Poemas quando eu me Amei de Verdade
Mesmo assim eu não esquecia dele. Em parte porque seria impossível esquecê-lo, em parte também, principalmente, porque não desejava isso. É verdade, eu o amava.
Me explica uma coisa,
quanto você me conheceu tinha escrito na minha testa “pode me magoar, eu não tenho coração, não vai doer” eu acho que não, então para de tentar fazer isso
Porque eu estou ainda muito inseguro de mim mesmo, e não acreditando absolutamente que alguém possa me curtir bem assim como eu sou. Eu não tenho quase experiência dessas transações, me enrolo todo, faço tudo errado — acabo me sentindo confuso. Tudo isso é tão íntimo, e eu já estou tão desacostumado de me contar inteiramente a alguém, tão desacreditando na capacidade de compreensão do outro, sei lá, não é nada disso, sabe? Conviver é difícil — as pessoas são difíceis — viver é difícil.
Alguns pensam que eu deveria ensinar aos homens o caminho do céu. Mas eu preferiria ensinar-lhe o caminho para o inferno, assim eles saberiam como desviar-se dele.
Eu não sei qual é o motivo dessa supervalorização da racionalidade. Os pássaros só são livres porque podem voar. A liberdade é, justamente, a incapacidade de se perceber as limitações. Nós, humanos, aprisionamo-nos em caixas de ferro, casas de cimento e mil e uma desculpas. Tornamo-nos prisioneiros de nós mesmos porque podemos racionalizar os riscos, porque sabemos calcular velocidade média quando vamos atravessar as ruas, porque sabemos que se saltarmos de um precipício iremos encontrar a solidez do chão.
Minha mente é minha arma. Meu irmão tem sua espada, Rei Robert tem seu martelo e eu tenho minha mente... e uma mente precisa de livros como uma espada precisa de uma pedra de amolar para mantê-la afiada. Por isso eu leio tanto.
Toda a minha vida, homens como você zombaram de mim. E toda a minha vida eu estive derrubando homens como você na poeira.
Você acreditaria em mim se eu dissesse que eu também estava com medo de tudo?
Todos os corações sinceros, e todo o tempo restante
Escuta, eu sou a aberração. Eu sou o aloprado. Eu sou o problemático. Eu me meto em brigas. Eu decepciono as pessoas. O que quer que faça, não deixe Finch bravo. Ah, lá vai ele de novo, em uma daquelas fases. Finch mal-humorado. Finch irritado. Finch imprevisível. Finch louco. Mas não sou um conjunto de sintomas. Não sou uma vítima de pais horríveis e de uma composição química mais horrível ainda. Não sou um problema. Não sou um diagnóstico. Não sou uma doença. Não sou uma coisa que precisa ser salva. Sou uma pessoa.
Se o dia amanhecer e eu não acordar, é por que estou vivendo um sonho bom. Um sonho bonito e perfeito, onde o mundo é totalmente diferente do que é. Onde meus sorrisos são alimento ao meu espirito e a minha alegria, fonte de inspiração para minhas canções.
Minha mensagem é que você pode fazer qualquer coisa se você colocar isso na cabeça. Eu cresci abaixo da linha da pobreza, eu não tive tanto quanto as outras pessoas. Acho que isso me fez mais forte como uma pessoa, foi o que construiu meu caráter. Agora eu estou em um grau de 4.0, e quero ir para a faculdade e me tornar uma pessoa melhor.
Eu nunca vou achar ninguém para te substituir, acho que vou ter de superar isso dessa vez, sem você...
Eu lhes prometo, que se em algum momento se sentirem tristes, ou estiverem um pouquinho cabisbaixos, tudo vai mudar...algum dia.
Você está gritando para me assustar? Por que eu não tenho certeza se isso é assustador. Mais gritos? Isso não é assustador. Você vai me machucar? Isso é assustador, mas eu tenho quase certeza que posso correr de você.
