Poemas quando eu me Amei de Verdade
Descobri que a morte do ator Cristhofer Plummer quando assisti a série Departure. As notícias de morte me são impactantes. E aí me volta aquela falta de ar, a respiração cansada e difícil, a tristeza e as lágrimas nos olhos.
Enfim cansei. Queria trabalhar um dia por prazer. Sempre trabalhei por necessidade. Mesmo quando meu filho morreu, tive que voltar ao trabalho na semana seguinte, Porque não tinha como me manter viva se ousasse parar.
Quando me sinto preterida em qualquer situação, sinto uma decepção profunda, porém reajo de forma quieta, silenciosa, muda. Escondo meus sentimentos e sinto vergonha de que as pessoas saibam que o que elas fizeram ou causaram me doeu tanto que não sei lidar.
Desfazer um trato quando já havia fechado, roubar clientes dos outros, desfazer da pessoa como profissional para obter ganhos, não honrar a própria palavra... há quem diga que são ossos do ofício, estratégias de negócio. Que faz parte, é assim mesmo. Eu já chamo isso de imoralidade social e mau caratismo.
É difícil quando as circunstâncias não nos permite resistir a algo, tendo que abrir mão do que não queremos.
Sabe quando você se dedica a alguém, e quando chega o momento de você colher os louros de sua lealdade, percebe que pouco fez a diferença e que dane-se sua preocupação? Pois é, dane-se mesmo, não se dê a quem já demonstra estar com você por algum interesse, por mais sutil que seja, você sentirá o desconforto. Então, se afaste, enquanto tem tempo.
Quando a maldade prospera e a injustiça não tem limites, Deus desperta os oprimidos para agir em a Sua glória.
Artistas são como taças de vinho:
Quando lhe despejam a vida, o que os enche é sentimento e o que lhes transborda é arte, para saciar quem faz jus a bebê-la e gratificar quem faz questão de degustá-la.
A gratidão é a chave que destrava a abundância escondida na simplicidade. Quando acolhemos o que a vida nos oferece com um coração agradecido, algo mágico acontece: o ordinário se reveste de extraordinário. O pão cotidiano torna-se banquete, a casa humilde transforma-se em lar acolhedor, e os desafios revelam-se oportunidades de crescimento. Essa transformação não ocorre no mundo exterior, mas no santuário interior da nossa alma. A gratidão nos conecta com o divino que habita em nós e ao nosso redor, permitindo-nos enxergar a trama perfeita do universo. Ela suaviza a ânsia por mais e nos ancora no presente, onde a plenitude verdadeira reside. Ao agradecer, reconhecemos que já somos completos, que o "suficiente" não é uma medida externa, mas um estado de graça interior. Deixe a gratidão irrigar seu espírito e testemunhe como a luz da contentamento dissipa toda sombra de carência.
E quando a gente aprende amar a si mesmo ... Está apto a amar o outro! Aí é bom demais da conta! Hehehe ;)
Você já se deu conta de que quando estás de ''bem com a vida'' a sua companhia fica agradável? Hummm ... quer ficar ''de boas'' com alguém? Fique primeiro ''de boas'' consigo mesmo! ;)
Quando tudo aquilo que você pensa estar perdido, esta realmente perdido. Não tema, pois amanha é um novo dia. E tudo pode mudar.
O desenvolvimento cognitivo acontece quando o que é significativo é despertado pelo desejo de aprender.
"Ser considerado louco é uma benção, quando o exemplo de normalidade é o retrato de uma civilização fracassada. "
Quando estipular um preço com alguém, jamais mude a sua definição. Não sabote a sua credibilidade...
"O extremo da maldade é quando ela é usada com pessoas inocentes e que nada têm a ver com o seu sofrimento."
Proust afirma que os objetos têm a capacidade de preservar nossas lembranças. Quando nos conectamos com esses objetos em um certo momento, o passado se torna predominante no presente, integrando-se à nossa realidade de forma mais intensa do que o momento atual. O autor francês acredita que o passado é uma entidade viva que se modifica, se reconfigura e adquire novos elementos, lembranças e significados. Essa dinâmica também se aplica aos livros.
Assim como os objetos, os livros são portais para o passado. Quando mergulhamos em suas páginas, somos transportados para outras épocas, outras vidas e outras perspectivas. Cada palavra escrita por um autor é como uma cápsula do tempo, contendo pensamentos, emoções e experiências que podem ressoar conosco de maneiras profundas e transformadoras. À medida que lemos, as histórias e ideias se misturam com as nossas próprias, criando um diálogo contínuo entre passado e presente. Os livros, assim como os objetos, têm o poder de nos lembrar quem éramos, quem somos e quem podemos nos tornar, enriquecendo nossa jornada através do tempo e do conhecimento.
