Poemas que falam de Mulher e Mãe Guerreira
“O nome que tiraram da mulher era mais do que sobrenome; era tentativa de apagar sua autoria sobre si mesma.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mulher foi ensinada a obedecer antes de ser autorizada a perguntar quem realmente era.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Muitas correntes foram chamadas de tradição apenas para que a mulher demorasse mais a reconhecê-las.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Mulheres reais não precisam ser perfeitas para serem importantes.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando uma mulher escreve, pinta, ensina, cuida ou resiste, ela disputa o direito de existir com autoria.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Para cada mulher reconhecida pela história, existiram milhares que sustentaram o mundo sem receber uma linha.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mulher que ganha asas não nega as correntes; ela as reconhece para nunca mais chamá-las de destino.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mulher real não é santa, nem pecado, nem propriedade, nem símbolo; é existência inteira.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Nenhuma mulher deveria precisar escolher entre ser amada e ser livre.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“As asas da mulher não nascem quando o mundo permite; nascem quando ela deixa de pedir permissão para existir.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A culpa materna não nasce apenas dentro da mulher; muitas vezes, é fabricada por uma sociedade que entrega tudo à mãe e pouco oferece em troca.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Cuidar de um filho atípico não deveria significar abandonar completamente a mulher que também precisa viver.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mulher antes da maternidade não morreu; ela apenas ficou soterrada sob laudos, terapias, medos e responsabilidades.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando o corpo da mulher é transformado em campo de guerra, toda a humanidade perde a batalha contra si mesma.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Nenhuma mulher cruza nosso caminho em vão: umas vêm para ser amor para sempre, outras para afastar a solidão, e algumas para nos abrir os olhos e trazer o livramento.
Levantar as mãos para uma mulher é algo triste e digno de terror,seria o mesmo que no jardim da existência, pisar em cima e esmagar a mais linda flor!!!
Eu achava que, se morresse, tudo bem. A hora podia ser qualquer uma. Então conheci uma mulher e o mundo deixou de ser indiferente.
De repente quis ficar, com uma urgência que me esmagava e iluminava ao mesmo tempo. A ideia da morte deixou de ser teoria e virou um medo que me perseguia dia e noite, invadia os pensamentos e apertava o peito. Não saía da cabeça. Nunca me senti assim, aterrorizado e, ao mesmo tempo, desesperado para continuar vivendo.
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