Poemas quando eu me Amei de Verdade
"Se isso que sinto não for amor, não ligo de ficar sem ele contanto que eu fique com o que estou sentindo agora"
Abraçados em silêncio e eu, ao olhar por sobre seus ombros, já não mais via a inocência......
A paisagem era igual....Mas tudo, era tão diferente.
Minhas palavras muitas vezes são perdidas, minhas promessas esquecidas, mas o sentimento que eu sinto por você permanece.
Estou sorrindo. Não,você se enganou,eu não estou sorrindo pra você. Você não vai ver isso tão cedo,não de verdade. Eu nem sei se ainda sei fazer isso,sorrir por sorrir. Sorrir por gostar,sorrir por plena felicidade. Começo a pensar que preciso de ajuda. Ei,você ai... Pode me ajudar a sorrir?
Eu gosto de falar. Falar com quem tem a discutir me deixa incrivelmente animada,sempre espero algo surpreendente daquela pessoa, mas como sempre,estou esperando demais. Para onde foram as pessoas interessantes? O mundo ainda não acabou, então, por que diabos não vejo mais graça nele?
Eu escrevo em tudo, em qualquer lugar. Cadernos velhos,folhas soltas, janelas e principalmente na minha mente. São poucas as vezes em que escrevo para valer, que guardo minhas palavras e minhas frases perdidas. A maioria delas, nem sequer faz sentido,e nem quero. Meu objetivo é me fazer entender minha própria confusão e não colocar outros nela. Mas mesmo assim,escrevo. Escrevo para mim, e não para você. Escrevo sobre mim e daqui a algum tempo, não mais sobre você.
Eu te prometo não só a eternidade,eu prometo te amar além dela. Muito além. Não se preocupe,eu sempre vou estar aqui.
Ótimo, você já voltou, destruiu as poucas paredes que eu havia posto de pé. Missão cumprida. Agora pode desaparecer logo? Já está na hora de recomeçar a construir.
Talvez eu comece a escrever em cadernos a partir de hoje. Do nada,me apareceu essa vontade,essa súbita vontade de poder escrever em uma folha de papel e guardar de recordação. Não sei exatamente o porque afinal odeio ler o que escrevo,me estressa. Meus próprios pensamentos me deixam estressada. Gosto de escrever no momento. Na hora. No ato. Sentindo aquilo e não programar todo o processo para ficar bonitinho e padronizado.
Coisas padronizadas são irritantes,uma hora ou outra,perfeição fajuta perde a graça. E bem isso me leva de volta ao querer escrever em cadernos. Pra que diabos eu quero guardar minhas palavras se eu nem ao menos gosto delas?
Quem sou eu?Primeiro me diga, quem é você? Se você conseguir fazer isso sem acrescentar ou tirar detalhes,então talvez um dia eu consiga te dizer de verdade, quem eu sou. Por enquanto me defino como um processo em andamento,ainda esperando ser finalizado ao longo do tempo.
Se tem uma coisa que eu aprendi foi não ligar para beleza, idade, condição financeira. Aprendi a ligar para carinho, para amor, para compreensão. O resto é só o resto. O que adianta o cara, ou a menina ser lindo (a), charmoso (a), e te tratar feito um cachorro? O adianta ter dinheiro, e não ter felicidade? Para mim nada.
E desde o dia que descobri isso, pude perceber a beleza das pequenas coisas, a beleza de uma margarida roubada, de uma mensagem na madrugada, de um afago no frio, aprendi a ver beleza das cartas de amor, aprendi a ver a beleza de andar de mãos dadas na rua, de tomar sorvete a tarde, aprendi a ver o amor com outros olhos, e quando o meu verdadeiro amor aparecer, o reconhecerei de imediato, e vou poder assim, cuida-lo, beija-lo, ama-lo, abraça-lo, nina-lo, acorda-lo, sem me preocupar com nada mais do que seu sorriso.
ser eu mesma e um pouco de tudo que for ao meu conceito aproveitável.Por isso cada qual é diferente,nem todos sabem o que é bom para si de fato
Chamem isso do que quiserem; eu chamo de organismo de sobrevivência. E digo que sem isso, o homem nasceria e morreria só.
E podesse eu usufruir do gosto doce e reconfortante das tuas palavras sem que estas me envolvam numa nuvem de melancolia
Acho que sou um cara revoltado as vezes porque eu mataria tanta gente por ver onde esse mundo tá, e os principais causadores disso são eles
Você é a razão...
Pela qual eu continuo a acreditar, pela qual eu acordo todos os dias de manhã, pela minha disposição, você é a razão dos meus sentidos mais estranhos - que cardomidam minhas entranhas, por anteverem as iminências de algo volátil ou nostálgico, bom ou ruim -, do desabroxe dos meus sentimentos mais ocultos, do meu sorriso ao me deitar, você é a razão dos meus pensamentos, dos meus sonhos, das minhas palavras, do meu caminho, do meu destino, é por você que eu vou continuar ...
