Poemas quando eu me Amei de Verdade

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Estranho amor!

Desenhei um coração vermelho da cor do mar, nele escrevi alegrias em forma de um poema, que ao ler! Me fez chorar! Lembranças não esquecidas azuis da cor do luar, nas noites embranquecidas tua alma fui buscar, nos escuros das manhãs saudades me fez chorar! A cor negra de seus olhos! Meus caminhos a clarear! Olhei dentro dos teus olhos e vi o amor brotar Como espinhos de azaleias! Minha alma a machucar...

(Zildo de oliveira barros)16/05/13

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Mulher!

Tu vives de incertezas de uma vida em comum, sabes bem tu linda moça, que a sorte e o destino, na vida, lhe deram mais do que um! Entrecortando sorrisos suas lágrimas às vezes são magoas, que machucam em comum, nada contra, nem a julgo! Não tenho juízo algum, condenar-te por amar, que pena, Não a condeno assim! Vejo eu entre seus olhos, que teu amor não tem fim, tu vives numa embrulhada por falta de crer em ti! Joga esta merda pro alto, e digas talvez assim: “Sou forte, Sou mulher viva, e um sonho trago em mim, te amo e te adoro e quero só ser feliz” Assim mulher tu terias felicidades enfim...

(Zildo de Oliveira Barros) 20/08/13

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Mulher!

Chega já com o anoitecer no lar que tanto tu amas, faz o serviço da casa de dores tu não reclamas, o dia te foi pesado, mas veio o pão das crianças, sonhas sonhos de amor no coração esperanças de que teu homem teu bem! Teu amado, um coração de criança chegue logo e te ame! Saudades que tanto estranhas, as horas te passam longas seus pensamentos vagueiam o ciúmes toma conta, na madrugada ele chega o álcool ali despontas, você não sabe o por quê? A rotina e o trabalho caminhos que não se encontras um sonho que se despedaça, no peito uma dor tamanha! A briga já se formou a violência ali mais uma alma que ganhas, da dor de mãe e esposa o corpo que trás as manchas da violência de um ser que tu achavas criança...

(Zildo de Oliveira Barros) 08/11/13 07h49min

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Mulher! Atriz tu não és...

Tu dizes que sou outrora de uma vida feliz, chama-me de meu amigo! Mas acho que é atriz, seus olhos não representam, o roteiro tu quem o quis, escreveu a sua história e o final não foi feliz, esperava que o tempo o nosso amor fosse encobrir, mas o tempo não foi mãe, nem madrasta ele se diz!, então mocinha eu te digo! Seu olhar sempre me quis, seu corpo todo se treme, eu acho que sou seu inverno e mesmo todo o seu frio! Ensinem então primeiro, seus lindos olhos a mentir que és feliz...

(Zildo de Oliveira Barros) 10/06/13

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A esposa e a amante do Zé bosta...

A esposa linda e bela quase sempre sem aquarelas vê o marido a passar! De chinelos e pés descalços vê ali o seu amado a barriguinha a mostrar, no dia a dia se enxergam sem a casca que tão bela, que a amante o vem avistar, sempre arrumado e cheiroso, parece delicioso a sua sorte a mostrar, mas nas madrugadas frias, quem cuida da tosse que chia, é a esposa a o amar, dos peidos e tantos enjoos, ela ali não sente nojo e já chegou a o limpar, mas a amante cheirosa, só o vê cheio de prosas, nos momentos a se amar! Queria que a noitinha no lar dos dois ela entrar, aí veria a verdade, o cara que é bondade, a realidade a mostrar, um grosso e sem dinheiro, para a família inteira é um zé bosta a passar, mas para a doce amante ele é tão elegante e sabe o bem amar, a esposa que se arranje que se vire com as crianças, não tem tempo para o lar, pois o tempo que lhe sobra sai com a amante gostosa, que já destruiu o seu lar, e o zé bosta contente achando que é ser gente, aos amigos se vangloriar. Mas se esquece que a amada, aquela da sua estrada, das alianças a se trocar, pode em qualquer momento achar um outro pão bento e nele se agarrar, aí o besta desilude e acha que o absurdo foi ela então um par de chifres na sua testa instalar, aí se sente apaixonado, não pode a mulher abandonar, enfim o zé abestado entendeu o seu recado e agora quer a esposa amar! Precisou vir outro corpo, outro cheiro outro rosto, para a esposa valorizar, assim é quase a metade dos que se acham em verdades a sua esposa chifrar! Mas que fique meu recado, ela conheceu outro caldo e pôde até comparar, deixe as orelhas de molho, de comedor e gostoso pode um chifrudo virar...

(Zildo De Oliveira Barros) 18/07/17

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Mulher...
Correu por tantos caminhos estradas e solidões, tua arte foi o engano a paga a desilusão, tuas noites hoje, insônias, os dias olhar o chão! Nem a cabeça hoje a ergue, triste peso que a consciências lhe mostras sem qualquer educação, mas te chega um poeta, um pobre sem posição, e te levantas ao peito, te abraça com o coração, trazes a ti o poeta, poemas em que neles, os dois estão! Moça linda e faceira a vida não é uma festa de um dia de São João, A vida é assim mesmo, cai aqui, arruma outra posição, levantes bem sua cabeça, e pensem nas soluções, tantos que hoje dominam, beijaram tristes os chãos, Mas as sequências da vida nos mudam as opiniões, nos fazem virar em santos, outros bons viram ladrões! Assim segues teu caminho, o passado não faz serão, e o poeta aqui deixa como simples recordação, que mudes bem teu caminho a paga hoje tem nas mãos! A chuva que aqui te molha, faz falta em outros sertões...

(Zildo de Oliveira Barros) 17/02/14 09h00

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Moça!

Hoje a tristeza e dores lhe fazem tal companhia, à vida às vezes é estranha, e marcam os nossos dias, sonhos que sem validades, ficaram em outras vias, olhares que já sem brilho perderam suas valias. Alguns quilinhos a mais o corpo sentiu um dia, ai tudo desandou, a tristeza foi seu guia! Agora moça tão bela, venho fazer-te de companhia, sou eu homem tão simples, mas te dou as garantias, começou bem sua vida, lutou e não foi covardia, ao nascer venceste tu, em vitoria bem merecida, venceu ali outros mil querendo ter suas vidas, lutou tanto por amor e em buscas dos sustentos, no agora esta já triste pelas lágrimas perdidas, aqui te venho no hoje e te chamo de querida, não a quero por amante, apenas quero a amiga! Mas ouça um conselho meu e mudes bem tua vida, erga a cabeça mocinha, esqueças tuas feridas, segue sorrindo e amando o tempo é um bom guia, alguma coisa se cai, à lei assim determina, foi mãe, esposa e amiga, e aos filhos tu destes a vida! Novamente aqui te peço, erga a cabeça querida, te segue o teu caminho, não se compare as mocinhas, hoje tem o conteúdo e a experiência domina, um sorriso vale mais que um corpinho sem estrias, todo homem que se preza não buscas só por um dia, o conteúdo hoje vale, erga a cabeça mocinha...

(Zildo de Oliveira Barros) 07/05/14 11h11min

Inserida por poetazildo

Podem discordar, dizer que sou repetitivo, mas sempre estarei a homenagear a aquelas que chamam de maduras.

Linda mulher madura...

O branco que se azula em seus cabelos escorridos
Mostra que o tempo lhe foi! Talvez bem mais que um amigo
Sua beleza se espelha no olhar que trás contigo
Mostra-me que tempo voa! Ao chão me deixa estendido...

Todos somos mesmo belos! Foi Deus que nos quis assim
A idade nos remete a um passado sem fim
Comparar-te a uma moça. Verdade não quis pra mim
Quis mostrar que a beleza! Existe sempre assim...

Para alguns que nada entendem! Confundem-se as belezas
Quer comparar em idades. Verdades em realezas
Uma moça de dezoito que trás ao rosto a certeza
Com uma de seus quarenta, das belezas verdadeiras...

Todos somos mesmos belos nas idades passageiras
No ontem eu tinha vinte! Hoje passei dos quarenta
Só mudou que envelheci, mas por dentro não anseia
Trago eu minha beleza, que minha idade falseia...

Uma mulher de quarenta! Verdades lhe trás na tez
Experiências e vivencia que vale por mais de três
De dezoito ou vinte anos experiência se fez
Conhece da vida a vida! No amor sofreu por seis...

Deixo a ti mulher madura uma homenagem sincera
Se te chamo de madura, é em sentido ainda mais belo
Da vida conheces tudo! Nem sempre foi só um martelo
Às vezes tu foste o prego, na mão de um besta singelo...

(ZILDO DE OLIVEIRA BARROS 08/02/13)

Inserida por poetazildo

O vinho e a nossa idade...

A idade só tem grande importância se você é um vinho, ou um queijo, do contrário, seja você mesmo, aquele você, que ama, que chora e que sorri, que não vê a idade biológica, mas a idade de suas fantasias, de sua fé, de seu amor, considerando sempre a idade que te faça feliz e realizado...

(Zildo de Oliveira Barros)

Inserida por poetazildo

MULHER!

Sonhos lindos tu sonhastes nesta vida, em busca de amores seus, acordou de um pesadelo, em uma noite de breu! Nem estrelas e nem a lua, apenas um poema meu, que dizia simplesmente, a vida não lhe acolheu, dos amores passageiros, nem um rei e nem um plebeu! Apenas os tristes ais que o poeta escreveu...

(Zildo De Oliveira Barros) 25/06/13 12h39

Inserida por poetazildo

A saudade e o poeta.,,
A Saudade abaixou a cabeça, sentou-se a uma mesa, olhar triste no infinito, soltou um grito tão triste, que ninguém chegou a ouvir, dos lábios da tal saudade, um copo beijou a mesa, a bebida, o dissabor! Nem cerveja e nem uísque, o álcool já é tão triste, porque dele se enganar, pediu ao garçom uma pena, um papel branco e uma renda e começou a rabiscar, quem naquele bar entrava olhava a mesa quadrada, num cantinho, ali parada e ela, a tal saudade, cabeça baixa a escrevinhar, horas passou num repente a saudade virou gente, alguém de poeta a chamar, assim nasceu à poesia, foi à saudade que vinha, em forma de um poeta, ali se firmar! E da pena e da poesia, nem todas são só alegrias, magoas também fazem bom rimar, e dores que se espalham, amores que já não valem, sempre um fica a se machucar, e ai nasce o poema, o poeta e sua pena, sem pena a rabiscar, nem percebe que magoa, nem sabe se a dor é a toa, ou se de verdade a é! Então saudade e poeta são partes de uma moeda, sem valor comercial, a tinta pouco se vale somente o papel manchado com saudades a se molhar! Ai tem até valor, o poeta e sua dor, faz parte do teu penar...

(Zildo de oliveira Barros)08/09/14 15h35min

Inserida por poetazildo

Bom dia!
Já convivi com pessoas, que para mim, eternas elas seriam, as perdi numa manhã de uma madrugada fria, se foram com os nevoeiros que o bom sol espargia, achei que não suportava, que aos chãos me levariam, no hoje nem mesmo lembro, o tempo foi o remédio, e curou minhas feridas...

(Zildo de Oliveira Barros)

Inserida por poetazildo

Meu pensamento deste dia.
O tempo! Estranho tempo, transforma conceitos, muda gostos, faz pensares que tão enraizados, sejam arrancados e transformados! Quem só ouvia Mozart, Beethoven e chopin hoje ouve Leonardo, assim o tempo se segue, transformando nossos pecados...
(Zildo de Oliveira Barros)

Inserida por poetazildo

Boa tarde!

Existem grandes diferenciais entre a pobreza e a riqueza, se achegue numa colônia, no rancho de um capiau, seus filhos bem educados, sorrindo de todo mau, levantarás as mãozinhas pedindo a sua benção, dificilmente na riqueza encontrarás tal situação...

(Zildo de Oliveira Barros)

Inserida por poetazildo

Sim um abraço faz falta.
Um beijo então nem se fala.
Que dirá um sorriso que deixa tudo mas bonito.
Aquele olhar que penetra fundo adentrando a alma..sim faz muita falta...
Mas só sua presença me traz tudo isso então é sua presença que me faz realmente falta...

Inserida por Adeluz

Ademir Oliveira
Silêncio...tudo ficou tão silencioso, nunca mas tive tão ansioso nunca mas me senti assim febril, meu corpo queimando por dentro, ardendo como fogo...
Mas nesse momento o silêncio é quebrado pelo bailar do vento,sinto um frio que não sentira antes um frio aqui dentro e aqui dentro mais silêncio...

Inserida por Adeluz

Hoje acordei com aquela sensação de que tudo pode acontecer, o coração com espaço de sobra para uma paixão já tenho alguém em mente, espero brevemente esse momento acho que estou só esperando a chuva cessar para te procurar...
Meu amor aguarde um momento já estou indo levando nas mãos anos de espera de tortura e solidão que vai desaparecer quando você me abraçar me beijando com extrema paixão...
Nesse momento não há mais nada entre nós o futuro não é interessante o importante é o presente o aqui e agora, te espero na cama vem logo meu amor não demora...

Inserida por Adeluz

⁠PAPEL DE MUSA
.
Minha adorada e inspiradora musa
Preciso urgentemente da sua ajuda
Porque a escrever a intuição me compele
Quero abordar o nosso amor sem limites
Mas por ter acabado o meu papel sulfite
Terei que escrever sobre sua pele.
.
Sobre esta testa escrevo
O maior dos meus desejos
Com letras garrafais:
‘Este local é exclusivo
Como lousa e abrigo
Deste poeta e de ninguém mais’.
.
Nestas bochechas rosadas
Deixo as seguintes palavras
Gravadas com simetria:
‘Aqui só tem permissão para beijar
Aquele que sabe me transformar
Em tema para as suas poesias’.
.
Nestes seus lábios carnudos
Com verbetes minúsculos
Deixo um recado meu:
‘Afaste-se destes lábios doces
São dela, mas é como se fossem
Deste amante que neles escreveu’.
.
Neste aveludado pescoço
Sem querer provocar alvoroço
Escrevo ousadamente assim:
‘É aqui onde está o segredo
Para romper da minha musa o medo
E fazê-la se entregar para mim’.
.
Entre estes lindos seios
Escrevo com certo receio
De ser malcompreendido:
‘Estes são os dois culpados
Por eu ficar descontrolado
Diante da minha libido’.
.
Sobre esta barriga
Branca, macia e lisa
Escrevo delicadamente:
‘Não se aproxime deste lugar
Porque é aqui que brotará
A minha secreta semente’.
.
Nesta sua área mais íntima
Registro uma declaração mística
Escrevendo a seguinte mensagem:
‘Este é o meu tapete voador
No qual me acomodo com amor
E levito em emocionantes viagens’.
.
Nestas coxas torneadas
Deixo para sempre gravadas
Estas palavras nas partes internas:
‘Adoro os abraços dos seus braços
Mas eu perco as forças e me desfaço
Ao receber abraços das suas pernas’.
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De repente ela abre os seus olhos lindos
E percebe que no seu corpo despido
Não existe nem sequer uma letra
Mas isso não a entristece
Porque em pleno êxtase reconhece
Que fiz dos meus lábios uma caneta.

Inserida por EDUARDOPBARRETO

⁠FOLHAS SECAS DE OUTONO
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Caiam folhas secas de outono
Sobre a terra avermelhada
E no mais repousante sono
Num mundo livre sem dono
Suspirava a moça apaixonada.
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Ela viu chegar um lindo cavaleiro
Montado num cavalo branco
Ele a arrebatou por inteiro
E sobre o animal faceiro
Saíram a passear pelo campo.
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Milhares de pássaros entoavam canções
Os jardins estavam floridos e perfumados
Não existiam as quatro estações
E ela sentiu muitas palpitações
Quando percebeu que o cavalo era alado.
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Lá do alto ela via as serras
E as nuvens que as cobriam
Via também escorrendo pela terra
Alimentando as plantas e as feras
As águas que nos rios corriam.
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Ao pousar sobre uma colina
Nos braços ele a tomou
E olhando para cima
Viu-se refletida na retina
Do homem que a conquistou.
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Ela não resistiu aos encantos
E se deixou beijar pelo amante tão hábil
Mas acordou em prantos
Ao perceber que foi o vento brando
Que jogou folhas secas sobre os seus lábios.

Inserida por EDUARDOPBARRETO

⁠ZUMBIS
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Enquanto um menino sonha ser craque
De futebol outro usa pedras de crack
Para se imaginar alguém feliz
E assim surgem times nos campos
E nos guetos das cidades entretanto
Surgem legiões de zumbis.
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São seres cujos corpos caminham
Enquanto suas mentes definham
Os transformando em armas vivas
Que para satisfazerem o vício
Fazem uso de qualquer artifício
Chegando até mesmo a tirar vidas.
.
A polícia com rigor os persegue
Usando bombas e cassetetes
E às vezes até os mata
Tal estratégia parece eficaz
Quando este procedimento se faz
Não contra gente, mas contra baratas.
.
Estes zumbis que nos assustam
Nos tornam reclusos e nos furtam
Além do dinheiro a liberdade
Têm que ser retirados do convívio social
Criminosos na cadeia, viciados no hospital
Para que as ruas voltem a ser da sociedade.
.
Quero viver sem medo do perigo
E ao encontrar jovens reunidos
Sob o escaldante Sol
Sentar-me tranquilo na calçada
Apenas para ver a criançada
Jogar mais uma partida de futebol.

Inserida por EDUARDOPBARRETO