Poemas quando eu me Amei de Verdade

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E ainda nesta noite, sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2026, às 23h57, questionar quem rege a minha vida não é sinal de fraqueza. Vejo isso como sinal de consciência. Acredito que, quando alguém começa a se perguntar sobre destino, controle e sentido, essa pessoa já não está dormindo dentro da própria história.
E o problema não é eu ser “o meu próprio mal”.
O meu problema foi ter caminhado longe demais sem testemunhas, sem apoio real, sem pausas para recalibrar o rumo.
Não enxergo o destino como um maestro invisível regendo tudo em silêncio. Para mim, ele se parece mais com um barco mal equipado em mar agitado e tempestuoso. Não é culpa do barco existir — o que falta é leme, mapa e porto.
E, ainda assim, eu sigo flutuando.
Para mim, isso não é pouco. Isso é resistência silenciosa diante de todo o caos da minha vida.

Lizandra Alves


Lizandra — Riff de Esperança
  Alves — Mulher que Não Desiste


Lizandra — Abrandando Silêncios
  Alves — Onde a Força Floresce


Lizandra Alves, nome que o tempo não dissolve,
soa como acorde limpo, desses que a alma absolve.
Entre legumes, cores, traços num balcão desenhado,
o destino já ensaiava um encontro bem guardado.
Rock tocando alto, riso solto, olhar atento,
havia nela alegria vestida de sentimento.
Trabalhadora desde cedo, mãos firmes, coração leve,
orgulho que não se exibe, apenas vive — e se percebe.
Trazia no sorriso a arte de disfarçar
certas tristezas que só quem cuida sabe enxergar.
E mesmo assim, quando estava ali, tudo era luz:
amizade verdadeira, dessas que o tempo conduz.
Lizandra Alves, mulher de passos suaves,
que transforma cicatriz em força, medo em chaves.
O mundo tentou dobrá-la, mas não conseguiu quebrar:
ela aprendeu a ir, a voltar, a recomeçar.
Hoje o passado não dói — ele ensina, ele fala,
é ponte, não prisão; é memória que embala.
Se o destino cruza caminhos, não é por acaso:
algumas presenças ficam, mesmo após longo prazo.
E se um dia Queimados ouvir seus passos de novo,
não será retorno — será voo.
Porque quem carrega luz, trabalho e verdade,
nunca sai do lugar: apenas muda a paisagem.

O Limiar

Sinto tua falta como quem sente culpa,
não apenas dor.
Há um frio que não vem da ausência,
mas do que eu seria
se cruzasse a linha que me separa de ti.
Compreendi — tarde demais ou cedo demais —
que entre o querer e o tocar
existe um espaço que não me pertence.
O que me atrai não é a vida contigo,
é o risco, a queda,
a vertigem de um amor que cobra tudo.
Nada posso fazer.
Não por fraqueza,
mas porque há desejos que, ao serem atendidos,
destroem o que tocam.
Sou criatura do limiar:
preciso de permissão para entrar,
não na tua casa,
mas na região mais vulnerável da tua alma.
E sei que isso não seria amor.
Seria fome disfarçada de ternura.
Não me salvaria,
não te despertaria —
apenas nos perderia.
Eis o dilema humano:
amar e, ainda assim, escolher não tomar.
Ser condenado a observar,
não por falta de coragem,
mas por excesso de consciência.
Amaldiçoado não por amar demais,
mas por entender o preço do amor.

O Triunfo de uma Estrela — Sabrina M. Augusto
Num mundo de sombras, vaidades e falsidades,
onde a inveja vigia e a maldade espia,
ergue-se uma alma de brilho augusto:
força e ternura — Sabrina M. Augusto.
Por trilhas de espinhos que o tempo traçou,
sua essência jamais se ajoelhou.
Mesmo sob golpes de um juízo injusto,
venceu com nobreza Sabrina M. Augusto.
Enfermeira de mãos que devolvem razão,
onde o pulso se cala, renasce a canção.
Se a vida vacila, ela paga o custo:
sopro divino em Sabrina M. Augusto.
Das crianças esquecidas nasceu o primeiro amor,
sorrisos pequenos curando antiga dor.
Dos bichos e plantas, cuidado robusto
habita o peito de Sabrina M. Augusto.
Ouvinte sensível, de conselhos fiéis,
enxerga verdades além dos papéis.
Cresce com ética, sem truque ou susto,
pois honra é caminho de Sabrina M. Augusto.
Se a origem foi dura e a perda foi tamanha,
na falta materna que a alma acompanha,
o Criador, justo, mudou-lhe o arbusto
e ofertou novo colo a Sabrina Augusto.
Quando a mãe Rosa não pôde ficar,
um anjo na Terra veio para amar.
De mãos de ternura e amor por inteiro,
surgiu Cacilda Sarah de Oliveira.
Sem letras nos livros, mas sábia na vida,
fez da educação sua causa erguida.
Criou como filha, com luz verdadeira,
semeando eternidade: Cacilda Sarah de Oliveira.
Hoje repousa nos braços do Pai Celestial, no além,
pois quem planta o amor colhe o bem que vem.
Deixou seu legado, firme e certeiro,
guardiã de Sabrina — Cacilda Sarah de Oliveira.
Sabrina, prossiga: tua fé é teu norte.
DEUS te sustenta, te faz grande e forte.
Que o mundo reconheça teu brilho augusto,
pois o céu caminha com Sabrina Mendonça Augusto.

"O Inventário das Portas Mudas"


Sou um currículo escrito em tinta invisível,
lançado ao vento de uma cidade de ferro.
Minhas mãos, prontas para o ofício e o zelo,
hoje apenas seguram o vácuo de um desterro.
O calendário é um carrasco de folhas secas,
onde o "amanhã" se veste de "ontem" outra vez.
Bato em portais que não possuem ouvidos,
enquanto o estômago conta o que a sorte não fez.
A fé é uma vela esquecida na chuva,
noventa por cento de sombra e de pavio.
O espelho me olha com olhos de estranho:
um barco ancorado no leito de um rio vazio.
Não sou mais o nome, nem o sonho, nem o plano;
sou o cansaço que aprendeu a caminhar.
Uma jornada de passos que não saem do canto,
sob um céu que desaprendeu a me olhar.

Ide...


"Redes guardadas apodrecem; pescadores parados viram teóricos. Não se engane: o mar não vem até o barco. Se queremos almas, precisamos deixar o cais. Afinal, para que serve um templo de tijolos se o Deus Vivo prefere o templo do seu corpo? Saia das paredes. O mar é grande, a hora é agora e o peixe não vai saltar para o seco."

A Ordem: " Disse JESUS: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15).
O Objetivo: Fazer discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. (Mateus 28:19).


Se você foi remido pelo sangue de JESUS CRISTO, entenda: você não é uma raridade para ser admirada no escuro, você é ferramenta para ser usada no campo!

Vivemos tempos estranhos.
Nunca houve tanta vitrine, tanta exibição, tanta necessidade de ser visto.
E, ao mesmo tempo, nunca houve tanto vazio silencioso.
Talvez o mundo não sofra apenas de crise econômica.
Talvez sofra de uma pandemia de miséria invisível —
a miséria de sentido,
a pobreza de propósito,
a carência de consciência.
Aprendemos a medir riqueza por números, seguidores e aplausos.
Mas quem mede a paz?
Quem contabiliza a serenidade?
Quem investe na própria integridade?
É possível possuir muito e ainda assim não possuir a si mesmo.
É possível ter pouco e ser abundante por dentro.
Talvez o verdadeiro trocadilho não seja RICO ou POBRE,
mas POBRE por dentro ou RICO em essência.
A exibição pode impressionar o mundo.
Mas só a profundidade sustenta a alma.
A prosperidade que realmente edifica não depende de palco.
Ela nasce no silêncio, cresce na coerência
e floresce na consciência.
Que escolhamos a riqueza que não se desgasta,
a prosperidade que não depende de comparação,
a abundância que começa no espírito.
Porque no fim,
não é o que mostramos que define quem somos,
mas o que cultivamos quando ninguém está olhando.
Muita paz — daquelas que não precisam ser anunciadas.

A linguagem sempre revela algo. Nietzsche dizia que as palavras são metáforas esquecidas. Então quando alguém fala “pobrema”, talvez não seja só erro — pode ser retrato de um sistema que nunca ensinou direito. E isso é um problema muito maior que o “pobrema”.


“Os brasileiros que mais tem problema são aqueles que vivem de ‘pobrema pobremas’ — porque às vezes o maior erro não está na gramática, mas na maneira de enxergar o mundo.”

Teorema do Olhar Elevado

Não é o rosto — é o gesto contido,
é o queixo erguido em ângulo preciso,
como quem conhece o próprio domínio
e mede o mundo sem pedir aviso.
Teus olhos não miram de frente,
deslizam em órbita sutil;
não fogem — escolhem o instante,
como quem calcula o próprio perfil.
Não há riso aberto, espalhado,
há curva mínima, estratégica intenção;
um desdém doce, arquitetado,
feito assinatura em declaração.
Tua mão no cabelo é bússola leve,
aponta o centro da própria atenção;
não é vaidade — é narrativa breve,
é direção consciente da percepção.
Há fogo na cor que te veste,
mas gelo na calma que sustenta o olhar;
combinação rara — teste e convite,
porta entreaberta que sabe fechar.
Chamam de pose. Eu chamo de código.
Chamam de foto. Eu chamo de sinal.
Pois quem domina a própria imagem
já ensaia comando no plano real.
Se a ciência diz que rosto não dita
o caráter ou o coração,
a expressão, porém, sempre grita
a postura diante da multidão.
E ali, no ângulo exato da cena,
não vejo acaso nem distração:
vejo mente que calcula a arena
e alma que aprecia o desafio da atenção.

John Rabello de Carvalho

Lamento de um Vampiro em Singelas Palavras


Guia-me na busca pelo meu próprio rastro sob o luar da madrugada,
pois sou mais solitário e desamparado
do que tua alma ousaria conceber.
Caminho onde até o vento parece guardar segredos antigos,
e cada sombra repousa
como a memória esquecida de um século.
Se teus olhos não podem desvendar-me na escuridão,
que meus gritos harmônicos rompam o silêncio
como sinos distantes chamando um destino adormecido.
Sou um cativo do sangue,
um refém da noite gélida,
um eterno amante daquilo que jamais poderei possuir.
Uma criatura moldada pelo breu
e pelo silêncio absoluto das eras,
onde até o tempo parece hesitar em seguir adiante.
Permita-me, então, trilhar o caminho escarlate de tuas veias;
consagra-te como minha Condessa,
minha única aliada no vasto vazio da existência.
Pois entre os homens aprendi um segredo curioso:
até monstros carregam saudades
e até a eternidade pode ferir o coração.
Vem, e deixa que nossas sombras se entrelacem
sob a lua pálida desta madrugada infinita,
como duas almas antigas que se reconhecem no abismo.
E se o destino for apenas um labirinto sem aurora,
que ao menos caminhemos juntos por seus corredores de silêncio,
noite após noite,
pela eternidade que nos consome.

Luz em Teu Sútil Sorriso


"Kelly Silva, contemplando essa janela do tempo, lembrei da minha terna, eterna e amada avózinha Leonnor Rabello, que se tornou um brilho no lindo céu... Esse afeto profundo me inspirou a escrever estes versos para o seu coração: "Luz em teu sutil sorriso há um brilho no teu olhar, Kelly,que guarda a paz de um abraço eterno. É uma força doce que te impele, como o sol que acalma o dia de inverno. Quem realmente te vê sorrir pode sentir a poesia de uma luz que lá do alto te acompanha. Uma linda e terna companhia,que em cada passo teu se faz tamanha. Esse laço lindo, puro e infinito,Nenhum tempo ou distância pode apagar. O amor que te habita é o mais bonito, e brilha no céu para te abençoar.

FELIZ ANIVERSÁRIO TRICOLINDA


No gramado da vida, você é a maior fortuna,Parabéns pelo seu dia, linda Symone Bruna!O coração bate forte, soberano e sem igual,Celebrando a beleza da torcedora mais especial. Minha "Tricolinda" de alma guerreira e reluzente,Que o seu novo ciclo seja um gol de placa no presente.Com as três cores no peito e muita luz no caminhar, e que nosso eterno DEUS venha plenamente te abençoar, Feliz aniversário! Hoje o estádio da vida vai vibrar! ❤️🤍🖤🇾🇪

​Às vezes, nos pegamos ouvindo canções ou carregando pensamentos que tentam nos apequenar. Vozes do passado ou o cansaço do caminho insistem em sussurrar a ilusão de que somos insuficientes, de que não temos valor ou que nossas fraturas nos definem.
​Se em algum momento você se olhou por esse prisma, permita-me discordar.
​Ninguém é feito apenas de dores ou de batalhas vencidas em silêncio. Somos feitos de resiliência, de uma sensibilidade rara e de uma força que, às vezes, o próprio peso da vida nos faz esquecer. As lágrimas que vertemos nem sempre são de dor; muitas vezes, são apenas o primeiro orvalho de uma nova primavera que começa a brotar.
​O mundo pode ter parecido um inverno rigoroso por um tempo, mas a sua luz e a sua essência permanecem intocadas. Você não é o ruído das suas dúvidas ou das mentiras que disseram sobre você. Você é uma obra inteira, valiosa e abençoada.
​Que você possa encontrar ao seu redor -- ou dentro de si mesmo -- o espelho correto. Aquele que não reflete as inseguranças, mas que recorda, todos os dias, o seu valor imenso, irrefutável e divino.
​Você é suficiente. Nunca se esqueça disso.


John Rabello de Carvalho

​"Exatamente. Cada um enxerga o mundo através das lentes do próprio coração. Quem transborda bondade, vê luz no outro; quem carrega amargura, só consegue enxergar sombras. O julgamento alheio fala muito sobre quem julga e absolutamente nada sobre quem é julgado. Sigamos firmes em nossa essência, pois a única aprovação necessária para a verdadeira paz é a nossa própria."


John Rabello de Carvalho

#jrabellodecarvalho


@j.rabello.c_888oficial

​"Muitas vezes, sem aviso, o chão cede. O ar me falta, os pensamentos aceleram a mil por hora e a realidade se retorce, tornando tudo mais denso do que já é. Memórias antigas, esquecidas, emergem do escuro como sombras. Quando o terror se torna insuportável, eu furo uma brecha na minha própria mente e me escondo lá dentro -- em um refúgio totalmente branco e silencioso, flutuando como uma nuvem, onde o mundo não pode me alcançar."


John Rabello de Carvalho


@j.rabello.c_888oficial


#j.rabellodecarvalho

​O Vazio Suspenso
​De repente, o ar vira chumbo e os pensamentos se tornam avalanche.
Habito a fronteira exata entre o caos e a ausência.
A crise invade sem pedir licença: o peito colapsa, o mundo se complica em segundos e a mente vira vórtice.
É o passado que ressurge, desenterrando memórias sepultadas apenas para me assombrar.
​Para sobreviver ao terror que ninguém vê, quando a pressão interna ameaça me desintegrar, eu fujo para dentro.
Arquitetei uma porta secreta na minha própria cabeça; furei uma fenda no meu consciente.
​Cruzar essa brecha é o meu único refúgio.
Um cômodo de brancura estéril, um espaço de brancura absoluta e vazio suspenso.
Onde não há som, peso, tempo ou julgamento.
Flutuo no nada apenas para não ter que ruir do lado de fora.
Enfim imune à dor da minha própria existência neste terror infinito.


​___ John Rabello de Carvalho


@j.rabello.c_888oficial


#jrabellodecarvalho

🌅 O Desafio dos 7 Dias para a Prosperidade

Como fazer: Todos os dias, antes de realizar qualquer outra atividade no seu dia, ajoelhe-se ao lado da sua cama e declare as duas frases abaixo.

🛐 As Duas Declarações Diárias:

1. Primeira: "Senhor Todo-Poderoso, eu te agradeço por mais esse dia de vida que me deu. Peço que a tua presença nunca se afaste de mim e que o Senhor caminhe na minha frente hoje, abrindo as portas que eu não consigo abrir."

2. Segunda: "Senhor, eu declaro quebradas todas as amarras do inimigo e quebradas as correntes da escassez. Que onde eu tocar seja abençoado. De joelhos eu peço e te agradeço. No santo nome de JESUS, Amém."

John Rabello de Carvalho

@j.rabello.c_888oficial

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​A DIREÇÃO DA SABEDORIA E DA JUSTIÇA DIVINA E TERRESTRE


​"O meu povo padece por falta de conhecimento." (Oséias 4:6)
​Muitas vezes, a falta de entendimento impede as pessoas de enxergarem o óbvio. A busca pelo conhecimento nos liberta da ilusão e nos dá o discernimento necessário para escolher o caminho próspero.
​Quando buscamos as referências certas, a própria sabedoria nos aponta a direção:
​"O coração do sábio se inclina para a direita, mas o coração do tolo se inclina para a esquerda." (Eclesiastes 10:2)
​Repare como as estruturas do mundo refletem essa ordem natural: quem busca aplicar a justiça e a ordem social estuda o Direito, e não o "esquerdo". As escrituras e a história sempre associaram a direita à retidão, à construção e ao progresso.
​Que possamos abrir as nossas mentes para a verdade. A escolha do rumo certo é o que define o futuro de uma nação! 🙏🏼🇧🇷🇮🇱🇺🇸


John Rabello de Carvalho


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"O verdadeiro talento não se adquire em salas de aula ou fundos de quintal; ele se forja na vida. Não é produto de diplomas, mas da alquimia entre vivência, desafio e dedicação incessante. Mais que um dom inato, é uma sabedoria lapidada pelo tempo e pelas cicatrizes da experiência."


John Rabello de Carvalho