção maior é não ter ninguém por quem chorar.

Qual a vantagem de viver muito tempo e nunca descobrir quem somos? Passamos tempo de mais querendo ganhar o mundo, que acabamos perdido naquilo que tanto sonhamos em conquistar.
Desejamos tanto isso que abandonamos oque realmente importa.
Esquecemos o criador da vida, nosso próximo e nossos familiares. Tudo isso por um desejo egocêntrico, que nem percebemos que mesmo dando tudo que temos, não conseguiremos alcançar o mundo

Como pode dizer amar o sol
quem nunca se arriscou a andar durante a chuva?
Está chovendo de novo
vamos
ponha a cabeça para fora e a assista cair.

Os cristais em seus olhos
que correm rumo ao chão
você não é melhor que elas.
Tão grande, se ajoelha ao espaço
fugindo do que te faz se sentir tão pequeno.


Está chovendo. Chovendo de novo.

⁠ESCOLHAS E CONSEQUÊNCIAS
Se soubessemos isso lá atrás, quem dera termos a oportunidade de ter feito escolhas diferentes.
Quanto sofrimento teríamos evitado.
Iríamos perceber o par de asas invisível que temos. Não ficaríamos prostrados. Poderíamos ver lá de cima nossos problemas pequenininhos e também o arco íris depois da tempestade...
Ainda bem que chega o tempo de aprender né...Nada é por acaso.
E em cada obstáculo nos tornamos melhores. Aprendemos a oferecer abraço, ombro, carinho, pois o sofrimento nos moldou pra melhorar.
Temos mais compaixão, pois tiveram conosco. Nosso riso, sai mais fácil, pois sabemos o quanto choramos.
Já não temos pena de nós.
DEUS nos ensinou que cada fase tem um porque e tudo passa.
E em cada conquista vemos como voamos mais alto.
Que a dor, tristeza e luta de hoje não nos deixe no chão. Deus nos ensinou a voar...vamos aproveitar está oportunidade então e tocar os céus.
É mais bonito ver de cima.
Que sua Vida seja linda, leve e com muita Paz...
Beijos
Re Pinheiro

⁠Talvez não haja Absurdo Maior do que Mulheres precisarem de leis para protegê-las de quem deveria Respeitá-las.


É um daqueles paradoxos que expõem, sem rodeios, as falhas mais profundas e medonhas da sociedade.


Leis deveriam existir como garantia de justiça, não como escudo contra aquilo que, em essência, nunca deveria acontecer.


Quando o respeito precisa ser legislado, algo essencial já se perdeu no meio do caminho — e não foi por falta de aviso, mas por excesso de negligência.


A existência dessas leis é, ao mesmo tempo, necessária e constrangedora.


Necessária porque a realidade insiste em violentar o que deveria ser inviolável.


Constrangedora porque revela que, para muitos, o básico ainda precisa ser imposto, vigiado e punido.


Como se a Dignidade Feminina fosse um conceito opcional, condicionado a regras externas, e não um Princípio Inegociável.


Há uma pavorosa Ferida Coletiva nisso tudo.


Uma cultura que, por séculos, relativizou o respeito, naturalizou o desrespeito e, em muitos casos, silenciou quem ousava denunciar.


E o mais inquietante é perceber que, mesmo diante de leis, campanhas e discursos, ainda há quem questione o óbvio, como se o problema fosse exagero e não repetição.


Talvez o verdadeiro avanço não esteja apenas em criar mais leis — ou Criminalizar algo que nem deveria existir — mas em tornar essas leis obsoletas — não por desuso jurídico, mas por Superação Moral.


Um mundo em que o Respeito não precise ser exigido, porque já esteja enraizado.


Em que a Proteção não seja uma necessidade constante, mas uma lembrança de um passado que não se repete.


Até lá, cada Lei é um remendo em uma estrutura que ainda precisa ser reconstruída.


E cada reflexão, por mais incômoda que seja ou pareça, é um convite para que essa reconstrução comece dentro de cada um de nós.

⁠Quem entra numa disputa sem a honesta intenção de vencê-la, nem precisa de outro adversário.


Porque, antes mesmo do primeiro embate, já há uma rendição silenciosa em curso — não ao oponente, mas à própria covardia disfarçada de prudência, ao medo travestido de estratégia, à vaidade que prefere parecer justa a ser verdadeira.


Disputar sem querer vencer é, no fundo, querer preservar uma imagem, não conquistar um resultado.


E há algo de profundamente contraditório nisso: quem entra para não vencer também não entra para aprender.


Fica suspenso num território estéril, onde não há entrega suficiente para evoluir, nem coragem bastante para transformar.


Apenas participa — como quem assiste à própria vida da arquibancada, fingindo que está no campo.


A intenção de vencer, quando honesta, não é sinônimo de esmagar o outro, mas de se comprometer com o melhor de si.


É colocar em risco as próprias certezas, testar limites, aceitar o desconforto da possibilidade de falhar.


Quem não quer vencer, na verdade, não quer se expor a esse processo — e, por isso, já escolheu perder, ainda que nunca admita.


No fim, o adversário externo torna-se irrelevante.


A disputa real sempre foi interna: entre o impulso de crescer e o conforto de permanecer o mesmo.


E, nessa arena, não há empate possível.


Ou se entra inteiro, cheio de vontade de ganhar, ou já se saiu derrotado antes mesmo de começar.