Poemas quando eu me Amei de Verdade
"... Eu me desnudo emocionalmente quando confesso minha carência – que estarei perdido sem você, que não sou necessariamente a pessoa independente que tentei aparentar. Na verdade, não passo de um fraco, cuja noção dos rumos ou do significado da vida é muito restrita. Quando choro e lhe conto coisas que, confio, serão mantidas em segredo, coisas que me levarão à destruição, caso terceiros tomem conhecimento delas, quando vou a festas e não me entrego ao jogo da sedução porque reconheço que só você me interessa, estou me privando de uma ilusão há muito acalentada de invulnerabilidade. Me torno indefeso e confiante como a pessoa no truque circense, presa a uma prancha sobre a qual um atirador de facas exercita sua perícia e as lâminas que eu mesmo forneci passam a poucos centímetros da minha pele. Eu permito que você assista a minha humilhação, insegurança e tropeços. Exponho minha falta de amor-próprio, me tornando, dessa forma, incapaz de convencer você (seria realmente necessário?) a mudar de atitude. Sou fraco quando exibo meu rosto apavorado na madrugada, ansioso ante a existência, esquecido das filosofias otimistas e entusiasmadas que recitei durante o jantar. Aprendi a aceitar o enorme risco de que, embora eu não seja uma pessoa atraente e confiante, embora você tenha a seu dispor um catálogo vasto de meus medos e fobias, você pode, mesmo assim, me amar..."
Quando nós dizemos "Eu te amo" o objeto do nosso amor não é o outro mas o que achamos que o outro seja, a ideia do outro, a representação do outro, a imagem o outro. Essa é mais fácil de amar, essa você controla, essa é sua, essa está em você.
'Se eu encontrasse com Deus perguntaria
: Por que é que sofremos tanto quando viemos pra cá ? Que dívida é essa que a gente tem que morrer para pagar ? Perguntaria também como ele foi feito, que não dorme não come e assim vive satisfeito. Por que foi que ele não fez a gente do mesmo jeito ? Por que existem uns felizes e outros que sofrem tanto ? Quem foi temperar o choro e acabou salgando o pranto ?'
Quando eu morrer, escrevam na minha lápide: Aqui jaz um estranho que viveu de um modo estranho ao lado de gente estranha num mundo muito estranho.
Quando eu era pequeno, ver a minha mãe sofrer, sem poder ajudá-la, me levava ao desespero e quase à loucura. Meus desenhos da época — eu desenhava dia e noite — tinham um tema recorrente: um homem maduro e forte, com uma barba muito preta, socorria um bebê, um cachorro, uma velhinha em apuros. Eu queria ser esse homem, é claro. Mas, na ocasião, tudo o que eu podia fazer pela minha mãe — ou por quem quer que fosse — eram micagens para fazê-la rir por uns momentos. Até hoje tento aliviar os sofrimentos das pessoas por meio de piadas. Às vezes consigo.
Durma bem ,pois, quando o sol raiar eu ainda te amarei e estarei aqui do seu lado esperando a eternidade...
eu sempre fui sozinho e quando eu digo sempre eu quero dizer desde de criança. nunca fui daquelas crianças cheias de amigos, sempre foi só eu, eu e mais ninguém. e deve ser por isso que eu nunca sei lidar com as pessoas que chegam na minha vida. é triste ter que dizer isso mas eu me acostumei com a solidão.
É quatro horas. Eu já fiz almoço – hoje foi almoço. Tinha arroz, feijão e repolho e linguiça. Quando eu faço quatro pratos penso que sou alguém. Quando vejo meus filhos comendo arroz e feijão, o alimento que não está no alcance do favelado, fico sorrindo à toa. Como se eu estivesse assistindo um espetáculo deslumbrante.
Alguns têm necessidade de definir-me num discurso extenso, quando eu cabo inteira numa palavra.
Ainda assim duvido que a palavra que me define perfeitamente, caiba no léxico de alguns.
Quando eu morrer, pode até me esquecer, eu não vou me aborrecer, mas não me massacre pois, eu não vou poder me defender.
Eu me entristeço, quando ouço o apito do guarda-noturno. Isso me faz lembra que, enquanto um dorme, outro cuida para que não o roubem e não o matem, eu pensei que Caim havia morrido.
Foi ele, e não outro, que me ensinou a morte e me obrigo, quando eu era moço, a olhar para ela cara a cara, porque nunca ele foi pessoa para baixar os olhos. O meu pai era da raça das águias.
Quando meus olhos se abriram para aquele momento, eu não conseguia tampouco mensurar tamanha grandeza.
Eu não vou desistir Amor...
Mesmo quando olho pra o lado e
não vejo nada.
Eu não vou desistir do Amor ...
Quando entro em relacionamentos
Que me destrói e acabo perdendo um pouco de Amor próprio.
Eu não vou desistir do Amor...
Filmes de comédia romântica em alguns casos realmente pode acontecer, mas você já ouviu falar do Pai que escreveu a sua história?!
Eu não vou desistir do Amor...
Pois sem ele não vivo,
O amor realmente me enche de esperança a cada dia. Ele transforma, o impossível em possível .
Já escutou que Deus é amor ?!
Pois bem, eu sei que é, por isso confio que meu amor da minha vida
vai chegar. Clichê ne ?
Mas sou mesmo persistente...
Uma pessoa me disse, que mesmo
Tão decepcionada, jamais desistiria do Amor . Essas palavras me inspirou. Não haverá reticências pois nada fará me explicar, pois acredito que com a exclamação, afirmo que de qualquer jeito te encontrarei.
Eu não vou desistir do Amor!
Jessica Lima de Jesus
Miligrama de verso XIX
Eu cerrei os olhos pra ganhar teu beijo
Quando me lembrei de abri-los já estavas longe demais na distância e no tempo
Pois, já eram transcorridas várias décadas
Haja vista a minha saudade do tamanho da eternidade
O verdadeiro motivo pelo qual conheço muita mulher é que quando uma me chama pra conversar,eu penso que ela está afim...
.......afim de conversar comigo,e só....
Não tenha segundas intenções,procure ter a intenção de dar atenção porque mulher gosta de ser ouvida e por acaso eu aprendi isso ouvindo uma.
Philipe de Jong
