Poemas que Falam quem eu sou Evangelico
"Não sou de esquerda nem de direita, não me compare com dois tolos, que apenas vestem camisas de cores diferentes."
Evan do Carmo
Sou pó
O infinito é a medida certa
Da nossa ignorância.
Sou partícula de pó
Dentro deste vasto e imensurável caos
Deste mundo de matéria,
Feito de água, terra, ar e fogo.
Sou pó, sem importância,
Às vezes pura presunção de existir.
Sendo pó ainda me arrisco,
Persisto em ser alguém
Alguém que sofre as dores do mundo
Alguém que canta, que chora e ri.
Alguém que esquece a sua insignificância
A ponto de amar sem condição
Mesmo sendo pó, sem nenhuma importância
Me atrevo a ignorar o medo
De prosseguir evitando o ódio.
Como partícula de pó escolhi viver o hoje
Sem pensar na inutilidade que me aguarda o futuro.
O que sou, hoje tenho convicção, sei perfeitamente, entre tantos personagens que as circunstâncias me proporciona ser. Sou homem, pai, marido, irmão, poeta, escritor, jornalista, músico, compositor, cozinheiro, livre pensador, cristão dedicado, cidadão. Mas nenhum desses me representa plenamente, pois há uma pessoa secreta entre mim e Deus, quando me afasto de todos esses, sou plenitude de liberdade, neste ambiente livre, sereno e seguro posso alcançar uma unidade sublime que se comunica com o divino eterno. Neste mundo livre tenho paz e esperança, serenidade para executar minha função de ser pensante sem credo ou etnia, nessa condição superior posso discordar de tudo ou acreditar, não há condenação prévia como há no sistema humano comum.
Este estado pode ser alcançado por qualquer humano, basta que encontre por livre escolha o silêncio onde habita a liberdade suprema de Deus.
Último estoico
Sou amante da beleza,
sem extravagância
sem pudor, sem arrogância.
Amo a beleza sem medida,
fico preso a contemplar
uma noite, um luar,
ou uma tarde em despedida.
Mas no que tange ao meu prazer
sou estoico a perecer
nesta geração desvalida.
Não me chame de gênio
nem classifique-me por gênero
sou humano-divino
sem classificação.
A obra que faço
é como disfarço
minha inquietação.
Não sou fêmea
nem macho
não sou luz
nem facho
sou constelação.
LATINO AMERICANO
Sou latino-americano,
filho de paraibano...
Fui criado no Nordeste,
mas logo corri da peste...
Da peste de passa fome...
Fui embora muito cedo...
Com coragem e pouco medo
fui morar com tio baiano...
Na Bahia percebi, duramente descobri
qual seria o meu destino...
Não seria como os outros
Filho errante, natimorto...
Eu queria ser urbano.
Num impulso fui ao alto
de carona pro Planalto
pra seguir a minha sina
no Distrito Federal.
Em Brasília fui pra noite
pra cantar sob os açoites
dos donos da Capital...
Mas foi boa a experiência
descobri logo a ciência
não queria ser cantor!
E o tempo foi passando
E a plateia foi cansando
Não queria mais me ouvir...
Entre copos de cerveja
mesas de melancolia
eu colhi o suprassumo
de onde faço a poesia...
Entre tanto vaivém
Sem notar eu encontrei
A morena de olhos negros
Meu maior e eterno bem!
Oh, vida tão doce e tão amarga vida,
Sou um poeta, maldito, incompreendido,
Através das rimas, a dor é desmedida,
E o mundo em volta, é um fardo caído.
Charles Baudelaire me ensinou a sonhar,
Com o ópio deixa a mente a delirar,
Rimbaud mostrou o caminho da loucura,
E o café, ah, como ele desperta a ternura!
Mas o vinho é a minha droga preferida,
Ele me faz esquecer da solidão sofrida,
E acalenta a minha alma tão ferida.
Ser um poeta é uma sina, é um destino,
Com as palavras, eu navego sem tino
A minha alma transborda em verso divino.
Sou verso sem rima
Que tenta se expressar
Sou música e melodia
Tentando te encantar
Sou estrada sem destino
Que percorre sem saber
Um sonho a realizar
Lutando para acontecer
Sou alma solitária
Em busca de um abrigo
Sou coração que procura
Um abraço de um amigo
Sou pequena em imensidão
Destemido em força e voz
Sou a poeira que dança no caos
Facho de luz, aquarela azul-lilás
Sou imortal na minha arte,
Inspirado pelos astros,
pela natureza e pela vida,
Com minhas palavras,
encontro o caminho
para a eternidade.
Meu coração pulsa,
minha mente cria,
Cada verso
uma nova história,
um novo universo,
Compondo um poema
vivo e imortal.
E mesmo que a morte bata
à minha porta,
Minha poesiacontinuará a viver,
Preenchendo corações,
iluminando mentes,
Eternamente imortal.
Confesso
que hoje sou um assíduo
apreciador das coisas simples...
Uma vez que serão elas
o último refúgio de todos nós,
criaturas demasiado
complexas!
Os homens,
cobrem-me de vestes
que nãosão minhas,
advertiu Jesus, o Cristo...
Sou ainda a imagem do que
desejam que eu seja;
e isso de alguma forma
possa justificar suas
ambições!
... de fato,
sou a única pessoa
que realmentegostariade conhecer,por sera únicaque consideropouco sugestiva,
indecifrável!
... um
paradoxo
assaz curioso: quanto
mais percebo e me aceito
como sou, tanto mais e melhor
revisto-me de forças
e motivos para
mudar!
Porque sou triste.
É já nem sei se alegria existe
Pois a dor que sinto me crucia lentamente
E é por isso que sou triste
Já fui feliz, sim, amava, sorria
E se hoje finjo e tento ser risonha
Busco em mim mesma uma falsa alegria
Mas o coração aos poucos não resiste
Que a solidão comigo se sacia
E se hoje alguém me acaricia me apavoro, temendo falsidade.
Sou assim por ser sozinha.
“A vida é como uma fruta na árvore”
Todo s os dias você vai conferir se está pronta para ser colhida, porém o dia que você se esquece de ir a encontra caída ou pendente, para sua surpresa constata que ainda pode ser consumida e as sementes estão prontas.
"Incondicional é o jeito de amar não o amor, o amor é pidão você lhe dá a mão e ele quer seu coração".
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