Poemas quando eu me Amei de Verdade

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⁠Descupe a franqueza, mas se gentileza gerasse gentileza Jesus Cristo não teria sido crucificado.

Sejamos gentis, mas não sejamos infantis.

⁠Não te preocupes se souber que:
Alguém fala mal de você,
se reúne em panelinhas para tirar sarro da sua cara,
Conversa com você seriamente na sua frente,
ao você virar as costas, coloca a mão na boca rindo de alguma atitude ou circunstâncias sua,
Porque você está triste?
Essa pessoa está dando o melhor que têm! (Infelizmente)

As coisas são pesadas no futuro por causa de problemas de gravidade?

(Dr. Emmett Brown)

Se vai construir uma máquina do tempo num carro, por que não fazer isso com estilo?

(Dr. Emmett Brown)

Está me dizendo que construiu uma máquina do tempo num DeLorean?

(Marty McFly)

⁠Em cárceres sombrios, tristes celas frias,
O tempo passa lento, doloroso enfim,
Cada grilhão nos sonhos nos prendia,
E a liberdade, um vislumbre longínquo assim.

Cercados estamos, aprisionados na dor,
Entre grades de ferro, muros de concreto,
Os dias se arrastam, sem luz, sem fulgor,
A alma aprisionada, clamando por um afeto.

Mas na mente ainda há jardins em flor,
E a esperança sussurra em nossa cela,
Transformando a prisão em um novo valor.

Ainda que encarcerados, buscamos saída,
Criando asas de sonhos, voando em poesia,
A liberdade em versos, em cada palavra tecida.

Em cada verso, a fuga se faz verdadeira,
A poesia transcende as grades e cerca,
E no voo das palavras, a alma se liberta.

Maçã

Fora há lição melhor da minha experiência
Ou talvez o pior...

Agonia e acalento
Com tudo cega subi ao firmamento
Por nada fui perdida, pelas infernais descidas!

Desapareceu
E o meu desejo nem te lia
Ferve-me há mente
Eclode-me no sonhar

E dou te, gosto amargo
E me alimento

E todos os infernos conhecidos
Rogo-te boca maldita
Que tu és
Um doce fim para minha alma perdida...

⁠Como leão
Na multidão
Diante de muito ego
E solidão

O raiar do sol como clarão
O nevoeiro na escuridão
Diante de muita chuva
E insolação

O pular das ondas na imensidão
No mar do guardião
Diante de muita água
E consolação

Tu vens
Tu vais
Tu ias
Tu, mas só tu

Transeunte
Da vida
Das estações
Da equipe do metrô

Eram tantos
Falhos
Falantes
Inquietos
Corridos

Dos algozes
Dos albatrozes
Dos abutres
Das vozes

O soar
O ressoar
O verbalizar
O falar

O nada
O tudo
O início
O fim

É chegada a hora
Do banho de mar
Para alinhar
O caminhar

Dos nós
De nós
A sós
E sós
Como nós

⁠Eis que surge uma flor de botão no jardim da vida. O caminho que a espera é bem longo, mal sabe ela o que a encontrará nas estações.

As estações se passavam e lá estava o botão de flor, passando pelas chuvas e ventanias do inverno. Logo me surgiu a ideia de que esse botão de flor tinha medo de desabrochar para conhecer a primavera.

Se ela soubesse como a estação das flores desabrochadas é uma das mais lindas do ano... é uma dádiva da vida, do tempo.

Penso que o medo estaria consigo de qualquer forma, mesmo que em botão de flor ou florida. As pragas podem a sufocar, as ervas daninhas podem ser os parasitas que sugam as suas energias, os pulgões podem roubar o seu brilho... tudo isso pode acontecer, vivendo a estação da primavera ou não.

O medo iminente do florescer a impedia de conhecer a primavera. Mal sabe ela que os seus pólens estão em polvorosa para fecundar outras flores, para fazer florir mais ainda o seu próprio jardim.

Vão-se as pétalas, as sépalas... mas fica o desejo insano de florir em meio à primavera que a tanto espera. O botão de flor, florescerá quando menos esperar! É um convite para viver a estação mais bela: a doce e linda primavera que a espera.

⁠Em uma conversa pra lá de produtiva, numa sexta que mais parecia um sábado, eis que surgem altas analogias em meio às palavras que mais pareciam versos em forma de diálogo.

Mesa de bar também é poesia, é prosa, é metáfora.
E que endossa, à medida que as inspirações veem e que vão também.

Papo vai, papo vem...
Me pego falando sobre o amor e como fiz referência dele na teologia.
Diria que no amor de Cristo, para ser mais exato.

Jesus disse que eis que está a porta e bate, se a pessoa abrir a porta, Ele entrará e ceará com a pessoa. Fiquei pensando que algo semelhante ocorre com o amor. Afinal, Deus é amor, e o maior mandamento é o amor.

Em meio a este pensamento, fiquei pensando que o amor não entrará em nossas vidas se a porta estiver fechada. O amor é um convite, é dádiva, é presente, é algo que se apresenta para conosco quando estamos dispostos a abrir a porta e deixá-lo entrar.

Se o amor não chegou ainda, pode ser que a porta esteja fechada.
Se o amor não chegou ainda, pode ser que a casa não esteja arrumada.
Se o amor não chegou ainda, pode ser que o destinatário ainda não seja você.
Se o amor não chegou ainda, pode ser que ele esteja esperando um convite para entrar.
Se o amor não chegou ainda, pode ser que ele já esteja em você, e amor você já é.
Se o amor não chegou ainda, pode ser que a porta está entreaberta, e o amor não fica onde há dúvida. Acredite!

⁠Observa o quão cruel é a cobrança interna de viver àquilo que se tem sede de viver. Nos pegamos pensando sobre as energias que pairam sobre as nossas vontades e como isso nos anestesia à medida que vamos ficando com medo da entrega. Afinal, conexão não é algo que se adquire com o tempo, ainda mais em tempos sombrios de escassez afetivas. Conexão é permissão, é entrega.

Observa que o melhor sentimento é esse que você sente ao visitar o pensamento que te faz vibrar na tua melhor sintonia. Deu saudade de reviver o sentimento, o momento de outrora? Não hesite! Reviva! A saudade é o coração dizendo onde quer ficar, são os resquícios de algo que valeu a pena.

Observa ao seu redor e veja o quanto você cresceu com as suas experiências afetivas. Sabe o que é melhor? O que tiramos de positivo disso tudo que vivemos. No final, olharemos para trás e nos perguntaremos de forma retórica em tom de afirmação: está ficando alguma coisa? Só a vontade de voltar de novo.

Observa que o tempo foi pouco! Não deu para viver tudo. Por isso a vontade de reviver tudo novamente, de sentir a conexão de sentimentos num enlace jamais vivido. É um sonho de fazer a escassez inundar nesse manancial de saudades que ainda estão por vir.

Às vezes é preciso parar, desacelerar... e aceitar que certas coisas nessa vida não tem jeito.

Não queira carregar o mundo nas costas.

⁠Aquele que nunca fez "marketing pessoal" nas redes sociais atire a primeira pedra.

Uns mais, outros menos, somos todos narcisistas em algum grau.

Dizem que:
"A beleza está nos olhos de quem vê".
Percebi que os olhos
Podem ser tão enganosos
Quanto o coração e a mente.

Os Sentimentos São Uns Trem Doido: Poema Meio Fora do Normal 5


– Sonho ou Pesadelo? Macacos Me Mordam!


Acordei diferente, meio estranho, sei lá...
Olhei pro lado, CADÊ MEU SOFÁ??
Tentei me mexer, mas que agonia,
minhas pernas? Raízes. MINHA CABEÇA? FOLHARIA!


P**@ MERDA, VIREI UMA BANANEIRA!


Antes de surtar, tentei respirar,
mas aí percebi... NÃO TENHO NARIZ PRA PUXAR!
O desespero veio, a mente pirou,
e foi então que um macaquinho chegou...


Primeiro um, depois dois, depois um bando,
olhinho brilhando, já me analisando.
A barriga deles roncava bonito,
e eu, desesperado: "EI, PARÇA, NÃO SOU ALMOÇO, NÃO, RAPAZ!"


Mas quem disse que eles iam ouvir?
Um pulou na minha folha, começou a subir!
Outro cutucou uma banana madura,
e eu sentindo... MEU DEUS, ISSO É MINHA ALTURA?!


A ansiedade bateu: "Vish, deu ruim..."
o medo gritou: "Já era, filhão!"
E eu, plantado, sem poder correr,
vendo minha vida virar vitamina no chão.


Mas aí... PUF! ACORDEI SUANDO,
passei a mão no corpo, tava tudo normal.
Olhei pro lado, nenhum macaco, só meu travesseiro,
e um alívio imenso: "MEU DEUS, FOI SÓ UM PESADÊLO!"


Então fica a lição, pra nunca esquecer:
valorizem as bananas, mas sem fazer sofrer!

NUNCA!
Nunca a velhice deve ser sinônimo
De sala de espera para a morte.


( Autor: Poeta Alexsandre Soares de Lima )

-Sumiu uai!

- Nada, estou só invertendo as posições, diminuindo as prioridades e dando o valor que você merece.

(K.G.X.S.)

Acordei com uma certeza
PRECISO TE CONQUISTAR!
Vou procurar o caminho...
Atitudes renovar!
Sem você meu mundo é triste,
O MEU GRANDE AMOR PERSISTE.
Vamos reiniciar!

O Ciúmes da Abelha

Ohh abelha!!!!
Por que tanto ciúmes???
Não tem motivos para isso...
Abelha ciumenta não produz mel!!!
E não tendo mel,
Quem ira adoçar a boca do poeta???
O brilho da lua não tem sabor...
Os versos da poetisa também não...
Hoje quem coloca doçura em meus versos
É o sabor e o aroma do mel...
Mel que a abelha zangada não produz...
Confesso que adorei o gesto de ciúmes da abelha...
Mas não precisa isso, pois hoje me encanto com
o sabor e o aroma do mel...
Bzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
Viva a abelha se desemburrou...
Que venha o sabor de mel...

Cantando Com Música...

Queria a leveza de Gene Kelly em "Singing in the Rain"...

Para expressar o amor em forma de dança...

Queria a perfeição de Gonzaguinha em "Começaria tudo outra vez"...

Para expressar meus sentimentos em forma de música...

Queria o ritmo de Smokey Robinson em "Cruising Together"...

Para embalar meus dias em forma de ritmo...

Queria a maluquice de Cazuza em "Exagerado"...

Para fazer serenatas à Lua...

Queria a perfeição de Vinicius...

Para escrever meus versos...

Queria a inteligência de Shakespeare...

Para declamar o amor...

Hoje!!!

Sigo em meu caminho cantando com música...

Ao fundo ouço o canto da lua...

Um canto, que seduz pela doçura e leveza das melodias...


Mas como pode isso!!!


A lua tão guerreira, cantar tão docemente???


Mistérios do criador!!!


Por isso sigo acima de meu pangaré Banguelo...

Cantando com música...

É o que me resta!!!

Cantar!!!!

Cantar!!!

Até o silêncio chegar...

O silêncio esta a cada dia mais próximo...