Poemas que falam do Silêncio
Eu sou feito de palavras que queimam, de silêncio que dói e de um amor que não aceita metade. No mundo emocionado de hoje, carrego essa intensidade que brilha forte, fruto da solitude que me ensinou a viver com responsabilidade afetiva comigo, com os outros, com cada sentimento que desperto. Minhas escritas são pedaços da minha verdade intensa, amável, tensa porque eu não vivo pela metade, eu vivo para arder, para sentir, para amar até o fim. Quem lê sente. Quem sente, sabe: comigo não tem jogo, tem alma nua, coração em brasa e um desejo eterno de ser inteiro.
Nem todo silêncio é indiferença. Meu traço tóxico? Quando estou mal, sumo. Me fecho. Me resolvo sozinho. E quando volto… ajo como se nada tivesse acontecido. Não é frieza. É só o jeito que aprendi a lidar com a dor: calado.
— O meu paraíso é um reflexo dos dias de silêncio no mundo que escrevo, desenho, ouço a boa música relativa dos momentos e entendo todo tipo de barulho.
Hoje eu gritei, e em cada palavra ardente de raiva e ódio, encontrei apenas silêncio e desilusão. No eco das lembranças e promessas quebradas, percebi que uma parte de mim morreu, consumida pela dor, sem jamais entender por que me deixaram gritar.
Sinto o tempo apressado nos beijos que te ofegam, quando o silêncio faz vigorar na ternura da tua fala, o meu desejo de te ter a cada segundo que passa.
O amor não fala, mas, se consegue ouvir a sua voz, mesmo escondido no silêncio do coração, apenas ecoa na mente de quem a paixão se tenha apossado.
O silêncio abala o meu coração quando tu não estás, esperançoso por te ter no banho do nosso suor, espero o teu corpo nu entre os meus braços para te amar incondicionalmente.
Se tenho um caminho certo para seguir são os olhos da minha filha, que me guiam no silêncio do seu amor e me mostram a maravilha que é ser um pai honrado e babado.
O Universo não pára de se movimentar sobre o olhar impávido dos humanos, que no silêncio da sua aceitação poética, admitem ser seres inferiores ao seu CRIADOR.
A verdadeira materialização da paz não está no silêncio das armas, está na harmonia entre os angolanos e tolerância na forma de pensar e enxergar o próximo.
Política feita em silêncio não resolvem problemas, pois, o povo quer soluções e não alucinações de opositores.
Um silêncio não esconde a voz lúcida da nossa mente, nem mesmo oculta com franqueza a dor funesca que invade o nosso coração em momentos de tribulações.
Há silêncio que me traz o tom da tua voz e me deixa embalado na expressa saudade que me ocupada e sobre a força da melodia do teu sussurro no meu ouvido me torno cada vez mais apaixonado por ti.
Sinto a dor de não poder te proteger a cada silêncio vertido pela tua mente, com lágrimas nos olhos temo não ser capaz de te fazer sorrir em meio a tanta turbulência ... Mas, quero que saibas, que viverei sempre em ti enquanto poder.
O silêncio que invade os ouvidos dos homens em tempo de paz, não se deve confundir com a alma dos mortos que vagueiam pela terra.
O silêncio é uma arte de luz que ilumina a nossa mente mesmo quando torcidos pelo sono, somos seres conscientes despertos pelo eco da nossa mente.
O silêncio de Deus não é uma penalização para o povo que o procura, é antes, a escolha de um momento oportuno para responder aos anseios de todos os que Nele confiam e esperam.
