Poemas quando eu me Amei de Verdade
O mundo que eu criei, não é o mundo que me criaram, enfim, e, porquanto eu sei, no fundo, nunca saberei de mim, mas eu sei quem eu sou.
— Não posso fixar a hora ou o lugar. Isto já foi há muito tempo. Eu já estava no meio e ainda não sabia que tinha começado
Você sabe que eu não sou do tipo que costuma amar. Ou você acaba magoando alguém, ou alguém te magoa. Então qual é o sentido?
Eu posso alcançar a imortalidade: basta não me desgastar.Você também pode alcançar a imortalidade: basta fazer apenas uma coisa notável.
É incrível como as pessoas esperam que eu seja perfeito para elas, mas paciente com o defeitos delas.
Algumas coisas voltam. Outras não. E a única lição que eu tiro do meu passado, é que tudo que está lá, teve seu motivo pra não continuar comigo. A vida é muito curta pra sentir remorso por palavras não ditas ou coisas não feitas. E muito menos arrependimento por ter tido coragem o suficiente pra seguir meus próprios impulsos. Então, por todas as saudades boas que eu sinto, agradeço a quem me deu essas lembranças. Porém, os nostálgicos que me perdoem (ou não),mas a minha memória é tão pequena quanto a vontade de olhar pra trás.
Eu gosto de textos que começam com a palavra 'eu'. Tenho que tomar cuidado com a minha tendência a me incluir em todos os assuntos, minha mania de querer saber de tudo, estar em todos os lugares.
Não esqueço de quem me estende a mão. Minha memória não é curta. Apesar de eu esquecer nomes, jamais deixo passar batido o que fazem por mim. Porque aprendi que ajudar o outro é bonito. Mas ser grato é mais bonito ainda.
Às vezes também penso que eu não sou eu, pareço pertencer a uma galáxia longínqua de tão estranho que sou de mim. Sou eu? Espanto-me com o meu encontro.
As vezes eu tenho preguiça da existência. Isso não tem nada a ver com querer morrer. Isso tem a ver com ter preguiça de tudo que existe no mundo.
Viver bem é um vício que tenho. Não nego isso a ninguém. Eu faço o que eu quero fazer. Depois durmo igual neném!
Eu. Sim, eu mesma.
Sozinha, sem ninguém, sempre serei eu. Eu sou a única que pode julgar a forma como eu ando, o jeito do meu cabelo, as minhas roupas e o meu corpo. A única! Sou eu que irei tomar as decisões pra minha vida, sendo boas ou não. Sou eu, mais ninguém. O resto das pessoas que me julgam, dizem o que eu faço ou deixo de fazer, são apenas pessoas, que sabem o meu nome, e mais algumas coisas sobre mim. O que eu já passei, e os problemas que passo ainda, só eu sei. Por essas e outras, eu vivo a minha vida, da maneira como eu acho melhor pra mim.
Eu gosto de palavras claras e sentimentos puros. Muitos não entendem esse meu jeito, mas não me assusto, nem me espanto: Deixo rolar.
Eu adoro cada palavra tua, e não sei como corresponder isso. O teu carinho, o teu jeitinho, tudo em ti me encanta. Até mesmo tua cisma de que eu esqueço de você e tudo mais… Tu é uma menina tão linda, tão fofa, tão amável que dá vontade de só ficar perto, (mesmo longe) todo tempo. É incrível como você consegue arrancar um sorriso de meu rosto facilmente! É incrível como parece que eu te conheço tão bem, mesmo sendo virtualmente e em tão pouco tempo. Eu adoro falar coisas lindas pra você, e receber tudo em dobro, em triplo de ti. E você vem com aquelas palavras doces, fofas sabe, não tem como não gostar de ti. Tudo começou de um modo um tanto “metido” de minha parte, não é? Você estava tristinha, e eu vi no seu tumblr que tu precisava de um conselho. Foi e foi que acabamos nos entendendo a partir daí, bendita seja aquela ask que me fez virar sua amiga! Bendita sejam todas as asks lindas que você me manda, e poxa, bendita seja você, esse doce de pessoa! Eu já gosto tanto de você, minha menininha, meu docinho de coco, haha. Eu confio em você, e sinto que você também confia em mim. É uma amizade linda essa nossa, duradoura. Espero não me afastar de ti tão cedo! Isso é daquelas amizades que duram um tempão. Eu te adoro, amiga.
Sim, eu sei muito bem de todos os pesares e os malefícios de trocar o sol pela lâmpada incandescente, mas também sou capaz de perceber a sensação de liberdade que existe quando minha sombra se perde na penumbra. E são raríssimos os momentos em que estou tão sozinha a ponto de ouvir meus batimentos cardíacos. Basta fechar os olhos. É na escuridão que eu tento encontrar tudo aquilo que eu perdi achando que, ao te encontrar, eu não precisaria de mais nada. É na mesma escuridão que eu tento te ajudar. Esse pedaços de mim espalhados pelo caminho são pra você se guiar. Mas você recusou ajuda, você recusou ser ajudado, e você recusou o que eu tinha pra te oferecer. Pra você foi pouco, tudo que foi feito, tudo que foi dito, foi pouco.
“A morte não é tudo. Não é o final. Eu apenas passei para a sala seguinte. Nada aconteceu. Tudo permanece exatamente como foi. Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos permanece intocada, imutável. O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos. Chame-me pelo antigo apelido familiar. Fale de mim da maneira que sempre fez. Não mude o tom. Não use nenhum ar solene ou de dor. Ria como sempre fizemos das piadas que desfrutamos juntos. Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim. Deixe que o meu nome seja uma palavra comum em casa, como foi. Faça com que seja falado sem esforço, sem fantasma ou sombra. A vida continua a ter o significado que sempre teve. Existe uma continuidade absoluta e inquebrável. O que é esta morte senão um acidente desprezível? Porque ficarei esquecido se estiver fora do alcance da visão? Estou simplesmente à sua espera, como num intervalo, bem próximo, na outra esquina. Está tudo bem!”
Não é que eu faça questão de ser feliz, eu só queria que parassem de morrer de fome a um palmo do meu nariz.
É tudo que eu queria te dizer. Eu não quero mais. Será que você pode ao menos tentar seguir sem mim?
Eu preciso sentir que você ainda sente, eu preciso que o seu coração dê um choque no meu, eu preciso saber que seu peito ainda aperta um pouco quando eu vou embora e se espalha como borboletas nas veias quando eu chego.
