Poemas quando eu me Amei de Verdade
Mataram as borboletas no estômago,
Não perceberam,
Que no peito eu tinha uma fênix,
E na mente uma águia.
Eu nem deveria ter dado ouvidos,
Quem disse que sou obediente?
Deu a mão, o coração, e tudo mais,
Me endividei com o futuro.
Aquele convite pra um café,
ainda está de pé.
Mas deixo claro,
Eu também aprendi devolver ausências.
Eu vi quem prometeu segurar minha mão,
Soltar, e ir embora sem aceno.
Aprendi que nem toda chegada vira morada.
De que serve a minha poesia
se a sua boca não me diz,
se o silêncio faz sangria
no que eu quiz fazer feliz
de que serve o verso escrito
com o peso da intenção
se o meu grito mais bonito
não alcança o seu perdão .
pois a rima se esvazia
e o papel vira desterro
de que serve minha poesia
se seu beijo é o meu erro.
Eu construí meu castelo com as pedras que atiraram em mim,
fiz do silêncio meu elo,
para um novo e forte motim.
Não serei mais o mesmo que antes
eu juro que não serei,
sou agora as minhas variantes
Em tudo que me tornei.
Me reinventei, sim, me refiz
Com a luz que em mim encontrei,
Enfim, me achei, fui feliz,
E para sempre serei.
É engraçado...
Costumava muito ouvir falar da doçura do café com açúcar
E eu não entendia como poderia ser a sensação porque..
Por algum motivo sempre estive acostumada com o café amargo
Talvez não só pelo mau gosto, pela robustez, pelo sabor que marcava por um tempo e depois se esvaia
Talvez mais sobre o saber o que esperar do mesmo gosto que eu sentia todos os dias
Sem expectativas, sem a esperança de algo novo, sempre pronta pro amargo.
Até que em um dia qualquer me veio à boca uma doçura...
Café com açúcar.
E então um respingo de alívio que antes eu não costumava esperar
Foi como o vício.
Seu doce me criara esperança, como algo que eu gostaria de provar todas as manhãs, de todos os dias.
E então me peguei desesperada e ansiando por mais a cada minuto que se passava
Foi como um afago, um suspiro, um alívio no peito.
E um pingo de algo que eu nunca havia tido.
No entanto, cômico como uma xícara quebrada
Rápido sua doçura se esvaiu como sua chegada e então senti falta do amargo.
Aquele amargo que eu esperava todos os dias do mesmo.
Porque quando o doce sumiu, me doeu como facadas.
Me deixou marcas de queimadas na pele que o café, amargo como era, nunca deixaria.
Eu não gosto da sua doçura porque ela me dói,
Me dói como o açúcar se estilhaçando dentro das minhas veias, me dói como o último respiro de uma vida, me dói como a falta de oxigênio.
E então voltarei pro amargo
Porque nada hei de esperar de algo que sempre me entregou o que era.
Amargo.
Anime
Menina: "Às vezes eu fico desanimada... Será que eu consigo?"
Menino: "Consegue, sim! A motivação nos empurra, nos enche de coragem e nos deixa animados para continuar. Mas é a ação que transforma os sonhos em realidade. Nunca desista de acreditar em você! Ah, e se você gosta de mensagens como essa, siga o Henrique Bertulino. O conteúdo dele inspira e motiva muitas pessoas todos os dias! Sempre esteja bem acompanhado de pessoas que incentivam você a crescer, acreditar em si mesmo e nunca desistir dos seus sonhos.
E Se Um Passarinho Eu Fosse?
E se um passarinho eu fosse?
Se eu pudesse para longe voar,
Se eu sentisse o vento em meu rosto,
Enquanto estou no ar,
Se toda manhã ao acordar,
Eu pudesse simplesmente cantar,
Se eu pudesse desta gaiola me soltar,
E descobrir que nessa grande imensidão,
Há lugares em que não há escuridão,
Será que finalmente voltaria a ser feliz?
Saudade de Você, Lua
Em uma noite de Lua cheia
Me pego pensando em você,
E que saudade eu sinto
Saudade de me perder nas palavras que você dizia,
De suas invasões em meu lar,
Saudades das tardes em que conversávamos sobre tudo e sobre nada.
Me pego olhando para lua e pensando em você,
Todos os meus pensamentos foram tomados por ti,
Minha cabeça e meu coração entram em confusão,
E tudo o que consigo me lembrar,
Tudo o que consigo pensar,
E tudo o que consigo dizer é que sinto sua falta,
Então volte,
Eu odeio dizer isso, mas eu estava errada,
Eu estava enganada,
Volte para casa, volte para mim.
