Poemas que Falam de Realidade
Fila do osso... vergonha da realidade.
Fila dos restos do mercado municipal.
Pessoas dormindo no relento das ruas.
A rua dos drogados terminou ou foram realocados....
Farra da existência social...
Todo cartaz muta a visão dos inocentes tolos pois a realidade ambígua é a simplicidade no campo visual
O vulgo se o coração não vê o coração não sente...
Abismo social se torna lindo parque de diversão.
O espaço quantas contornos e destaques de clamor !
Será para aonde caminhamos dentro de tantos mundos multiculturais.
Fila do osso,
O bom prato,
Fila do mapa fome mundial.
O ser racional se torna navegante num mundo de desigualdade!
No plano de governo ganhamos uma visão do que virá sera uma retrospectiva de 2020.
O osso dentro da gaiola...
O fluxo de realidade....
O abraço da filosofia dentro da apologia
Fragilidade do homem político...
E propósito do homem dentro da gaiola.
A matrix roda seus fantasmas.
Mortos famintos da democracia.
Mortos vivos na fogueira da imigração.
Palácio num mar de ausência.
Declaração que o amor tem fome.
Os realty shows a pragmática da diversão na imersão da realidade.
Objetivo é claro de confinamento mental,
A proposta de reações comportamentos que é implantação de gatilhos e implantes de morais e éticos da existência demonstrando que perdeu natureza pura.
* natureza pura e sua relação moral e suas verbais*
O domínio astronômico por audiência demonstra a pragmática da evolução dão alienação , da lucro, vitalício ponto final.
Porque sua realidade ambígua é a destopia tão afronta com ja é o que nunca foi ou será?
No âmbito do capitalismo é apenas uma grão de poeira ao vento,
Uma particula de um organismo sem valor algum a grandeza do relativismo universal.
Ser ar sarcástico da ênfase a sua dinastia de podridão.
Aproveitar dos inocentes e invulneráveis dão o ar ordinário do seu algoz....
Então se vangloria com a poliformismo da politica meros atrozes,
A transgênia racional se torna rara nos moldes fakes news te faz um ícone ...
Mas plano ser pior entre os piores,
O objetivo é acumular mais riquezas.
O espelho da realidade nas virtudes da alma...
O espírito paira num estante de estado inerte todavia espaço translúcido.
Somos fantasmas da nossas vidas
Realidade partida pelas ventosas de espíritos pão de deuses abrangentes.
De fontes dolorosas ate que não exista mais nada.
Na púrpura da realidade
Se da escolha ou é escolhido
Se escolhe o que você é?
É uma forma que se cria?
Um desejo que se forma?
Ou que é pela sua compreensão e desejo...
Opção sexual?
Tabus da sociedade?
É aceito ou se torna mais um dentro de um dogma religioso...
Tudo ponto de vista pragmático sera?
Pois tantos preconceitos...
Julgamentos e perseguição...
Sois é nada mais que é...
Tudo que é compreendido é a ignorância.
Pois o que somos dentro deste mundo alucinante...
Senso de realidade_
Controvérsias sempre são expostas com a ironia e trás verdade e mentiras
Para os quais mergulhamos em outras realidade...
Meias verdades são erros da matrix...
Como os fantasmas da ilusão são feitos para você deixe de acreditar na verdade do despertar.
Sua consciência vive numa gaiola de imposição e castidade.
Moral pessoal se perdeu sua vida é uma gravação do sistema.
A programação foi feita do seu destino pre selecionado para seja o que é diante das suas expectativas presentes.
O Manifesto do Formigueiro Digital
Na penumbra da realidade ambígua, o mundo assiste ao espetáculo projetado nas paredes da caverna moderna. Muito além do futebol e das distrações manufaturadas, opera a engrenagem do tecno-feudalismo. Um sistema tão refinado que altera a cognição humana em massa, embala o resultado em uma "demência conectiva" e entrega ao cidadão um selo invisível de garantia de qualidade. Tudo normatizado, burocratizado e aceito com a resignação de uma garantia estendida.
Nas galerias dessa colônia, a sociedade foi dividida em novas castas biológicas e digitais:
O Homem-Formiga: Condenado ao automatismo do regime 6x1 (ou o sonho patronal do 7x0), ele vive em segundo plano, operando programas pré-estabelecidos para alimentar o sistema que consome sua própria existência.
O Homem-Cópia: Aquele que abdicou da autenticidade para replicar as normas do algoritmo e sobreviver no feudo.
O Homem-Ego: A elite moralmente vazia, os políticos e mercadores da fé que habitam o topo da pirâmide, movidos a luxúria e vaidade.
A música do Flautista de Hamelin digital continua a tocar através das telas de silício. Os adultos marcham hipnotizados em direção ao rio do esquecimento, enquanto as crianças são sequestradas em seu futuro, trancadas na montanha da Geração Delta. É o império do Ser-Toupeira, que definha no isolamento da sua gaiola digital, alimentando-se de intimidade sintética, prostituição de curtidas e realidades paralelas. Do outro lado do espelho, os Homens-Bots da velha geração atuam como soldados automatizados de um pânico moral e político que já não compreendem.
O Rico joga suas migalhas na floresta negra do consumo para nos dar a ilusão de um caminho de volta. Mas os pássaros do algoritmo já comeram o pão. Estamos presos no Problema dos Três Corpos da modernidade: o Caos inevitável entre a máquina, a elite e a massa.
O ser humano pode ser obtuso e abstrato desconectado da realidade...
Se torna fenômeno mundial de do consumismo para ser o produto consumido....
O cubismo humano transcende a sensatez e suas realizações são fúteis e de pura ostentação.
O modista sendo o consumismo de roupas e acessórios... da o retrato do relativismo e do cubismo, sendo horizonte resplandece da imagina humana...
O abraço da solidão e da vida contemporânea da origem ao isolamento intelectual sendo horizonte da existência social labirinto moral.
Dentro da corrupção política e moral novos contrastes de alienação intelectual, socia e religiosa e muitas vezes os tres juntos num processo de degradação humano, tendo processo seletivo....
Os olhos que sangrar lágrimas de sangue... nos espaços vazios da mente...
Bolsões de realidade são expostos pelos insites...
Devorando meu ego sendo luz que me cala...
Vozes na minha mente pensamentos que me fazem expor o sentimento derradeira flor da consciência...
Ser inerte atônito todavia sendo horizonte frio da minha vida.
Longe da desconexão da Internet vejo seres conectados seres sem emoções.
Na próxima estação vou descer parecem animais animados pela alienação intelectual tudo esta ligado.
As escadas rolantes cheias de contradições o fenômeno do capitalismo sendo ultrapassado pela feudalismo digital...
O amor foi substituído pelo astros das bigs tecs...
Ratos estão distantes do racionalidade do ser racional.
Sonho da realidade são apagados no lago da eternidade.
Somos meros objetos jogados no esquecimento.
Mesmo assim continuamos a brigar por espaços de riquezas de por assim dizer o julgo da alienação...
Dores amores superficiais pois o gosto é gostoso.. o melhor ganha prêmio da futilidade do ego.
Natureza se desalinhado sofre e morre a terra vira pasto de gado... o verde morre e humildade perece nos alvais da tecnologia...
Desbravadores do espaço vão compreender a humanidade de hoje ou so terá o deslumbre do são.
Meus pensamentos voam eras a frente as vezes sinto que não pertenço essa era de homens das cavernas.
A alucinação não é alienação.
Dentro da realidade sois alienação...
No isolamento intelectual sempre haverá o empobrecimento da alma.
Pois o espírito é essência das experiências passadas cujo o carater é formado. E estar alienado é simplicidade abandonado suas experiências por ideias de fantasias.
Por Celso Roberto Nadilo
Flores da devastação
Metamorfia de laços profundos na desconexão com a realidade.
Beija flor do nexos ao florismo da alma.
Vastidão do eufemismo transgrede a humanidade.
A REALIDADE
A realidade é que a vida, às vezes, é uma droga; e nós passamos boa parte dela procurando maneiras de torná-la bonita.
Nas alturas do tempo, um pequeno estado no horizonte massivo: palavras prepostas pela realidade observada.
Nas nuvens, vemos aglomerados de convergência de estruturas envelhecidas pelo tempo. Vemos experimentos científicos buscando a compreensão dessas mesmas estruturas — a convergência cognitiva responsável pelo olhar crítico e cirúrgico sobre a entropia humana, congelada no descanso da análise.
Velhos pertences esquecidos na caverna das limitações humanas, pois os limites lineares da mente projetam imagens sob medida sobre o real. As ruínas envelhecidas e a continuidade relativa da probabilidade desenham, a cada dia, formas carregadas pelo vento. No espaço, ondas massivas e reações de colisão dominante dobram o tempo e a gravidade ao longo de milênios para transformar cada matéria em tempestade estelar, convergência gama e os tecritons da radiação cósmica infinita.
Compreender o que vemos exige traduções complexas: cálculos infinitos para dar forma, cor e qualidade aceitável ao inacreditável, convertendo o invisível na inata compreensão humana. No fim, dados congelados em preto e branco ou digitalizados por infravermelho revelam apenas tons de vermelho e borrões preenchidos — embalados por músicas impactantes de forte apelo psicológico para justificar investimentos de bilhões.
Enquanto trilionários e bilionários brincam com foguetes que explodem e jogam milhões no ralo — sem preocupação, pois há seguro —, o contraste se escancara: multidões enfrentam a fome e sangram em guerras por recursos básicos. A fumaça das florestas em chamas e o aquecimento global intensificam o El Niño e a La Niña. Observamos o planeta nos dar seus alertas enquanto acumulamos adversidades expostas.
O que faz meu sonho ser completo,
é ter você nele. Pois, ao seu lado,
cada meta se torna realidade. E cada passo nos leva à nossa história.
Quando Amar se Torna Dependência
Penso o quanto deve ser difícil encarar a realidade de estar com alguém que não se ama e, na perversidade de si mesmo, encontrar tantos motivos para permanecer, menos a coragem de reconhecer a própria dependência emocional.
Penso o quanto essa dependência dificulta amar a si próprio, porque talvez você tenha aprendido a vida inteira a buscar amor, mas não a se dar amor. Aprendeu a procurar no outro aquilo que nunca conseguiu oferecer a si mesmo.
Penso na dificuldade de estabelecer relações, porque muitas delas acabam sendo construídas na lógica da troca: eu me dou, eu me entrego, eu ofereço, eu espero. E quando não recebo, sinto que perdi. Quando, talvez, já estivesse me perdendo antes mesmo de perceber.
Penso, e logo existo.( René Descartes 1596–1650)
Mas talvez você precise pensar para além do outro. Precise desistir de desistir de si. Desistir daquilo que disseram que você deveria ser. Desistir da necessidade de ser amado para se sentir alguém.
Talvez seja necessário voltar para dentro.
Perguntar a si mesmo: quem sou eu quando não estou tentando ser suficiente para alguém? O que desejo quando ninguém está desejando por mim? O que existe em mim quando retiro todas as expectativas do outro?
Talvez encontrar quem você é seja a maior possibilidade de cura.
Porque, no fim, amar alguém não deveria exigir que você desaparecesse de si mesmo.
E talvez amar a si seja justamente isso: voltar para casa depois de passar tanto tempo procurando morada no outro.
O amor no silêncio é nacauteado pela rejeição e realidade... Quantas vezes já amei em silêncio, reparando nas pequenas atitudes e nos pequenos gestos, Na maneira de sorrir... Ao longe eu admiro com o amor preso no peito...
Mas o medo fala mais alto...
Então amar em silêncio é mais doloroso...
Você observa com o carinho, enquanto quem você tanto quer não te enxerga da mesma forma...
Então seguimos em frente aceitando que existem pessoas que amam muito e que acabam sozinhas.
"É melhor, muito melhor, contentar-se com a realidade; se ela não é tão brilhante como os sonhos, tem pelo menos a vantagem de existir."
(Machado de Assis)
A vida é mais do que a beleza que se imagina; é a força que se tem para enfrentar o que se vive.
MARCELO CASTILHO ASSIS
