Poemas que falam do Silêncio
É nesses momentos de tristeza, que eu queria ser um anjo, para no silêncio da noite te ajudar a ser feliz de novo.
Ao reparar no silêncio respeitoso que se manifesta quando uma pessoa de idade chega em algum local e observar como as pessoas abrem passagem para ela, demonstrando respeito e sincera consideração, percebo, aliviado, que nem tudo está perdido neste mundo.
Numa despedida, o sujeito que não tem nada de bom para falar é melhor que fique em silêncio. Mas, por outro lado, se for para dizer algo bom, que o diga também! Que tenhamos o tempo suficiente para aprender a dizer o que é necessário, o que pode e deve ser dito ou feito, até nosso último dia nessa terra!
Ontem o silêncio foi longo, excelente momento para uma reflexão.
Com emoção cheguei a esta conclusão o show da vida precisa continuar, pois a cortina ainda não se fechou, e minha energias tão pouco se esgotaram.....
O mais puro amor não se exibe, ele é intrínseco ao ser, brota do mais íntimo do coração, é silencioso na forma, mas grandioso na essência.
Andam confundindo egocentrismo com orgulho. Andam confundindo silêncio com razão. Andam confundindo suas próprias palavras. Mas o silêncio um dia ecoa e perde a razão, porque sai de si.
Não economizo amor, invisto. Não engulo amor, respiro. Não silencio amor, grito. Não guardo amor, demonstro. Não escondo amor, escandalizo. Não unifico amor, pluralizo. Não sonego amor, declaro. Não desprezo amor, abrigo. Não verbalizo amor, pratico. Não divido amor, multiplico. Não publico amor, politizo. Não prendo amor, liberto. Não julgo amor, aceito. Não torturo amor, sinto. Não desenho amor, pinto. Não soletro amor, poetizo. Não espero amor, faço. Não cobro amor, eu amo.
Não economizo amor, invisto. Não engulo amor, respiro. Não grito amor, silencio. Não guardo amor, demonstro. Não divido amor, unifico. Não nego amor, declaro. Não desprezo amor, abrigo. Não verbalizo amor, pratico. Não subtraio amor, multiplico. Não prendo amor, liberto. Não julgo amor, aceito. Não torturo amor, sinto. Não soletro amor, poetizo. Não espero amor, faço. Não cobro amor, eu amo.
se eu pudesse ler seu silêncio..
entenderia seu sofrimento. abraçaria você com tanta força que ficaríamos um só. aí, então, eu poderia amenizar as suas dores e se fosse necessário, eu ficaria com elas para mim. /i
Quando não há reciprocidade, o interesse pelo outro tem um limite. Quando o silêncio grita: "acostume-se com a minha ausência", só nos resta obedecê-lo. Acostumar-se com a ausência, com a incerteza é o desafio desta vida.
Para aprender algo ou entender o outro é necessário calar e ouvir. O silêncio tem um valor imensurável. Quem conversa demais não ouve bem e não percebe o que está a sua volta.
As pessoas curiosas podem nos fazer perguntas indiscretas, daí ficamos em silêncio, contamos uma história ou uma estória. Porque não somos obrigados a compartilhar a nossa história com qualquer pessoa.
Antes de escolher entre opinar ou ficar em silêncio em determinadas situações, deve-se ter bom senso.
