Poemas quando eu me Amei de Verdade
RÉQUIEM POÉTICO.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Lágrimas Sobre Poemas.
9° Livro de nossa lavra independente. Escrito quando tínhamos 17 anos de idade. Sinopse: O Livro trás uma visão libertadora desmistificando a única e inevitável realidade, que é a morte. De uma forma poética livre a cada poema o leitor vai se alforriando aos poucos do prisma do abismo da tristeza à luz de uma leveza do sub consciente até o ápice de uma vida sempre existente desde o micro ao macro cosmos. Obs. Em homenagem ao compositor Austríaco Wolfgang Amadeus Mozart, (1756-1791).
Entre textos inacabados, frases dispersas, pequenos poemas escritos à margem da lucidez e rabiscos nascidos de pensamentos transitórios, vou acumulando fragmentos de mim mesmo, vestígios silenciosos de tudo aquilo que nunca encontrou forma suficiente para ser dito em voz alta. Cada palavra parece carregar resíduos de memória, como se a tinta tivesse sido diluída em melancolia e o papel se tornasse incapaz de suportar o peso invisível das lembranças que insistem em sobreviver dentro de mim.
- Tiago Scheimann
William Contraponto — Parágrafo 175
Um dos poemas mais políticos e historicamente situados de William Contraponto, Parágrafo 175 transforma a perseguição aos homens homossexuais na Alemanha em uma reflexão sobre os limites morais do poder.
O poema parte de duas vidas comuns e de um afeto vivido sob discrição. Aos poucos, a intimidade é invadida pela lei, pela classificação e pela violência institucional. O percurso é claro: o homem amado torna-se suspeito, o indivíduo torna-se número e a identidade torna-se marca.
O triângulo rosa é o principal símbolo histórico da composição. Mais do que representar a perseguição, ele evidencia a tentativa de reduzir pessoas inteiras a uma categoria imposta pelo Estado. O poema contrapõe essa desumanização à simplicidade do vínculo entre os dois homens.
A força de Parágrafo 175 está em não transformar seus personagens em figuras abstratas. Antes da norma, havia um quarto, uma janela, conversas, livros e dias partilhados. A violência histórica aparece, portanto, como aquilo que invade e destrói uma existência que poderia ser absolutamente comum.
No final, William Contraponto ultrapassa o episódio histórico. A crítica não é dirigida apenas ao nazismo ou à antiga legislação alemã, mas a qualquer poder que pretenda decidir quais afetos são legítimos e quais existências merecem reconhecimento.
“Parágrafo 175” é, assim, um poema de memória e resistência: uma defesa da ideia de que nenhuma instituição possui autoridade moral para transformar o amor em culpa.
nenommarques@gmail.com
Desde distante terras,
lendo o Rukun Negara
Conhecendo poetas,
aprendendo a escrever
poemas e a florescer
para vir a te conhecer.
(O mistério da Bunga Raya).
Com os pés descalços
nas brancas areias,
Com você no coração
navego em poemas.
(Sem testemunhas,
sem preocupações ou teoremas).
Não declamo poemas.
Escrevo sobre a Amazônia,
e é ela quem me declama.
Não declamo poemas.
Escrevo sobre o Cerrado,
e é ele quem me declama.
Não declamo poemas.
Escrevo sobre Caatinga,
e é ela quem me declama.
Não declamo poemas.
Escrevo sobre a Mata Atlântica,
e é ela quem me declama.
Não declamo poemas.
Escrevo sobre o Pantanal,
e é ele quem me declama.
Não declamo poemas.
Escrevo sobre o Pampa,
e é ele quem me declama.
Não escrevo sobre o amor,
Escrevo sobre a tua existência
que é chama e me incendeia.
Poesia
De onde vieram os poemas?
Primeiros eles eram pensamentos,
Da minha vida sem muitos contentamentos
Que resolvi em minha alma guardar.
E como uma reação química, sofreram pressão,
Que senti em cada veia do meu coração,
Mas eu não posso pronunciar.
Foi neste ponto que em palavras se transformaram
Felicidade e dor causaram
No momento tão delicado que é escrever.
Por fim meu poema em ti se contempla.
Os seus olhos, os verdadeiros poetas,
Que perceberam a beleza destas palavras ao ler.
De que valem os poemas
Sentimentos de ponta de caneta, de lápis, de dedo,
Ponta de língua
A minha quer a sua
A sua não lembra da minha
Sente e renega
Eu me responsabilizo por esquecer
Pelo menos eu gosto de festas a fantasia.
Clamo poemas, canto a felicidade por aí, abraço a vida do jeito que ela é..
Pela manhã, ouço gorjeios de pássaros, contemplo o nascer do sol, orgulho-me da natureza ser tão maravilhosa.
A delicadeza das gardênias, do céu límpido que traz-me uma doce sensação. E todas essas simples coisas são o suficiente para mudar a minha vida.
Te envio poemas de meu punho em letra
Te envio canções pra que você entenda
Te envio minhas fotos pra que você me veja
Não estamos juntos, mas tenho certeza.
Poemas e versos se amontoam nos cantos da casa.
E o caos se instalou aqui dentro.
Versos se amontoam nos cantos da casa.
Tudo rima, dor com amor, paixão solidão, tudo rima com sofrimento.
Tudo se amontoa nos cantos da casa e a dona morte é meu único amigo.
Tudo se amontôo nos cantos da casa até mesmo eu.
Será que é castigo?
Cazuza
Grande poeta, que até hoje consegue passar suas idéias através de suas musicas e poemas.
Falando agora de ponto de vista particular, me ensinou que antes de tudo, temos que fazer o que tivermos vontade, sem se importar com a opinião de terceiros. Temos uma só vida e ela é nossa, só nós podemos discernir entre o que certo e o errado para nós mesmos. Mas vai ter sempre alguém para discordar
, e é ai que você precisará ignorar, e assim deixá-los mais embravecidos.
Vamos falar o que pensamos sentir sem esperar reciprocidade, viver sem esperar um final feliz e sim fazer o caminho valer à pena.
Nós somos um só, uma vida, a NOSSA vida, ninguém pode vive-la por nós. Mas muitos vão deixar de viver, para falar da sua.
Por que viver não é só viver, viver é diferente de existir. Existir, até um verme faz isso, como Cazuza dizia “Você está vivo: esse é o seu espetáculo!”
Então vamos nos mostrar, vamos viver. Isso que importa, a nossa vida, nossos sentimentos, nossas idéias. Pra que escolher as palavras? Falar bonito para que?! “tudo é tão simples que cabe num cartão postal” disse ele.
Então vamos ter atitudes, vamos falar o que der na telha, vamos esquecer a vergonha, você é isso aí e acabou.
ENTRE OS MEUS INIMIGOS, COLIBRI!
São seus
Meus, são seus
Poemas, só teus
Sentimentos te pertencem
Mesmo os ruins...
Não há o que justifique
Não existem explicações
Eu que já não suporto essa dor,
Queria ter sete corações
Não foi o melhor
Talvez o pior dos beijos
Não por culpa minha
Mas havia receio em ti
E agora tu me ignora
Como se não soubesse meu nome
Esse coração que cansado chora
Precisa agora de um codinome.
Nada de beija-flor,
Pode deixar o beijo
Mas nada de flor.
Principalmente as vermelhas...
Se possível, pinte-as de outra cor!
Não tenho amores
Nem poemas
Me desculpem
Já não choro
Já não sofro
Tenho vida pacata
Queriam beleza?
Só sinto inveja
E tenho pressa
Já vou tarde!
Poemas, Ei Marcelo tem frutas ai, tem respondeu
o garoto, me traz um marmelo, vamos pregar um prego
na quela arvore? mas cadê um martelo.
Faço de meus poemas,minhas confissões.
O vejo como um diário entreaberto.
Pois nele escrevo minhas confusões,
Para quem me conhece,me entender e saber que estou sempre por perto.
