Poemas quando eu me Amei de Verdade

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Lara
Linda,fofa
e legal
Deveras
A garota ideal

Lara
Menina que
Aos meu olhos
Se destaca na multidão
E que com um sorriso
Faz palpitar meu coração

Lara
Eu já cansei de tentar
De por você
Não me apaixonar

Lara
Ultimamente
A única coisa
Que tenho em mente
É o desejo
De melhor te conhecer
E de estar com você
Sem te deixar perceber
O'Que estou sentindo
Cada vez mais por você

Lara
Se eu não conseguir
Me controlar
Por você
Eu vou me apaixonar

Inserida por Bh7

Me pego a pensar
Sobre o significado de amar
Afinal, até hoje
Uma resposta não consegui encontrar

Antigamente
Tinha em mente
Que o amor
Fosse indolor

Eu acreditava
Que era uma dádiva
Cedida por Deus

Eu como bom sonhador
Sempre idealizei o amor
Sempre me considerei
Inapropriado para amar
Ou ser amado

Sempre desconsiderei
A possibilidade de me apaixonar
E ser correspondido

E o arrependimento
Que por isso sinto
É algo que irá
Perdurar
Durante muito
Tempo.

Inserida por Bh7

Olha que morena mais linda
Mais cheia de charme
É ela mulher
Que vem e que passa
Num seduzente balanço
A caminho da sala
O seu balançado é mais que um poema
É a coisa mais linda que eu já vi passar
Ah, porque estou tão sozinho?
Porque não há tenho
Ah, porque tudo é tão triste?
Porque não há tenho
A beleza existe?
Sim,é ela
A beleza que não é só minha
Que também passa sozinha
Ah, se ela soubesse
Que quando ela passa
O mundo inteirinho se enche de graça
Enquanto eu tento encontrar coragem
Para a ganhar na raça
Pois os que a querem
Eu sei,não a deixarão de graça
E isso só demonstra
Como ela é uma beleza rara.
Tomara que as asas do amor
Me ajudem para que eu não sinta a dor
E que assim eu possa encontrar
A felicidade de amar.

Inserida por Bh7

Dos meus sentimentos
Nunca soube falar
E em vários momentos
Não os consegui expressar

Infelizmente creio
Que não conseguirei mudar
Por isso tenho certeza
Que continuarei a me ferrar

Sou um leigo
Na arte de amar
Além de ser péssimo
Na hora de pôr alguém
Escolher me apaixonar .

Inserida por Bh7

Hoje acordei
Com vontade de escrever
Apenas por lazer
Sem desejo de me comprometer
Sem querer
Me submeter
A nenhum assunto
Específico

Sendo sincero
Não sei o que quero
Transmitir com meus textos
Não sei se são sentimentos
Pensamentos
Ou lamentos
Mas na moral
Espero nunca chegar
A uma resposta real

Inserida por Bh7

Cifra


Como num simples toque, Gerando um singelo som… me encontro em meio a um breve devaneio sob as cordas de um violão.

E neste pouco tempo falando sobre o som, que o próprio vento ecoa… Forma se a melodia! Que faz se do movimento em suas mãos...

Enquanto ao desenvolvimento, a melodia mesmo que tardia, gera em forma de poesia o momento!

E cada corda em sintonia, cada nota em harmonia, diz o real motivo! O temor retraído, a saudade ao relento.

Dentre outros movimentos o dedilhar se perde… e junto a ele vem o sentimento! O entendimento mesmo que por pouco tempo.

De uma nota escondida… ouvida porém não sentida! tocada, escrita, mas nunca redigida!

E em meio a multidão que parece não prestar atenção, nada mais consigo ouvir, além do sol, do lá, do si…

A cada vibração, vem do fundo a noção! Das partes de um inteiro, separadas… esquecidas…

E em mim forma se a empatia! Em forma de utopia! Porém logo vem angústia trazida pela sua avaria…

E agora vai se esvaindo a tal melodia... Pouco a pouco, nota após nota… e das últimas cifras, reduzidas agora a cinzas... Sobram apenas as breves lembranças da sua ousadia...

Enfim o silêncio! Que mesmo ao mais alto som, se faz absoluto…

Percebo então que não estive em mim durante esses minutos...

Volto e revejo… um ambiente agitado, a mesa cheia, o barulho ao meu lado… E eu aqui! Em devaneio, ao o som do seu violão...

Inserida por AlvaroAzevedo

Obra de um dia só

Sob o calor escaldante, mas um perpétuo dia de trabalho...

Ouço o som das marretas, pás, picaretas!

Todas transmitindo um som revigorante! Porém falho...

Pedra a pedra, tijolo a tijolo, formando-se a base da ambiguidade!

O medo desconstruído pela beleza, o contentamento alcançado pela inautenticidade...

Monumentos se erguem momentos, se despedem.

Massa sobre massa, naqueles que se perdem.

A tristeza se forma, mas o sorriso remedeia!

E ao entardecer, quando o expediente termina, ficam apenas as sobras, daquilo que havia de dia…

Inserida por AlvaroAzevedo

Troca de favores

Os últimos trapos, sobras de um único retalho. Costurados, costurados, fio a fio, ponto a ponto.

Por conveniência talvez, ou por descaso… substituídos! afinal, não se precisa mais de retalhos!

“O tecido é novo, o tempo é favorável, então sigamos em frente! Costurando agora linho, seda, lã… fazendo um bom trabalho!

E aquelas velhas mãos cheias de calos… porque fazê las sofrer? Coloquemos logo uma galoneira!

Que além de economizar tempo, ganhamos mais!”

Então que sigam! E deixem para trás os tais trapos de renda e cetim. Ainda há quem os queira!

Disso tenho certeza! E as mãos cansadas, também tem salvação!

Pois mesmo acabadas, sempre costuraram! E sempre costurarão!

Inserida por AlvaroAzevedo

Então que se vá a última melodia com o vento!
Que se mostre imparcial a cada momento!
Porém que seja firme, e em bom tom, para que se tenha entendimento...

Inserida por AlvaroAzevedo

Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe:
-Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar! E fazer da carga sua vontade!
Mas o burro não obedecia… como poderia? Cansado e faminto a dias… Seu montador então desistiu!
-Se não tens capacidade para completar a caminhada, não tens então porque continuar vivo!
De longe ouviu-se o som do sacrifício. O chicote e a carga, agora eram somente lembranças da insistência do animal! Mas assim foi, e melhor foi...

Inserida por AlvaroAzevedo

O Conhecimento nunca enlouquece,
mas sempre liberta.
Liberta o pobre de todas as prisões
e o faz assentar-se à mesa dos mais importantes.

Inserida por josemir_gomes

PARA NÃO ESQUECER

Sair para qualquer lugar,
Viajar pelo mundo sem precisar enriquecer,
Conhecer novas pessoas sem forçar,
Admirar culturas sem precisar "aceitar"
Carro e Casa própria sem tanto sofrer,
Ter uma vida para ser vivida
E não para morrer.

Inserida por DandeBrito

Bom dia!
Vai dirigir veículo hoje?
Respeite a faixa de pedestres!
Respeite a vida!

Inserida por MarcosAlvesdeAndrade

Métrica assimétrica

Sobre a demasia das palavras transcritas de minha mente, percebo o quão falho é, ser humano!

E dessa falha eu retiro as tentativas, o desespero, e o alvoroço de ser escritor.

Continuo a escrever em versos simples, não moldados pela fôrma nominal.

Não gramaticalmente puros! Mas em essência de esplendor, se fazem mais que os que dizem demais!

Então prefiro assim, do meu jeito, sem muito requinte ou trejeito... Nem muita rima, porém muito proveito!

E faço do imperfeito, do disléxico, a beleza, “irredutível”! No mais, somente bela!

Logo então eu termino mal feito, não muito bem entendido, mas termino escrito! E pra mim já basta...

Inserida por AlvaroAzevedo

Tudo conspira contra quem quer
por no papel seus sentimentos,
suas ideias... sua ilusão (20.11.17).

Inserida por NemilsonVdeMoraes

O maior inimigo das minhas palavras também é o maior aliado dos meus pensamentos, que confusos parecem e de aparente objetividade padecem.
Nas entrelinhas do meu subjetivismo é onde me encontram, mundo adentro com minhas metáforas, vou aliterando sem ser literal, tantas vezes rimando para soar legal.
Matheus Ferreira de Vasconcelos

Inserida por Matheusfv

A renda básica moralmente está certa. Mas não adianta se não se especificar quem tem que dar esse dinheiro e de onde tem que sair. Se não é assim: você tem direito a esse dinheiro, mas ninguém tem a obrigação de te dar esse dinheiro.

Se você tem o direito, mas não tem a garantia, na prática, você não tem direito nenhum.

Inserida por LEandRO_ALissON

Canto do sábia

Meras palavras
conjugadas,
erradas!

Trazidas e levadas…
perpetuadas!

Palavras arremessadas,
amordaçadas!

Sintaxe amedrontada!
Fonte sem fim!
Enclausurada...

Desenfreadas sentenças…
breves desavenças…

Martírio da doença,
palavras destroçadas!

Por fim reescritas,
retomadas!

Mais um leque!
Mais uma alvorada!

Ditas então,
como métricas sábias!

As novas sentenças
emolduradas…

Que se venha então
o encanto!
Canto dos sabiás...

Inserida por AlvaroAzevedo

Para Lucas Tenório

Que fazes aqui? Mestre dos cânticos perdidos… porque parou? Esteve aqui todo este tempo?

Olhei por ti a cada momento... e espelhava a mão da sua euforia…
Por que andas só velho amigo?

Onde está teu rumo? Teu destino?
Não ouço mais teu suplício, nem teu cantar, nem teu sorriso…

Porque se escondeste? Temes ao que? E quem? Onde está Tenório, que em tempos de lei, seguia e redigia o bem?

Para onde foi a glória, a revolta de se revoltar… para onde foi a poesia, e a poetisa em seu altar?

Onde Tenório? Onde tu se escondes? Mesmo te vendo, não te recordo, nem te comento… e o soneto que fizeste a tanto tempo?

Onde estão as palavras e versos, a métrica, a fôrma, o inverso? E o desafio Tenório?

Onde está o sufrágio do tempo? A cadeia que liga o homem ao tormento? Ao sentimento...

Não deixes se levar pela chuva… não encontre na enchente a penumbra…

Reescreva a alvorada Tenório! Refaça seus versos! Me mostre seu credo! Seu paradigma, seu paradoxo…

Então mestre dos cânticos… te peço de volta o som do silêncio… o absoluto após tanto tempo! Te peço somente, escreva novamente…

Inserida por AlvaroAzevedo

Reflexão do dia
O tempo marca, apaga, envelhece, ensina, apodrece.
O tempo voa, ilumina, escurece, enriquece, empobrece
O tempo é vida, é morte, é paz, é guerra, é momento
O tempo é dor, é alegria, é falta, é abundância
O tempo é amigo, é traiçoeiro, é curto é infinito
O tempo é movimento...
Vamos fazer do tempo nosso aliado, ter o amor alado
Viver tudo o tempo todo, com o tempo do nosso lado
Wall de Souza.

Inserida por maria_waldete_souza