Poemas quando eu me Amei de Verdade
No fundo, eu não preciso de muito. Sou feito de simplicidade e essência. Um “bom dia” verdadeiro. Um olhar que me percebe. Um tempo dedicado com atenção já me basta, porque o amor de verdade não está no que se tem, mas no que se entrega sem medo, sem desculpas. Nas pequenas ações que dizem: “estou aqui.” sem precisar de discursos.sem esperar retribuição.no amor verdadeiro, não há espaço para medo de mostrar-se.nem para desculpas vazias.há presença, coragem, entrega.porque no fim, o que importa mesmo é o que se doa sem medida, sem máscaras e com o coração aberto.
Depois que eu perco a admiração, não adianta correr atrás. Quem vacila com o que é raro, aprende com a ausência.
Anoites que eu não durmo os pensamentos me consomem e o único medo que tenho é o de fracassar, mas eu sei que dentro de mim sempre haver algo que vai me impedir de desistir, eu sei que vou chegar aonde eu quero, eu já fui um fracassado e sei bem o sentimento, e nunca mais eu volto a sentir isso novamente, pois mesmo que eu fraqueje DEUS sempre me dar forcas.
“Deixa eu me aconchegar no teu peito? Prometo ficar quietinha … Só para ouvir as batidas do seu coração. É música. Doce canção. Verso de amor. Seu coração. ”.
Eu não sou revolucionário e nem ativista. Eu sou antes de tudo e de mais nada um nacionalista e um filósofo em prol do meu povo e da minha nação. Apesar de todos nós termos algo em comum e estarmos ligado: cultural, económica, antropológica e espiritualmente.
Não sou revolucionário e nem ativista. Eu sou antes de tudo e de mais nada um filósofo em prol do meu povo e da minha nação.
Meus desejos se tornam líquidos ao final de mais um dia chuvoso. Eu busco resiliência nas gotas e me delicio pelo momento vivido e registrado.
Sou eu um vaso. Retrato do que às vezes está cheio, derrama ou encontra-se vazio. De barro, frágil e nascido da terra.
Eu sou o retrato daquilo que às vezes está cheio, derrama ou encontra-se vazio. De barro, frágil e nascido da terra. Eu sou minhas próprias lembranças e às vezes as evidencio, apago-as ou deixo o sol brilhar sobre elas.
Eu não me importo se as pessoas gostam ou não da minha pessoa, acredito que todas têm o direito, tanto da repulsa quanto do amor ou até mesmo o fingimento.
— Eu tenho medo de pensar, tanto quanto de amar; porque eu nasci romântico demais para confiar no que a realidade é com suas armadilhas de silêncios.
Assim como a natureza se reinventa a cada ciclo, eu também me transformo e me renovo a cada experiência.
"Deixa eu te usar, enquanto eu te uso eu cuido de tudo o que te faz chorar. Deixa eu te usar para curar!"
"Em nome do amor" que ocorrem os abusos. "Em nome do amor" eu convenço o outro a ser o que eu quero que ele seja. "Em nome do amor" eu penso mais no outro do que em mim.
Ao me descobrir eu posso me desconstruir, logo me libertar. Tente caminhos alternativos, ainda não conhecidos. Por conseguinte, sinta-se leve e livre; desconstrua-se, só assim conseguirá construir-se.
Um dia te darei o céu inteiro com nuvens de algodão doce.
Sendo Tu o sol e Eu o pássaro bem-humorado, radiante, colorido e despreocupado, poluindo os teus dias com música de assobios alegres, fazendo os teus dias em todas estações dos nossos anos de vida.
Nessa vida eu tive o prazer de conhecer o mundo, junto a ele pessoas, culturas e me aprofundei no conhecimento de coisas que jamais um ser humano comum se interessaria. Vivi grandes paixões e amores, alguns dolorosos e outros marcantes, vi flores nascerem, amores morrerem. Passei por situações e cenários inimagináveis de medo e euforia. Nunca foi aventura ou má sorte do destino. foram apenas a construção do que eu sou hoje. Tive que conhecer a dor pra entender o que é o prazer, tive que perder pra saber cativar, pois agora eu tenho a plena certeza do que serei amanhã.
Hoje sou um homem, um homem forte e vivo, não sobrevivo. Sigo vivo!
Hoje eu gritei, e em cada palavra ardente de raiva e ódio, encontrei apenas silêncio e desilusão. No eco das lembranças e promessas quebradas, percebi que uma parte de mim morreu, consumida pela dor, sem jamais entender por que me deixaram gritar.
