Poemas quando eu me Amei de Verdade
Mas tipo, no mesmo minuto que eu choro muito de tristeza
Do nada, eu começo a rir
Pareço doida
Mas parece a alma e o espírito
Sendo manifestados ao mesmo tempo, sabe?
Tipo, eu posso chorar
Mas no final sempre termina com risada do meu espírito, sabe?
Eu sempre termino rindo, é muito estranho
Estranho humanamente falando, mas
É uma certeza, uma clareza espiritual que eu tenho assim
Que se alimenta, sabe?
Do choro da alma e do riso do espírito
Só que isso acontecendo num corpo de 1,56
Eu acho que eu vou explodir
Quem diria que de todos os meus dilemas
O maior seria eu mesmo?
Mas não vou julgar, nem me crucificar
Essas risadas misturadas com lágrimas
São mesmo difíceis de lidar
São mesmo difíceis de lidar
Quem entende a paz e o caos ao mesmo tempo
Ou a vontade de gritar, mas logo vê-la passar
Como escapar da própria pele?
Por mais que eu tente me afastar de mim, mais perto fico.
Na travessia pelo mar da vida, deparo-me com um castelo de areia frágil, efêmero, mas incrivelmente belo.
Imagino seus cômodos, suas histórias não vividas, um universo inteiro que brota no silêncio da mente.
Por um instante, um único segundo de imaginação se faz vida: tão real quanto o toque do vento.
Mas então, sem aviso, a chuva despenca.
Molha-me. Pesa. Incomoda.
A areia gruda na pele, a realidade se impõe como tempestade.
Abro os olhos
E tudo que resta é uma poça onde antes havia um sonho.
Mais que um mero poema
Eu não luto...
Com uma pena no tinteiro
Com uma caneta no papel
Com um dedo no teclado do computador
Sim, eu luto...
Com as palavras em minha mente
Com os ruídos ao meu redor
Com os sussurros na alma!
Talvez eu lute...
Contra as palavras sem vocação,
Contra os desencontros sem noção,
Contra os desafetos pensamentos lineares,
Pois do contrário, numa folha qualquer...
Escreveria nada mais que um mero poema.
Quem conta um conto?
Eu conto!
Conto um conto,
Aumento um ponto.
O conto não se conta só.
E ponto!
Eu só conto o que ninguém conta.
Conta quantos contos contei?
Pois me perdi nas contas.
Pra alguns, talvez eu seja só um louco
Afogado nas loucuras desse mundo
No abismo, no fundo do meu ser
Um homem absurdo
Diálogo com o tempo
EU – Eu preciso recuperar o tempo perdido, o tempo que gastei fazendo aquilo que não devia...
Sr. Tempo – Não há possibilidade de recuperar o tempo que se foi, teria se pudesse voltar no tempo, como não há, a oportunidade se passou, mas você pode aproveitar o teu presente, pra conquistar seus sonhos e alcançar suas metas. É fato que começará tarde, porém começará com maior experiência do que no tempo que se perdeu.
As vezes
As pessoas ficam mal
Isso por um motivo
Que eu nem sei o qual
Talvez seja de momento
Mas não saber qual sentimento
Te faz ficar assim
E mal vai ficando
Até que antes do fim
Vc se depare com algo, não tão ruim
Mas que faça você ver
Que a vontade de morrer
É menor que a de existir
A paz que tanto eu procurava não mais estava por onde andei.
Estava dentro da minha alma, como perdi tempo, como me enganei.
Ame a vida, ame os seus.
Somos todos criaturas, repletos de censuras mas filhos de Deus.
Gonçalvesdarocha
Sabedoria amiúde
Fui feita para amar
Então "Eu amo!"
Sem medo e sem pressa
Existe muito amor dentro mim
Trasborda,contagia...
Porque não é pecado amar
Pecado é não ter a capacidade de
Fazer feliz a quem se ama.
Eu sou como a chuva fina de verão.
Como as lagrimas incontidas de um amor.
A esperança no olhar de uma criança.
As doces lembranças de infância.
Como a melodia suave...Tom sobre tom.
Eu sou como o revoar das aves no inverno.
Como o frio em noites de solidão.
O ressoar de palavras.
A inquietude de pensamentos.
A gota de orvalho das manhas...
Eu sou,apenas sou,simplesmente sou.
Só você eu quero!
Só de você eu espero!
Só em você me perco
Me acho...Em pleno descompasso
Só por ti me entrego!
Me encontro...
Só pra você eu corro!
Só por você eu choro!
Grito,imploro....
Só por você,com você
Apenas pra você
Eu entrego o meu amor.
Despi-me de segredos
Deixei tudo la fora
Um recomeço a flor da pele
Eu e a vida! Sempre prontas
A melodia incontida... Notas
Suaves... A melodia da felicidade
Hannah Lessa
Queria eu o que não para
O querer da ansiedade
De querer-te tanto,tanto
Que me perco em querer-te
Tanto em mim,querendo sempre
Que você queira estar aqui
Sempre ao lado meu
Muito prazer! Deixe que eu me apresente
Sou aquela que vagueia na calada da noite...
Que atravessa as barreiras do tempo.
Sou aquela que se veste de sensualidade
Que tira-lhe o fôlego...Os sentidos
Sou aquela que vive entre o bem é o mal
Que se deixa seduzir por mera insignificância
Que não busca entender, mas não mede esforços
Para ser entendida... Mera distração.
Sou a pura insanidade, pois na minha loucura
Encontro a minha lucidez.
Sou o balbuciar de simples "Ais"
O contexto... Livro inacabado
A poesia incompleta na boca dos amantes.
Sou trivial, prato principal com gosto de quero mais.
Sou o mais puro absinto, que embriaga,envenena,entorpece
Meu nome?! Invoca-me na madrugada
E eu te direi baixinho ao pé do ouvindo
Quando em troca tu me deste a tua alma.
Aniversario dia 8 eu e 28 minha filha.
Brindamos no mesmo mês de abril o
Reiniciar de um novo ciclo agradecendo.
Importante mês para reforçar juntos
Lembrando sempre de dizer, EU SOU FELIZ!
