Poemas quando eu me Amei de Verdade
Sensação
Eu ouvi o som ,aquele som que vem como o vento suave e vá embora sem perceber . Não era outono , mas as folhas caiam lentamente, quase dava para sentir o toque delicado da queda só de olhar . Era como se o tempo tivesse entrado em repouso, me deixando aquela sensação de que quando ele acordar tudo vai mudar.
Assim foi aquela noite ,assim foi aquela queda , eu acordei e tudo tinha mudado .
FELIZ DIA NACIONAL DA POESIA!
Se precisar usar arma,
Use a da sabedoria.
Eu lhe explico, tenha calma,
Peço que use a Poesia.
É o maior investimento
Pois não fere o sentimento
Pra seguir com alegria.
Siga-me: @noeli4.dantas
Meu verso é um pouco cego,
Aos poucos eu deixo afiado,
Mas mando o meu recado,
Eu não alimento meu ego,
Mas no cordel eu me apego.
Vou rimando com a emoção,
E vai tocando no coração
Nesses versos só cabe amor
Você hoje sente a dor
Da ponta do meu ferrão.
Glosa: @noeli4.d4nt4s ←Insta
Mote: Geraldo Fernandes
Eu quero fazer o bem
e assim fazer diferente
ajude mais nossa gente
Com o seu pouco que tem
faça mais o bem pra alguém
Seja mais como a poesia
ao próximo doe alegria
Doravante só tem a ganhar
VAMOS TOD@S AJUDAR
O BOM POVO DA BAHIA
Glosa de Noélia Dantas,
a jovem poeta de Banzaê-BA.
Mote: Gilmar Ferreira
Eu quero falar de gente.
Eu não sei falar perfeito,
Mas tento versejar direito.
Penso mais no diferente;
Tenho gosto do meu OXENTE,
Abraço a poesia com amor,
Não quero papo com a Dor,
As vezes troco as bolas.
A GENTE É TIPO CARAMBOLAS
COM ESTRELAS NO INTERIOR.
Glosa: Noélia Dantas,
a jovem poeta banzaêense.
Mote: Eudes Sousa
Eu falo com o coração,
Por isso quero versejar,
Para falar de gratidão,
Vou tentando metrificar,
Pra dizer vamos agradecer,
O bem vamos oferecer,
E o irmão vamos auxiliar.
Noélia Dantas, a jovem
poeta de Banzaê BA.
Eu falo com o coração
Por isso quero versejar
Para falar de gratidão
Vou tentando metrificar
Pra dizer: -Vamos agradecer
O bem vamos oferecer
E o irmão vamos auxiliar...
Aproveite esse dia
Essa é a oportunidade
De viver com poesia.
Não uma certa idade
Pra ser feliz na vida
Viva sempre sua lida
E ande com honestidade...
Eu já tive um(a) colega
Que adorava me irritar
E só pensava em mangar...
Em dias atuais se renega
Agora essa pessoa nega,
Quase disse: Seu "velsin",
Seu "poeminha" é ruim...
O mundo voltas está dando
"Porque encontrei chorando
Quem gargalhava de mim".
Mote: Paulo Oliveira
Apesar de gente imundo
Que vive só na maldade
Eu versejo em segundo
Na maior simplicidade
Gratidão ao universo
Por fazer algum verso
E falar com humildade.
Quantos corações se abriram para mim e para tais corações eu fechei o meu?
Quantos sonhos foram sonhados em mim e não fiz de tais sonhos os meus?
Quantos olhos me olharam com amor e paixão e em mim, tais olhos, encontraram apenas dor e solidão?
Quantas lágrimas já foram derramadas por mim, e eu, por indiferença, não as quis secar?
Quantas me amaram e por amar-te, não pude ama-las?
São perguntas que atormentam e o medo das respostas aumenta a cada dia que passa...
Crio uma fantasia e me fantasio.
Te fantasio.
Nessa fantasia já não mais sobrevivo.
Eu vivo.
Vivo pois, nessa fantasia, te tenho comigo, meu paraíso.
Te vivo.
Mas para a tristeza desse homem...
Fantasia é desejo e desejo é delírio.
O amor é sofrimento e o coração partido partiu contigo...
Você vem primeiro e eu sempre em segundo.
Um segundo foi o que bastou para roubar o meu mundo.
Um olhar puro que purificou o impuro.
Tirou-me amores rasos e impôs um sentimento profundo.
Respiro fundo, para e penso, já tentei mas não te repugno.
Me puno, com devaneios loucos de momentos profundos.
Momentos em que tive sob meus olhos e no meu abraço, todo o meu mundo...
E eu pergunto: 'Por que tem tanto medo do fim?'.
Sendo que, é claro como o dia, você fica tão bem sem mim.
E eu pergunto: 'Por que tem tanto medo da solidão?'.
Sendo que, você paga com desprezo à quem te dá amor e paixão.
E eu pergunto: 'Por que tem tanto medo da mentira?'.
Sendo que, sempre que te digo a verdade é motivo de briga.
E eu pergunto: 'Por que exige tanta exclusividade?'.
Sendo que, nunca me trata como prioridade.
Tais perguntas não necessitam de respostas, pois quando a saudade vem, você bate à minha porta...
"Não vejo sentido.
Das minhas frases e versos não quer ser o motivo.
Não quer que eu seja dono desse sorriso.
Mas é nesse sorriso que me inspiro.
Não faço sentido.
Quando você está em meus pensamentos, eu delírio.
Perco o sentido.
Minha paixão reluz sua perda e tua companhia é o meu vício.
Poemas e frases de amor, pra quê tudo isso?
Sendo que, no fim de tarde, não te tenho comigo.
E agora?
O vazio se tornou meu vício.
O desespero meu amigo.
E meu próprio coração, um inimigo.
Olho ao longe, vejo tudo, mas...
Não vejo sentido..."
"Eu venho e lhe escrevo.
Nessas linhas te vejo.
Em minhas palavras me perco.
Fito seus lábios, fantasio um beijo.
Peço-lhe uma chance, minha felicidade eu vejo.
Tua negação me veio.
A tristeza me pegou de um jeito.
A solidão é me um berço.
Me deito.
E na escuridão, perdido, só teu brilho eu vejo.
Sua alegria é meu desejo.
Por ti, grita meu peito.
E para tentar amenizar minha dor.
Eu venho e lhe escrevo..."
"Eu fiz juras de amor.
Eu fiz juras por esse amor.
Eu jurei que traria dor.
A quem me prometeu amor.
E todo esse amargor?
Que rega um sentimento que, dia após dia murcha, como uma flor.
À tua vida eu queria trazer cor.
E a minha vida se torna preto e branco, sem teu amor.
Todos os gostos, as delícias, sem teu beijo, perdem o sabor.
Por você, por nós eu voltaria e faria, juras de amor..."
"Antes eu não sabia o que sei agora.
Não sabia, que os seus olhos, me perseguiam a toda hora.
A surpresa veio e bateu na minha porta.
Claro como o dia, o teu olhar me devora.
Linda como uma doce manhã é você agora.
Ainda mais quando sorri e ilumina tudo à sua volta.
Raio de luz, estou aqui, por você agora.
Apaixonante, perfeita, da minha felicidade és a porta..."
Eu devo estar louco.
Minh'alma, ébria de amor, engana meu corpo bobo.
Passo sufoco.
As cores da minha vida, se esvaem, pouco a pouco.
Tudo ao meu redor, preto e branco, lembra-me de ti, socorro.
Me sinto um tolo.
Por crer que, minha sede de paixão, morreria nas águas do seu poço.
Não me perdoo.
Por deixar-lhe voltar de novo.
Tenho um nada de zelo e ti, age com dolo.
Pois quando a saudade, à ti, grita meu nome, tu vens à mim, com gosto.
E eu parvo, outra vez, com o coração suplicando, te perdoo...
