Poemas quando eu me Amei de Verdade

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⁠Se não fosse o Senhor!


Se não fosse o Senhor,
Na minha infância, meguardando.
Eu não sei o que teria sido
de mim.
Hoje já estou velho, masainda sim : Sinto
Deus, cuidando de mim.

Passei pelo vale da sombra da morte,
Quem me viu, não acreditava,
que do vale da sombra da morte,
o Senhor mim livrava.

Eu venci um câncer maligno, depois de
uma oração de imposição de mãos.
Que estava na base da língua, e Deus
ouviu a oração, que foi feita em silêncio
sem chamar atenção.

Sete de novembro, de dois mil e quatroze,
o milagre aconteceu, na Catedral da Benção,
tudo pra Glória de Deus.

Deus abençoe ao bispo, o seu servo Daniel,
que tem por sobre nome Oliveira, o profeta de Israel.
O Israel, de Deus somos nós, porque ele nos amou, nos danado a Jesus Cristo, o nosso eterno Salvador.

Inserida por COMPOSITOR

Viver a dois.

⁠É difícil viver a dois
Nesse mundo tão conturbado
Mas minha querida eu confesso
Que bom tê-la ao meu lado!

Inserida por COMPOSITOR

⁠Eu tenho muitos versos,
Na mente e no coação,
No papel já nem falo,
Escrito de montão.

Colocar é meu status para mim,
É uma satisfação.
E públicar no Pensador,
Não tem nem comparação.

Inserida por COMPOSITOR

⁠O Mundo é Senhor.


O Mundo é mau Senhor
E a muitos quer tragar
Mas com teu poder Senhor
Eu posso os libertar.

Embora custe-me a minha vida
Quero trazer Senhor
Teu povo ainda.

Eu quero ser adorador
Com todo o meu ser
Reder graças e louvor
Embora aqui seja difícil
Mas com o teu poder
Tudo é possível.

Se o pecado quer de ti me afastar
Enche-me do teu Espírito
E não achará lugar.


Eu quero ser Senhor
Um vaso novo
Para trazer Senhor
A ti teu povo.

Eu quero ser adorador
Com todo o meu ser
Reder graças e louvor
Embora aqui seja difícil
Mas com o teu poder
Tudo é possível.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Vejo cara que eu elegir, para me representar,
Usando a sua caneta, criando eles para escravisar.
Miserável criatura, foi eu quando neles acreditei, saindo da minha casa, em um miserável eu votei.

Mas eu tenho um pé, de cá te espero,
Você vai voltar e eu estarei te esperando
Pois eu te prometo que nunca mais em ninguém, estarei votando.

Chega de plantar roçado, para safado comer,
Porque de uma coisa estou certo, meu pensamento é verdadeiro.
Agora eu descobri, que todos os políticos, são fuleiros.
Só bate em nossa porta no período de eleição,
Depois que são eleitos, adeus aperto de mão.

Inserida por COMPOSITOR

⁠É madrugada!


É madrugada e galo 🐓 não cantou
Por isso eu sinto falta do meu interior.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Deus do Universo


Ó Deus do Universo
Ó meu criador
A ti eu me rendo
Ó meu Redentor
A ti eu me rendo
De coração
Ó Deus do Universo
Ó Deus de Abraão.

As tuas promessas
Nunca vão falhar
Aqui neste Mundo
Ao de germinar
Eu sei que és digno
De adoração, ó Deus do Universo
Ó Deus de Abraão.

Meu Cristo, querido
Meu Senhor amado
Na cruz morreu,
Pelos os meus pecados.

Ó Jesus eu ti louvo decoração
E te agradeço, meu querido irmão
Deixar-te tua glória, pra morrer na cruz
Por meus pecados, queridoJesus.


Meu Cristo eu ti louvo enquanto
Aqui viver e após minha morte
Meu louvor vai permanecer.
Contigo na glória, irei me encontrar
E pra sempre Jesus
Irei te louvar.
E pra sempre Jesus,
Irei ti louvar.

Inserida por COMPOSITOR

Sou...

Eu sou o seu melhor erro, sou seu sonho, seu começo, sua razão, seu anseio, sou seu melhor desejo.
Sou quem te vê, quem te sente, quem te espera, corpo ardente.
Sou paixão, seu pesadelo, teu sorriso mais bonito...
Teu olhar no infinito...

Inserida por Erwelley

⁠... tanto eu quanto você
já superamos fracassos, imposturas,
traumas,alguns hematomas;
e não poucas vezes, levados a
reconhecer esse lado bom da saudade,
que muito mais do que superar
qualquer ausência, ela existe
para nos livrar do esquecimento!
Logo, tanto eu quanto você,
não temos mais motivos para duvidar
que somos capazes - cada um a sua
maneira -de lidar com qualquer
coisa!

Inserida por maurotoledo

⁠... espontâneas
e sobretudo marcantes mudanças
no 'eu', atestam o quanto já
crescemos... E nosso ego
como um felizbeneficiário
nessas cíclicastrocas
de pele!

Inserida por maurotoledo

⁠Um despropósito,
eu diria, exigir que todos
compreendessem sobre tudo...
Mesmo me questionando:
o porquê de certos absurdos
ainda serem ignorados;
incógnitos a nossa percepção
e prudência?

Inserida por maurotoledo

⁠... algo insano,eu diria,
ao desmereceres em outros,objetos
e conquistas, que sema devida
certeza, semelhantemente,
pudessemservir a ti...
Logo, que reconheçase valorizes
questões que privilegieme enalteçam
tua razoabilidade e instinto
criativo!

Inserida por maurotoledo

⁠Eu fico impressionado de como as pessoas não tem memória.
Sobre tudo aquilo que um dia lhes fez algum tipo de mal.
E muitas aceitam o mal como se nada tivesse acontecido de volta em suas vidas.

Inserida por edugeeknerd

Às vezes eu tenho medo de te amar sozinha, de ser apenas uma ilusão minha.

Inserida por ARRUDAJBde

⁠Filhos...
Serão sarilhos
Cadilhos!?…
Eu sei que não!
São apenas estribilhos
Dos coros afinadinhos
Inspirados, rebeldinhos
Da nossa mais bela canção.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠SAUDAÇÃO DE UM BICHO

Nunca eu vos enganei
Ó gentes do meu amar
Porque haveria eu de vos lograr
Se não sei o que sequer serei?

Tal e sempre por bem vos amarei
Com raízes espetadas no coração
Que alimentam como se fosse o pão
Vivo de esperança, ai, eu o hei!

Trago-vos vivos no meu olhar
Aqueço-vos na minha fogueira
Mesmo que ela apague a noite inteira.

É este o bicho homem a saudar
Outros da mesma massa de amassar
O pão da vida ainda por levedar...

Carlos De Castro
Finisterra, 26-05-2022.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

O CÃO QUE CANTAVA ÓPERA

⁠Eu já tive um cão
Baixinho como eu que o sou
No destino e na pernada,
Que cantava ópera farsada
Sempre que eu dizia ao serão
Versos de dor a uma fada.
A ópera do meu cão, uivava
Numa voz tão pura de fina
Como alguma jamais encontrada
Em cantares de gente canina.
Tinha um não sei quê de magia
Saída pelos foles da garganta,
Sim, porque um cão triste canta
E encanta
No silêncio da noite vazia.
Um dia de sábado pela manhã fria
O meu cão de ópera já não operou...
Estava rígido, teso, na alcofa
Que ele tinha, meu Deus, tão fofa!...
Nem se despediu de mim
O companheiro amado...
Ele acabou o seu fado
E eu, sozinho assim
Não voltarei a dizer poemas
Porque dão azar e penas!

(Carlos De Castro, in Igreja de Argoncilhe, 22-06-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

TANTA PAZ DEITADA FORA

⁠E eu tanto queria tê-la
Absorvê-la
Como moribundo
Das dores do coração
Senti-la como divina graça
Como luz rápida que passa
No instantâneo
Naquela desintoxicação
De a sentir ao bebê-la
Nesta taça de emoção
Ainda que momentâneo.
Escorre a paz em sangue esvaída
Nas sarjetas
Da vida
Com os dejetos que expelem fedegosos
Os poderosos
Pelas bocas e rabos proxenetas.
Tanta paz deitada fora
Pura e tão cristalina
E eu tanto queria tê-la
Agora
Neste coração de má-sina.

(Carlos de Castro, In S. Pedro de Aldriz, 30-06-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠SE EU MANDASSE

Oh, se eu mandasse nos tempos
E nas vidas das mentes
Decretava aos quatro ventos
Mesmo que cinzentos
E sem mais lamentos:
Quem for de mente que não mente
Nem demente
Nunca deve morrer depois dos poetas!
Deve partir ao mesmo tempo de todos,
Porque os poetas
Mesmo que anacoretas,
Nasceram para escrever a rodos
Imagens de pinturas primárias
Que animam o mortal
A viver uns tempos mais
Na vida dos arraiais
Porque afinal,
É no sonho de outras vidas planetárias
Que os viventes cantam outras árias
Cantigas, a uma só voz
Por mim, por ti e por nós.

(Carlos De Castro, in Morra A Censura, em 19-07-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠PLENA MADRUGADA

No calor tórrido da noite
Dos lençóis suados,
Eu fujo para o pátio velho
Cá fora, em plena madrugada.
Ali, eu oiço a cantiga das corujas
Rabujas,
Vejo as estrelas em rodopios
Bailando para todos os lados,
No reluzir dos pirilampos vadios
Prateados e dourados.
Aspiro aquele alísio vento
Quente mas húmido que refresca
O rosto que arde num tormento
De quentura
E formatura
Vampiresca.
A manhã, apanhou-me a dormir
Na velha cadeira
Muito usada e costumeira,
Minha confidente de anos
De tantos enganos.
Meu Deus, como é bom fugir
Aos lençóis do calor dantesco
Meter os pés ao caminho
E de mansinho,
Pela calada vir
Apanhar o fresco,
Cá fora, em plena madrugada.

(Carlos De Castro, in Poesia num País Sem Censura, em 20-07-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro