Poemas quando eu me Amei de Verdade

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"Quando criança, eu achava que todos os problemas do Mundo acabavam quando chegava um Novo Ano. Continuo achando e continuo me enganando. Será que ainda sou criança?"


TextoMeu 1255
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1441
"O que eu mais gostava quando criança não eram as Brincadeiras na Rua ou os Doces de Cosme e Damião ou as Festas Juninas. Sim, eu gostava (e ainda gosto de tudo isso), mas... Quando criança nada superava a Escola e as Meninas. Adorava ficar com elas o dia inteiro!"
TextoMeu 1441

Eu sou impulsivo. Quando uma ideia ou um sentimento surge, eu quase sempre ajo na hora. Às vezes isso é um bom palpite, e acerto. Outras vezes me engano, e vejo que não foi intuição, mas sim uma atitude infantil.
A dúvida que me persegue é: devo seguir meus impulsos ou tentar controlá-los? Devo aceitar meus acertos e erros, como parte de um jogo, ou tentar amadurecer?
Confesso que tenho medo dessa maturidade. Tenho medo de perder a alegria simples e pura de quem age por impulso, ...
Penso sobre isso. Mas sei que alguns minutos... mais um impulso. Talvez eu não seja maduro ainda. Ou talvez nunca seja.

⁠Dói quando lembro que podíamos estar juntos,
mas nós não estamos juntos,
Quando eu lembro que dói,
Todos os dias quando acordo com um lado vazio da cama
E você não está aqui.
Quando eu lembro dói

Acima de tudo porque eu te amo
E outra pq não quero te esquecer
Eu ainda juro que tentei, juro amor que tentei
Então diz-me porquê?

Não posso apagá-la dos meus pensamentos.
Quando acordo já penso em ti
Se pudesses olhar através dos meus olhos
Talvez você possa me entender...

⁠A Deus 2020.
Quando o ano de 2020 iniciou eu falei que o ano teria uma força tremenda dos quatro elementos, quatro estações, quatro direções e assim foi!
Trilhamos e confiamos, aprendemos muito, crescemos e evoluímos; foi um ano de introspecção, de silêncio, de acuidade, de curas, foi um ano em que tivemos que fechar os olhos...; e
A creditar, ou seja, colocar crédito num banco até então invisível.
Tivemos que “a creditar” e seguir em frente. No saldo foi um ano muito curativo, porque muitos conseguiram sair do medo e passaram a viver com mais presença, outros abriram os olhos para ver além, e ainda ampliaram suas vibrações na mais alta luz!
Enfim 2020 foi o ano 4....e certamente foi um convite para sair do quadrado, do aquário e mergulhar no oceano, foi um aprofundamento contínuo, o equilíbrio da matéria, e o alinhamento do físico com o espiritual!
Abençoe este ano, que te proporcionou a voltar para casa (corpo), abençoe os ensinamentos e os aprendizados.
2020 eu te entrego A Deus...
Que venha 2021 com muito amor e com a amplitude dos sentidos!
Mensagem de Gaya
Giovana Barbosa

Gestos humanos
Quando eu fechei a porta e saí à rua, percebi que considerava o que aconteceria como algo que já havia acontecido, o que era familiar, era um pé no futuro. Era como se tudo existisse de forma imutável: o passado seria o futuro. Daí veio uma nova consciência que derreteu o que era sólido: a visão de um fluxo eterno no qual nada estava fixado. A percepção do movimento da minha mente agora, em que não há repetições. Tudo era novo, era o olhar de um recém-nascido.
Eu comecei a caminhar pela calçada e vi que todos os meus gestos, a forma de caminhar, as expressões do meu rosto, eram apenas um teatro inconsciente. As minhas ideias, a minha forma de enxergar e de ouvir, a minha noção do tempo, eram apenas um formato, um figurino. Tudo para me manter dentro de um padrão reconhecível, assim os outros saberiam o que esperar de mim. Conseguia, então, suprir duas carências: confirmar os costumes e ter uma ilusão da minha identidade. Assim, os outros dizem quem eu sou. Isso é o máximo que temos para responder à pergunta. Claro que o que pensam sou eu que penso, portanto, eu sou os outros. Isso me deixou em dúvida, pois as pessoas fazem parte do fluxo interminável dos movimentos e como eu poderia saber o que pensam, se duvido da percepção? O tempo é a consciência desses movimentos e da sua constante dialética. O que é horizontal vira vertical e vice-versa. Na verdade, não existe uma mente. O que há é um pensamento que engloba este momento, a realidade.

Quando eu atravessei o meu deserto, vi muita gente que dizia estar perto simplesmente desaparecer.
Os de longe, poucos, ainda perguntavam o que tinha acontecido, mas era apenas pra alimentar a discórdia e fofoca , afinal, corações rancorosos.


Ali eu entendi, quem me sustentou não foi plateia, foi Deus. Ele foi minha fonte quando tudo parecia seco. A Palavra que diz “ser forte e corajoso” não ficou só na Bíblia, virou prática diária dentro de mim.


As poucas mãos que ficaram não eram muitas, mas eram verdadeiras. E com elas fiz conexões, levantei a cabeça e continuei caminhando. No meio da luta, tive que matar o menino ingênuo que ainda tentava sobreviver na minha alma. Não foi perder a essência, foi amadurecer.


Antes, o meu coração era aberto demais. Hoje ele é firme.
Não aprendi a destratar ninguém, mas aprendi a selecionar.
Não mudei minha verdade, só parei de jogar sozinho enquanto os outros jogavam diferente.


Sobrevivi.
E, no fim, foi um único braço que me sustentou de verdade.


Obrigado, Deus, por nunca soltar minha mão.
Graças ao perdão que me limpa.
Graças à energia que me mantém de pé.

Você foi a flecha,
eu nem sabia que era alvo,
mas quando teu amor veio,
meu coração já estava marcado.


Não foi acaso nem impulso,
foi mira firme, foi intenção,
me atravessou com cuidado
sem destruir meu coração.


Teu olhar fez a promessa
antes mesmo da palavra sair:
“não vim pra ferir teus medos,
vim pra ficar aqui”.


E desde então carrego em mim
essa marca que não se apaga,
não sangra dor, sangra amor,
é ferida que nunca se fecha.


Se eu sou o alvo, eu aceito,
se você é a flecha, eu confio.
Que a promessa seja eterna
no ponto exato onde você me atingiu.

Antes do olhar ( era você )


Quero sonhar com você quando eu dormir, porque acordado o coração já não se contém.
Acho que já te conheci antes,
quando te encontrei num lugar
de onde não se esquece um olhar.
Teu rosto me era familiar,
e minha alma nunca duvidou
que era você.


Você tem ideia do efeito que causa em mim?
É como se o silêncio dissesse teu nome, como se cada detalhe teu
desarmasse minhas defesas
sem pedir permissão.


Você chega sem pressa
e fica sem prometer,
mas muda tudo.
E eu, que nem planejava amar,
me vejo esperando você
até nos meus sonhos.

O tempo é vento traiçoeiro.



Eu te encontrei quando o mundo falava baixo,
quando meus dias cabiam em silêncio e rotina.
Teu nome surgiu como quem não pede licença,
e o coração, distraído, abriu a porta sem defesa.


Tuas mãos não prometeram eternidade,
mas ensinaram o agora a respirar melhor.
Nos teus olhos aprendi que o amor não grita:
ele fica, mesmo quando o medo chama mais alto.


Pintei futuros no contorno do teu riso,
mesmo sabendo que o tempo é vento traiçoeiro.
Ainda assim, escolhi te amar inteiro,
porque metade de amor também é solidão.


Se um dia fores ausência, não te culpo:
há encontros que existem só para salvar.
Ficas em mim como luz depois do pôr do sol —
não ilumina o caminho, mas prova que valeu brilhar.

O amor me amou


O amor me amou
quando eu já não sabia ficar,
sentou ao meu lado no silêncio cansado, fez morada no que em mim era medo e chamou de lar aquilo que eu chamava de fim.


O amor me amou
sem pedir forma ou promessa,
tocou minhas falhas com mãos pacientes, ensinou que até o que dói pode florescer quando alguém escolhe ficar.


O amor me amou
— e nisso eu renasci:
não inteiro, não perfeito, mas verdadeiro, aprendendo que ser amado, às vezes, é simplesmente
existir sem fugir.

Antes da dor, depois da luz


O amor me amou
quando eu já não acreditava
que fosse possível amar de novo.


Quando a luz virou sombra,
a felicidade virou mágoa,
e o dia que era sol
fez noite dentro do meu peito.


Mas você chegou…
viu quem eu era antes da dor
e quem sou depois da escuridão.
Viu-me num quartinho,
feito um garotinho chorando, quebrado,
enquanto ao meu redor
era breu, tempestade e trovão.


Você não teve medo,
lutou contra meus próprios sentimentos,
gritou meu nome no meio do caos.
Olhei pra trás
e vi a tempestade
e a solidão daquele quarto.
Não saí do lugar.


Mas você se aproximou.
Me abraçou.
E tudo o que em mim estava morto
floresceu de novo.
Ficaram apenas as cicatrizes —
pois o seu abraço me curou,
me conectou de um jeito que palavras não alcançam.

⁠⁠Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.


Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.


Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.


Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.


E está tudo bem.


Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.


Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…


Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.


Nem toda ausência precisa virar ruído.


E nem todo silêncio é pedido de aplauso.


Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.


Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.


Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.


Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.


Que se contente com ela.


E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.


Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.


O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.


É o berço do descanso da alma…


O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.


É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.


E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.


Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.

Agora várias coisas se passam pela minha cabeça.
Momentos de quando eu não sabia o que sentia ainda e lembranças boas de quando éramos tão felizes.
Nós nos perdemos,nós perdemos a única coisa que não podíamos perder .
Agora olha como estamos ?
Cada um em seu canto deixando a vida seguir,porque nós no fundo sabemos que nosso caminho irá se cruzar algum dia .
Poder ser em meses,anos ou até em outras vidas .
Não é nossa culpa isso não ter dado certo agora, deve ser o destino nos mostrando que existem outros sentimentos,outros amores e outras coisas além de "nós" e além do "pra sempre" .

Inserida por klarawingler

E eu vou ser feliz, quando mesmo?
Em que parte da minha história?
Em que momento?
Em que vida?

Inserida por MellGlitter

E por alguma razão Deus nos deu amigos, mas quando eu digo amigos eu me refiro aqueles que quando somem por algum motivo, te fazem muita falta, e quando reaparecem é uma alegria INFINITA.

Dai ambos descobrem que a falta que fizeram foi maior do que a que SENTIRAM!

Inserida por lannaokuma

Foi aí que eu percebi que quando a gente não está feliz com a gente, mesmo que algo venha com certa garantia de trazer felicidade, não adianta nada.
Se não estivermos realmente felizes por dentro, lá fora tudo será igual. Porque felicidade não se compra. E todos estamos preparados pra cuidar de algo ou alguém, mas é muito mais fácil e divertido de fazer, quando amamos. E amar não é fácil, se não começarmos pela gente mesmo.

Texto Felicidade vem de dentro pra fora

Inserida por fernandalencar

Quando eu boba
Quando você loba
Quando conjugamos
Você bobeou
Eu lobiei
Que ecoe meu uivo!!!

Inserida por fafa688

Por que quando eu falo 22
tu entendes 15 mais 7?
Tá errado, tá errado.
Tem alguma coisa muito errada.
Eu só quis dizer 22 mesmo.

Inserida por demetrioMDS

Quando eu era muleque lembrei de algo que diziam,
que a medida do amor era amar sem medidas.
E se não souber amar, intão nem procure aprender,
por que amar é tão fácil, o díficil é esquecer.
A arte de amar é a mesma de ser poeta,
casar linhas com idéias e rimas na direta.
O amor não é palavras que se dizem ao acaso sem pensar,
são outras emitidas ao sorrir e ao abraçar.
Saudade é aquilo que fica,
daquilo que não ficou,
mais pra fugir dos espinhos desse mundo enganador,
eu penso nos teus carinhos e sonho com seu amor.
O mundo é loco, é da vontade de chorar...
...aprendemos com a dor o que alegria não soube ensinar.

Inserida por Scutasu