Poemas que Falam quem eu sou Evangelico
Um sinal de amor pra minha namorada
Um grande beijo no coração
Dizer que sou poeta é meu orgulho pois essa sempre foi a minha profissão
Sou uma flor no deserto e sou um girassol na escuridão
Na pandemia fui um poeta guerreiro e hoje só estou em melhor opção
Metades de Um Inteiro
Se tua pele não toca a minha, Sou pedra fria à mercê da noite. Se teus lábios não encontram os meus, O gosto do mundo dissolve-se em nada.
Se teus olhos não buscam os meus, O dia se apaga, e a sombra devora. Se teu corpo não envolve o meu, O calor morre, e o vazio se expande.
Se tua alma não se entrega à minha, O tempo estagna, o universo silencia. Porque só existo quando existimos, E no encontro, somos mais que amor.
Escolhas que Libertam
Sou naturista por convicção profunda: escolhi viver sem depender da exploração de outras vidas. Não consumo produtos de origem animal, não por moda, mas por respeito e autonomia. Meu corpo é saudável, minha mente está em paz, e minha vida segue com vitalidade, sem medicamentos, sem excessos, apenas com equilíbrio e presença.
Certa vez, uma mulher curiosa perguntou que tipo de leite eu tomava. Respondi com sinceridade: "Desmamei. Tenho dentes, minha fase de mamar ficou na infância." Ela não entendeu. Expliquei: o leite da vaca é para o bezerro ,um animal que nasce do tamanho de um adulto humano. O nosso organismo é completamente diferente. Assim como o leite materno é para humanos, o da vaca é para bovinos.
Ela então perguntou sobre o cálcio. E eu devolvi: "De onde a vaca tira o cálcio dela?" A resposta é simples e poderosa ,das plantas. É daí também que tiro o meu.
Infelizmente, algumas pessoas preferem zombar de quem trilhou um caminho diferente a refletir sobre o próprio. Ouvi dizer que ela me chamou de mentirosa. Mas se a mentira leva à saúde e ao bem-estar, e a verdade ao adoecimento… então talvez seja hora de repensar o que consideramos verdade.
Não falo para impor. Falo para inspirar. Porque viver com consciência não é extremismo ,é um ato de liberdade.
Sou um espírito em missão na Terra
Dizer isso não é apenas uma frase. É uma declaração de consciência. É o reconhecimento profundo de que estamos aqui não por acaso, mas como viajantes cósmicos em busca de algo que ultrapassa o tangível. Essa missão é silenciosa, mas pulsante. Ela se revela nos detalhes do cotidiano, nas inquietações da alma e naquela saudade inexplicável de um lugar que não se encontra em mapas: o lar espiritual.
A jornada começa com perguntas que ecoam desde sempre.
Quem sou eu? Não a profissão, o nome ou o papel social, mas a essência que observa tudo isso. Sou consciência, sou luz, sou memória ancestral de um universo que pulsa dentro de mim.
De onde vim? De dimensões onde a vibração é mais sutil, onde o tempo não aprisiona. Vim de um lar, de uma família cósmica, da Fonte, do silêncio profundo onde todas as almas são irmãs.
Como voltar? Não se trata apenas de um retorno físico, mas de reencontrar a frequência que nos reconecta ao divino. É voltar pela lembrança, pelo amor, pela verdade de ser quem realmente somos. A cada ato de empatia, a cada mergulho interior, damos um passo em direção ao lar.
E então surgem os sinais. Momentos em que o tempo parece desacelerar, encontros que mudam tudo, intuições que orientam sem explicar. São como trilhas brilhando sob os pés, como sussurros da alma dizendo: “Sim, esse é o caminho.”
E seguimos. Sabendo que a missão não exige perfeição, mas esforço, comprometimento e presença. Que o lar não é um ponto final, mas um estado de ser. E que, enquanto caminhamos, o universo nos observa com amor, pois somos, afinal, parte dele.
Mulher Anciã
Não me escondo nas curvas da idade, sou feita de luz, de força, de verdade. Cada fio prateado é um traço sagrado, pintado à mão por tudo que tenho amado.
Rugas são trilhas que o tempo deixou, nas madrugadas em que não se chorou. São mapas de riso, de lutas, de fé, memória bordada no toque da pele.
Minhas mãos carregam passado e futuro, tocaram a vida, enfrentaram o escuro. E mesmo quando a dor me visitou, foi esperança que nelas ficou.
Carrego no olhar a sabedoria, que não se compra, se conquista com os dias. Sou feita de terra, de vento, de lua, de histórias contadas à beira da rua.
Sou flor que brotou no jardim da demora, e cada pétala é história que aflora. Não sou rascunho, sou obra final, mulher ancestral, essência vital.
Não sou diferente, sou igual...
Tenho um corpo que me anima e todos os sentimentos
puros que alguém pode ter.
Tenho limitações, mas isso todo mundo tem.
O homem imperfeito diante de julgamento cordial.
Sou inteiramente rejeitavel, pela justiça divina, sou imprestável a longo prazo, e também totalmente cancerígeno ao corpo celestial, mais perante ao meu Rei piedoso, bondoso, amável, e extremamente misericordioso e justo, resolveu asentar-se a julgar minha causa, o mesmo sendo excelente em causas perdidas, resolveu me restaurar e me conceder lugar entre os santos revogando minhas transgressões cabais, e me afastou da justa condenação amarga de toda perdição, a anistia celestial veio me favorecer de todas as formas possíveis, porque a pauta foi finalizada pelo ato da Cruz de Cristo, ele mesmo sentiu todo meu pecado em suas mãos e a Resposta final do Juíz maior, o Pai Celestial foi favorável em minha causa, pois eu contratei o melhor advogado possível, o magnifico Senhor Jesus Cristo que me liberta de todos os meus pecados terríveis.
Poesias Líricas ao Rei Jesus.
Ao andar olhando para cima, percebo que sou debaixo, e bem debaixo, em cima está o Pai nos Céus acentado em seu trono de Glória, por eterno merecimento, pois é o criador de tudo já existente e ao seu lado, está o Rei dos Reis, que não se acovardou, antes foi extremamente corajoso diante de seu maior desafio, se entregar a morte de Cruz, em escárnio e em sofrimento mudo, e também em temor ao Pai eterno, que lhe recompensou sobremaneira.
Poesias líricas ao Rei Jesus
"Você costumava ser uma pessoa tão diferente, tão divertida".
As vezes não sei se sou uma pessoa divertida...
Por muitas vezes me pergunto quem eu sou, e o que eu inventei para que as pessoas gostassem de mim!
Com os olhos abertos
cheios de realidades
minha mente encarcerada
sou refém de suas vontades.
Com os olhos fechados
agora posso me enxergar
já não vejo mais amarras
estou livre para voar.
Sei da fragilidade da minha existência, nesse impetuoso lugar
Sou um barco de papel e não posso ancorar.
Sei que toda tempestade, ao mar se lança com vontade
Nas suas ondas faz alarde, para que eu possa me afogar.
Sei bem mais sobre a calmaria, e nela sigo com agilidade
Pois é onde Deus faz caridade, para que eu navegue com vontade
E sobreviva mais um dia.
Linha Tênue
Sou do 93, tu do 92,
um abismo entre os dígitos,
mas no eco da noite, tua ausência soa.
Espero.
Pelo toque frio do telefone,
pela faísca da notificação.
Mas não vem.
Só o silêncio, que sussurra teu nome
como uma praga ou uma prece.
E eu me perco,
na paranoia dos teus sinais invisíveis,
na ilusão de que teus olhos
passeiam por minhas mensagens apagadas.
Romance ou delírio?
Eu já não sei.
Os teus sussurros habitam as paredes do meu quarto,
teu cheiro, um espectro entre os lençóis.
Cada vibração no bolso é um coração que para.
Cada número desconhecido, tua sombra que escapa.
Serás real, ou fruto da febre?
Diz-me, és mulher ou miragem?
Meu amor é uma fogueira que devora,
minha sanidade, uma chama que dança.
Do 93 ao 92,
não há distância maior que o medo,
nem paranoia mais doce
que esperar por aquilo que talvez nunca venha.
Esquecer de te esquecer
Você pediu para te esquecer,
mas tão esquecido que sou,
esqueci de esquecer você,
e no peito a saudade ficou.
Tentei apagar seu sorriso,
mas ele insiste em brilhar,
feito estrela em noite sem juízo,
que o céu não consegue apagar.
Quis largar tua voz no silêncio,
mas ela ecoa em meu ser,
é melodia que fere o silêncio,
e me faz outra vez te querer.
Esquecer de te esquecer,
é a ironia que me consome,
quanto mais tento não te ter,
mais o coração te chama pelo nome.
Se é pra viver nessa contradição,
de lembrar enquanto tento esquecer,
entrego-me à doce prisão
de jamais deixar de amar você.
Santarém, Encanto e Magia
Meu DDD é 93, sou do Pará,
Santarém, minha terra querida,
Terra do tacacá, tarubá, tracajá,
Do pirarucu, pacu, aracu,
Piquiá, mapará, araçá no cardápio do dia,
Sabores que contam nossa história, poesia.
Santarém, terra de encantado,
Onde o canto encanta quem dança,
Quem chega, quem vai, quem fica marcado,
Por suas praias que abraçam a alma.
O belíssimo rio Tapajós, espelho do céu,
Alter do Chão, Caribe brasileiro,
Encanto que começa e nunca tem fim.
Das mãos do artesão, nasce a arte em madeira,
Retratos da floresta, joias verdadeiras.
Na música do carimbó e do siriá,
Sente-se o pulsar de um povo que sabe celebrar.
É o boto que surge, mistério e fascínio,
Lenda que navega entre sonho e destino.
Santarém, terra dos Munduruku,
Dos Tapajós e Borari, raízes do meu Pará.
Nos mercados ecoam cantos e cores,
Açaí, farinha, cacau, mil sabores.
Cidade-mãe, guardiã da Amazônia,
Berço de histórias que o tempo não some.
Do pôr do sol no rio que cintila,
À lua que dança na mata tranquila,
És poesia em cada detalhe,
Santarém, meu lar, minha saudade.
Doces devaneios...
Sou um ser comum...
Apaixonada por um ser encantado ...
Que em breves noites se perde,
nos encantos de uma louca paixão...
Sou esse ser comum...
Que mergulha em ondas de estrelas...
E nas madrugadas tem a pele tocada
pelo fogo de um dragão...
aquela que no amanhecer sonha acordada ...
sentido-se arder num pensamento repentino...
Sou aquele ser comum...
Que amanheceu Abraçada na dúvida ..
Arquitetando entre sonhos de pétalas
e plumas outro voo alucinante ...
Nas asas de uma fera indomada...
Sou mais um ser comum...
Perdida em lábios ardentes ...que se acolhe
nesses momentos ...Colhi flores nos desejos
e se fere nos espinhos da emoção...
Sou esse ser comum...
Que se esconde na loucura da minha razão ...
E se coloca no abismo do teu olhar...
Que saío do meu mundo comum ...
E deixo seu estranho amor me reinventar...
Caminhos ...
Hoje sinto que é tarde para buscar...
O pouco que lhe dei...Foi tudo do que sou .
Nosso passado nos traz lembranças.
Se faz necessário caminharmos
em busca de um futuro...
Caminharmos em busca do amor...
Parar de olhar para o que ficou..
Lembranças perdidas nos momentos.
Tentar resgatar aquilo que se foi...
É como se vivêssemos lá atrás
Caminharemos para alcançar,
o pouco para que não seja tarde
Partiremos em busca do amor... .
Que um dia ficou no espaço perdido
Daquele dia que pensamos ser eternos .
Sem você não sei viver...Morro em mim... .
Por não saber o que fazer com o tempo
Que se faz vazio...Me perco em solidão
Por buscar um tudo dentro de um nada
O tempo se faz perdido...Meu inimigo...
Buscando sentido do nada vivido... .
Hoje sinto que é tarde para buscar
Aquilo que ficou sofrido... onde tudo começou.
Te vejo distante,lágrima é metade saudade...
A outra encanto...Sou metade do sonho...
a outra do amor...Me junto sou apenas dor...
Sou templo vazio...Dança se par...
Olhar se brilho afogado no desejo de amar...
Saudade devasta ...Sou canto sem graça...
Já fui dos teus braços ,de bocas coladas...
Sonhei acordada...andorinha feliz...
Soluços e beijos tirando o ar...
Sabe que sem você não tenho paz...
Sou castelo de areia na beira do mar
Vou vagar sem defesa na eternidade
do seu envolvente olhar...
Sou assim e ponto!
tradução emocional: Já morri
Aos mortos resta a decomposição
aos vivos a transformação
Sambando na chuva da noite (versão 2)
Sou como sou e você é como é, então somos como somos, ou talvez somos dois patos alucinados a banhar amores na poça. Não exijo nada de você e nem você de mim, apenas sua eufórica e irritante grasnada.
Então vamos nos jogar na chuva, molhar nossas cabeças. esquecer nossas diferenças, nossos devaneios, nossas mesquinharias e competições do dia-a-dia, se estamos aqui, juntamos nossas penas cheias de manias e ideais, nossos dissabores do cotidiano e nossas desavenças morrem afogadas na água.
Vamos nos jogar na chuva, e molhar nossa consciência, batizar nossas idéias, esquecer nossas bobeiras e acender nossas malicias, somos apenas dois palhaços notívagos do luar querendo se divertir.
Tentando chacoalhar com nossas malicias, inquietar em nossos romances em cantigas noturnas o samba do amor. Podemos nos esquecer nesse sambar, esquecer dos barulhos do mundo até o amanhecer.
Sambando na chuva da noite
Sou como sou!
e você é como é!
Então somos como somos!
Não exijo nada de você e nem você de mim!
Então vamos nos jogar na chuva!
Molhar nossas cabeças!
Esquecer das nossas diferenças!
Que competimos pelos mesmos ideais!
Nossos dissabores! Nossas desavenças!
Vamos nos jogar na chuva!
E molhar nossa consciência!
Rebatizar nossas ideias!
Esquecer nossas bobeiras!
Somos dois palhaços querendo nos divertir!
Sambando o samba do amor!
Nessa noite quente! Juntos! Até amanhecer!
Vamos nos jogar!
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