Poemas quando eu me Amei de Verdade

Cerca de 414668 frases e pensamentos: Poemas quando eu me Amei de Verdade

"⁠Não precisa se desculpar se é algo que você sente"

⁠Senti que eu queria te levar para um canto onde estaríamos eu e você
De sentir aquela sensação dos seus lábios nos meus
De sentir o seu perfume
Pegar em seus cabelos e em sua cintura
Sentir a vontade de te sentir novamente!
K.B

Eu já deixei claro o quanto te quero.
Sei que as marcas do seu passado ainda pesam, sei que nem todos os amores foram gentis com você.
Talvez alguns tenham sido, outros não. Mas agora, é sobre nós.
Eu só preciso que você confie.
Confie um pouco em nós, no que estamos construindo.
Porque por mais que eu queira carregar isso sozinha, não posso amar por nós duas.


Eu não estaria aqui, me entregando assim, se não fosse algo que eu desejo com toda a alma.
Eu quero casar com você.
Quero que entenda: estou te amando muito.


Quero uma vida ao seu lado.
Quero nossa família, nossas pequenas conquistas, nossa bagunça, nossos domingos preguiçosos.
Quero abrir os olhos todos os dias e encontrar você ali, sendo o meu lar.


Mas, como já te disse, eu não posso viver esse amor sozinha.
Amor só cresce quando vem dos dois lados.
E eu estou aqui, esperando que você venha comigo.
K.B

Ontem tivemos uma recaída.
Você estava diferente, não era a mesma que eu conhecia, na forma de conversar, rir e de transar.
Parecia que era a sua primeira vez comigo.
Me fez carinhos e me desejou.
Pena que você não percebeu que, enquanto estávamos juntas, eu sentia isso toda vez que te via!

K.B.

Tem alguma coisa em você
que eu ainda não sei explicar.


Talvez seja a sua beleza,
essa coisa surreal
que me faz te olhar
e querer olhar mais uma vez.


Mas não é só isso.


Existe em mim
um desejo profundo de te conhecer,
de chegar mais perto,
de descobrir seus detalhes,
teu jeito,
teu silêncio.


Não quero dar nome
ao que estou começando a sentir.


Quero apenas deixar acontecer.


K.B

Talvez o que esteja me confundindo não seja exatamente o que sinto, mas o fato de eu não saber o que fazer com isso.
Passei tanto tempo aprendendo a me reconstruir, a não criar expectativas, a não me entregar antes de ter certeza, que agora qualquer coisa que desperte algo em mim parece exigir uma resposta que eu ainda não tenho.
Existe uma parte minha que quer mergulhar, conhecer, viver o que está surgindo sem tentar controlar. E existe outra que observa tudo de longe, procurando sinais, tentando entender se estou diante de algo real ou apenas encantada pela sensação de voltar a sentir.
E é estranho.
Porque eu não sei se devo me aproximar ou esperar. Se devo demonstrar ou guardar. Se devo confiar no que meu coração está dizendo ou ouvir aquela voz que insiste em perguntar: “e se você estiver entendendo tudo errado?”
Talvez eu esteja procurando uma certeza que só o tempo pode me dar.
E, enquanto ela não vem, fico aqui, nesse lugar entre a razão e a vontade, tentando descobrir não apenas o que estou sentindo, mas quem eu me torno quando alguém consegue despertar em mim aquilo que eu já tinha aprendido a deixar adormecido.
K.B

Não sei… talvez eu tenha medo de perder isso antes mesmo de descobrir o que é.


Às vezes me pego pensando se ela também está pensando em mim, e, quando percebo, minha cabeça já foi longe demais. Cria possibilidades, interpreta silêncios, transforma pequenos sinais em perguntas que não sei responder.


E então vem a voz dela na minha cabeça.


Será que eu estou sentindo demais?
Será que ela sente alguma coisa também?
Será que eu deveria me aproximar ou esperar?
Será que estou confundindo vontade com sentimento?


Talvez seja isso que mais me assusta: não saber qual dessas perguntas merece uma resposta.


Porque eu quero sentir, mas também quero entender. Quero me permitir, mas não quero me perder. E, no meio de tudo isso, fico tentando descobrir como se reage quando o coração começa a querer alguma coisa antes que a razão consiga explicar o quê.
K.B

⁠O desamparo fértil
das circunstâncias
da vida fala o tempo
todo nos ouvidos,
Eu quero saber quando
chega a liberdade
dos presos políticos.

Ah! A região sórdida
do inconsciente
que não deixa
a razão descansar
para encontrar
a saída para
se reconciliar
com toda a gente.

Este travesseiro
parece um mar
e a mente um
barco a balançar
lembrando
que o General
está preso injustamente,
uma tropa, paisanos
e um velho tupamaro
em trágica situação igualmente.

Tudo isso é de rasgar
a minh'alma abertamente
que aleatoriamente
segue como a poetisa
destes invisíveis incansavelmente

Confesso abertamente que,
não tenho nenhuma pena deles, porque cada um está escrevendo
com honra clara um capítulo
para mudar o curso da História
e devolver para a Venezuela a glória.

Os heróis jamais serão
dignos da minha pena,
Cada herói merece mesmo
é mais de um poema,
Assim como o Esequibo
merece aparecer em todos
os mapas que estão em equívoco.

Tenho pena mesmo
é dos covardes que insistem
em se abrigar na soberba
se distanciando de viver
a vida com paz, dignidade
e em reconciliação com a verdade.

⁠Você é a minha emergência
que faz com que eu queira
te amar sem nenhuma pressa,
com toda a melhor poesia
compilada, folga e a cada
dia tem me feito apaixonada.

⁠Acho que eu vi um
Serelepe levado
na árvore de cabeça
virada para baixo,
É bem parecido
quando sinto que
o coração está apaixonado,
Você não imagina
que já é meu namorado.

⁠A eclipse lunar se aproxima,
e eu sei muito bem
o quê quero e não quero
para a minha vida,
do teu divino olhar levo
o tempo todo o quê alucina.

Só sei que não permito que
o meu coração seque como
vejo alguns corações secos por aí,
para que a seca não seja permitida:
é por isso que te quero aqui.

Um coração quando seca
é bem mais perigoso do que
a seca dos rios Negro e Solimões,
um poema nunca mais o toca,
nem mesmo imagens rupestres
podem ser encontradas
e nem mais se comove
diante de paisagens agrestes.

Quando um coração seca
nele não se encontra mais nada,
é o desastre batendo na porta
sem hora e sem data marcada.

⁠Você é Mestre-Sala
do meu peito,
Eu a Porta-Bandeira
do meu jeito,
O Samba é o
mestre de nós dois,
A Bandeira é o amor
que não se deixa
nenhum pouco para depois.

Bunga Raya solitária
sob a noite estrelada,
Sou eu esperando ser
pelo amor encontrada.

Ofereceste Duku,
eu contente aceitei,
Em nós amar virou lei
e a mais fina grei.

Eu sou o meu povo,
e o povo me é;
Não preciso de mandato
por onde passo;
Nada e nem ninguém
mais importa;
Não sou presença,
e sim História;
Nas linhas do destino
sou eu quem escrevo;
Nasci poeta enraizada:
(para o seu desespero).

Chovendo lentamente
sobre Camboatá-vermelho,
Com a palavra que me rege
a história no final eu escrevo,
Somente diante do Bom Deus
temo, respeito e me ajoelho.


...


A minha poesia
é Camboatá-branco
nas mãos da ventania
se espalhando toda
pelos campos da vida.


...


Tudo em mim tem
algo de Camboatá
com sementes a se espalhar,
Está para nascer quem
tem a coragem de me dominar.


...


Tapirirá florida
que com amor
concede poesia
à minha vista,
Diante sou
muito pequenina
com a minha escrita.
...


Debaixo da Pombeira
absoluta fiz a jura
de ser somente tua,
Se me amares,
retribuirei em dobro,
Algo diz que o sonho
haverá de ser cumprido logo.


...


Do caminho do tempo
sou nômade devota,
Do meu país por dentro
domino cada rota,
Nos braços de novembro
com fascínio me rendo
a floração das Tapirirás
a espera do momento
que está sendo escrito
com tudo àquilo que hei
de declarar no silêncio
que me permita escutar
o seu peito de amor batendo.

Buquês da Aldrago
dançam sobre nós,
foi há tempos tirado
o eu da escrita
desde o dia que te vi
sem fantasia.


Tudo em poesia
diária foi convertida,
o dia que eu quiser
falar do que é do eu
e do que doeu,
não me encabulo.


Se este assunto
não for tocado,
por ninguém será
nem aventado,
o eu não nasceu
para ser domado.


(O eu de cada não é
campo de batalha,
E sim nasceu para
ser academia nata).

Os meus Versos Intimistas
a cada leitura têm a mesma
gostosura do Tucumã,
E eu não sou diferente
porque quanto mais você
se afasta dentro o amor
a cada dia segue crescente
- poético e imparavelmente.

O meu olhar segue na altura
do voo do Condor-dos-andes,
eu estou presente em cada
passo do último bastião
da verdadeira alma popular
da minha América do Sul
que não canso de adorar.


Os rostos cansados,
as mãos calejadas,
os sacrifícios sem par,
as expectativas frustradas,
as palavras engolidas,
dos mineiros bolivianos
- merecem ser respeitadas.


Um ninguém que se acha
alguém estando ou não
com o poder na mão,
que não consegue respeitar
quem é capaz de descer
até as profundezas
para erguer um país inteiro,
já morreu por dentro
- só não tem conhecimento.


Uma mensagem com o fundo
preto nem mesmo em momento
de guerra eu e o mundo inteiro,
nunca vimos nada parecido;
quem conhece a linguagem
do poder reconhece o perigo
mesmo neste dia natalino.


Ou melhor, sabe muito bem
que é a prova pública do caráter
de quem é incapaz de respeitar
- nada nem ninguém,
que não vale um vintém;
e se nutre do lucro mortem.

Assim que as Paratudo florescerem,
desejo que me mostre os seus olhos,
que eu te ensinarei olhar para o céu
em tempos de desamparo continental,
e não é somente um recado sentimental.


Confio em tudo aquilo que percebo,
prevejo e sinto que está no peito teu,
e todos os dias fascinantemente
têm se transferido convicto pro meu.


Não importa o giro do nosso mundo,
devocionalmente pertenço ao que é
mais profundo e você pertence ao meu.


A tua vulnerabilidade e a tua resistência
me pertencem - plenas nesta trincheira.

Sua mansuetude desperta


meus demônios e meus anjos,


e eu dou milhares de asas


para sua imaginação e seu coração,


Meu esporte favorito é fazer


todo tipo de provocação


para testar seus limites masculinos,


para por em ferveção


e da cabeça aos pés


brindar-te com flutuação.